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A respeito de tortura e de exames periciais para diagnóstico de vítimas submetidas a tortura, tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, julgue o item subsequente.

A tortura por eletricidade com o uso de toalha molhada interposta entre a pele e o condutor energizado aumenta a superfície de passagem da eletricidade e nem sempre deixa a marca típica de Jellinek.

Os exames clínicos que podem ter sido utilizados pelo médico legista para a comprovação do consumo de substância psicoativa por José incluem a loquacidade, o equilíbrio e a coordenação motora.

Julgue o item subsequente, relativo à psicopatologia forense.

Em casos de psicopatia, observa-se mais o uso de violência instrumental do que o de violência reativa, a qual é mais própria dos transtornos da personalidade.

No que tange à responsabilidade civil e penal do médico, julgue o item subsecutivo.

Responsabilidade civil médica é o dever jurídico do médico de responder por atos praticados durante o exercício da profissão — quando ilicitamente causar danos —, além do dever de repará-los.

Acerca dos transtornos do espectro da esquizofrenia, julgue o item subsequente.

As alucinações podem ser um elemento normal em experiências religiosas de determinados contextos culturais.

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.

O transtorno bipolar tipo II caracteriza-se por um curso clínico de episódios de humor recorrentes, sendo um ou mais episódios depressivos maiores e pelo menos um episódio maníaco.

A respeito de transtornos do humor, julgue o item seguinte.

Em se tratando de depressão maior, os sintomas de insônia ou fadiga são frequentemente a principal queixa relatada pelo paciente.

Julgue o próximo item, relativo às pneumoconioses.

São doenças fibróticas dos pulmões causadas pela inalação de poeira com matéria orgânica.

Julgue o item a seguir, relativo à farmacocinética.

Fármacos administrados por via oral não sofrem metabolismo de primeira passagem.

Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.

Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções
do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).

Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.

Admitida a decomposição do conhecimento histórico nas atividades da pesquisa, de um lado, e, de outro, da historiografia (ou escrita da história), infere-se que o emprego do termo “facticidade” no texto não se relaciona com a primeira atividade, mas apenas com a segunda.

Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.

Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios
sobre teoria da história
. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo à relação entre tempo e história.

A noção tripartite do tempo histórico desenvolvida em meados do século XX pelo historiador francês Fernand Braudel está calcada na distinção entre evento, conjuntura e longa duração.

Como o objeto da história (entendida como um constructo teórico) é o que aconteceu, abstraído tanto do presente quanto do futuro, então o tempo torna-se um dos elementos determinantes do conceito de história. Parece-me, no entanto, que nem a relação que o tempo mantém com outros elementos nem o sentido específico do seu efeito na história foram identificados até hoje com a clareza desejável, tampouco com a clareza possível.

Georg Simmel. O problema do tempo histórico [1916]. In: Simmel. Ensaios
sobre teoria da história
. Rio de Janeiro: Contraponto, 2011, p. 9 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo à relação entre tempo e história.

Nas suas investigações sobre conceitos sociopolíticos modernos, o historiador alemão Reinhart Koselleck estudou fontes relativas a um considerável número de espaços linguísticos distintos, o que lhe permitiu empreender uma história conceitual da temporalidade em perspectiva comparada.

Acerca de diferentes abordagens historiográficas contemporâneas, julgue o item que se segue.

A chamada nova história cultural estabelece-se em diversos cenários historiográficos, ao final da década de 70 do século passado, em meio a uma tensa relação com a tradição da história social, embora retenha desta a crença no valor positivo da modernização e o foco nas manifestações racionais da experiência humana.

Não se pode coligir provas antes de se começar a pensar [...]. Isto porque pensar significa fazer perguntas, e nada constitui prova a não ser em relação a uma pergunta definida.

Robin Collingwood. A ideia de história. Lisboa: Presença, 1994, p. 346 (com adaptações).

Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o próximo item, a respeito da problemática das fontes no ofício do historiador.

Em estudos de cidades, paisagens e territórios, os historiadores fazem frequente uso de trabalhos produzidos por geógrafos e sociólogos.

A respeito de história e memória social, julgue o item a seguir.

Memória e história estão conectadas, embora a ligação de cada uma com o passado seja processada de formas diferenciadas.

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