O Absolutismo tem origens remotas que remontam, pelo menos, à Idade Média. Mas, nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas justificando o poder absoluto dos monarcas. Entre as justificativas filosóficas do Absolutismo, podemos destacar aquelas ligadas à obra conhecida como O Príncipe, de Maquiavel. A alternativa que expressa possíveis justificativas do poder absoluto dos reis presentes em O Príncipe é:
Afirma-se que Marx, ao conceber o advento de uma revolução socialista que levasse os trabalhadores ao controle dos meios de produção, imaginava que a revolução ocorreria no lugar em que o capitalismo atingirá seu máximo de desenvolvimento e de contradi- ções, ou seja, na Inglaterra. O século XX foi marcado por inúmeras revoluções lideradas pelos trabalhadores ou seus representantes, mas elas acabaram ocorrendo em países mais atrasados, tendo em vista o nível de desenvolvimento interno do modelo capitalista. As sociedades industriais, conhecidas como “economias de mercado desenvolvidas”, foram praticamente imunes às revoluções socialistas, salvo quando a revolução lhes chegou como subproduto de uma derrota ou conquista militar. Tal fato é destacado por uma perspectiva teórica que se tornou famosa entre os meios marxistas pelo nome de:
“No século XIX, devido ao interesse das potências imperialistas europeias em se expandirem na direção da região por ele ocupada, um grande império, que já vinha em declínio desde o século XVII, finalmente entrou em sua crise definitiva.” O texto se refere ao seguinte império:
Dentre outras modificações nas relações sociais de produção, recentemente, o fordismo passa a adquirir formas híbridas ou a ser trocado por processos mais flexibilizados de trabalho e produção, e surge um modelo mais atento às novas exigências do mercado que busca integrar inovação, competitividade e produtividade. Muitos historiadores e cientistas sociais afi rmam que, especialmente após os anos 80 do século passado, vivemos um novo ciclo de expansão do capitalismo e inauguramos um também novo processo civilizatório de alcance mundial. O nome genérico pelo qual conhecemos o fenômeno que, dentre outros, relaciona-se com a transformação histórica mencionada é:
Gallahue e Ozmun (2003) afi rmam que um auto conceito negativo ou defi ciente pode resultar em problemas de comportamento, dificuldade de aprendizagem e delinquência. Segundo os autores, a percepção que o estudante tem de si afeta o nível de desempenho acadêmico. E os educadores precisam saber utilizar as atividades motoras para encorajar a formação de auto conceitos positivos e estáveis. Ainda de acordo com os autores citados, é muito importante que as experiências motoras dos educandos sejam orientadas para o êxito, pois assim auxiliariam na melhora do auto conceito. E para que isso aconteça, Gallahue e Ozmun sugerem que os educadores usem métodos de abordagens:
De acordo com os PCNs do Ensino Médio, faz parte do rol de habilidades e competências a serem desenvolvidas nesse segmento da educação básica:
“Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão.”
O professor contribui especialmente para o desenvolvimento desse conjunto de ações quando propõe:
Como prova ofi cial de salto no atletismo, o salto em altura, ao longo dos anos, desenvolveu técnicas e estilos que contribuíram significativamente para a superação de marcas antes inpensáveis para o ser humano. Darido e Souza Jr. (2007), indicam que a técnica do salto em altura divide-se nas seguintes fases:
É na fase escolar que jovens vivenciam um conjunto signifi cativo de mudanças, principalmente na questão corporal, em que as influências culturais e sociais em relação à padronização do corpo produzem prejuízos na formação desses jovens. Nesse aspecto, a educação física pode tanto aprofundar tais crises quanto pode auxiliar em sua superação. Nesse sentido, Chaves (in Pereira e Souza, 2011) analisa a importância da educação física como promotora da superação a partir de ações como:
Ao apresentar algumas situações de ensino com vistas à transformação didático-pedagógica do esporte, Kunz (2001) define certas estratégias didáticas do professor e sugere os seguintes exemplos de aulas, relativos ao ensino do salto e da corrida veloz coletiva, respectivamente:
1- Somar os saltos de uma equipe para viabilizar a quebra do recorde mundial do salto em distância.
2- Desenvolver o revezamento de corrida de resistência.
Tais exemplos referem-se à estratégia de “transcendência de limites”:
A história da defesa do princípio do ensino público e gratuito no Brasil envolveu vários defensores da Escola Nova. Entre esses diferentes defensores destacam-se os seguintes:
Segundo Vera Candau, quando pensamos a docência, sua formação continuada e sua prática no cotidiano, não podemos deixar de considerar que temos de estar conscientes da necessidade de articular dialeticamente as diferentes dimensões da profi ssão docente. Em conformidade com a autora podemos afirmar que constituem dimensões da profi ssão docente:
Em termos de políticas públicas de educação no Brasil, nas décadas de 1960 e 1970 o escolanovismo cede ao tecnicismo na orientação oficial. No que concerne à prática do professor nesse período, é correto afirmar que os professores, em geral, apresentaram o seguinte procedimento:
Uma das questões formativas fundamentais da vida humana, incorporadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, é a orientação sexual. Segundo os PCNs, as questões relativas à orientação sexual devem constituir:
Um recipiente fechado, adiabático e termicamente indilatável, contém 6,0.1023 moléculas de um gás ideal sob 1,00 atm a 27 o C. Por um defeito na válvula de segurança, uma parte do gás escapa do recipiente. Sanado o defeito e cessado o vazamento, quando se restabelece o equilíbrio termodinâmico, o gás restante no recipiente está sob 0,63 atm a -3 o C. O número de moléculas do gás que escapou durante o vazamento foi:
Uma pequena esfera de aço de 0,50 kg é lançada obliquamente de uma plataforma horizontal com uma velocidade
de módulo igual a 12 m/s e ângulo de tiro de 60º . Ao retornar ao plano horizontal de lançamento, ela se encaixa numa reentrância existente num carrinho que está em repouso sobre um piso orizontal, e a ele adere instantaneamente, como ilustra a figura abaixo.

Admita que a esfera se encaixe exatamente no centro de massa do carrinho, no mesmo nível do ponto de lançamento. Considere a massa do carrinho 3,5 kg e que são desprezíveis os atritos entre suas rodas e o piso horizontal em que está apoiado. O módulo da velocidade adquirida pelo carrinho depois que a esfera nele se encaixa é igual a: