A notação de autor de uma biografia individual, a partir da Tabela Cutter-Sanborn, deve representar:
Na análise de Yazbek (2009), na década de 1990, o Serviço Social é enredado por uma série de transformações societárias. Tais transformações apresentam novas manifestações da “questão social” e se expressam:
A teoria das filas é um ramo que lida com o estudo estatístico de sistemas de chegada, espera ou formação de filas. Ela é amplamente aplicada em diversas áreas. A distribuição de probabilidades do tempo decorrido entre duas chegadas consecutivas pode ser modelada por uma Exponencial, ao passo que a distribuição de probabilidades do número de chegadas por unidade de tempo pode ser modelada por uma Poisson. Se, em um estabelecimento comercial, as chegadas de clientes seguem um processo de Poisson com uma média de 10 clientes por hora, então os parâmetros das distribuições Exponencial (β) e Poisson (λ) são, respectivamente:
Em um dos capitulos do livro intitulado “A perícia antropológica em processos judiciais”, a antropóloga Maria Hilda Paraiso afirma
que, nos laudos sobre a identidade de populações
remanescentes:
“[a]s questões chave centram-se na comprovação da ‘ascendência’ indígena dos cutias remanescentes e na posse imemorial da terra, ou seja, a apresentação de provas históricas da presença continuada do grupo indígena na área que
pleiteam.”
Para o antropólogo perito, a longa permanência de um grupo em um determinado território é evidenciada por:
A respeito da administração da comunicação institucional, a autora Margarida Maria Krohling Kunsch, na obra “Relações Públicas e Modernidade. Novos paradigmas na comunicação organizacional”, ressalta que:“os profissionais de relações públicas planejam e executam a comunicação para a organização como um todo ou ajudam setores dela a se comunicarem. Eles administram o movimento de mensagens para dentro da organização quando, por exemplo,conduzem uma pesquisa sobre o conhecimento, as atitudes e os comportamentos dos públicos e, em seguida, orientam os executivos sobre como tornar as políticas e ações aceitáveis para todos os públicos. Eles podem administrar o movimento de mensagens para fora da organização ao ajudar os executivos a decidir como explicar uma política ou uma ação para um público e então escrever uma informação ou um comunicado para tanto” (KUNSCH, 1997, pg. 119).
A alternativa que indica, respectivamente, um canal de comunicação voltado para o público interno e um voltado para o público externo (onde se incluem os stakeholders) é: