Deseja-se determinar, com a utilização do teste do qui-quadrado, respectivamente ao consumo de um produto em que existem
somente as marcas X, Y e Z se há dependência da escolha da marca do produto com relação à classe do consumidor (A, B ou
C).Uma amostra aleatória de 160 consumidores, em que cada um citou sua preferência por uma e somente uma marca,
forneceu os resultados apresentados na tabela abaixo.

Verifica-se que ao nível de significância α, o valor do qui-quadrado tabelado, com o respectivo número de graus de liberdade, é
inferior ao valor do qui-quadrado observado. Então, considerando o nível de significância α,
O objetivo de um estudo é testar a hipótese de igualdade das médias de um atributo X, a um determinado nível de significância
α, correspondente a 3 grupos I, II e III, independentes, cada um contendo 15 observações obtidas aleatoriamente. Pelo
quadro de análise de variância, observou-se os seguintes resultados com relação às respectivas observações sabendo-se que o
valor da estatística F (F calculado) utilizado para a tomada de decisão é igual a 33,6.

O valor do módulo de (X − Y) é igual a
Um experimento será repetido até que um particular evento A ocorra pela segunda vez. Sabe-se que:
I.Todas as repetições do experimento são independentes.
II.A probabilidade de A ocorrer em cada repetição é igual a p.
III.A variável X que representa o número de repetições do experimento até que A ocorra pela segunda vez tem média 3.
Nessas condições, a probabilidade condicional denotada por P(X = 2|X ≤ 3) é igual a
Sobre análise multivariada, considere:
I.Na análise fatorial nenhuma variável é definida como dependente ou independente.
II.Na análise de agrupamentos deve haver bastante homogeneidade interna (dentro do agrupamento) em cada um dos
agrupamentos resultantes.
III.Na análise de correlação canônica o princípio subjacente é desenvolver uma combinação linear de cada conjunto de
variáveis dependentes e independentes para minimizar a correlação entre esses dois conjuntos.
IV.O escalamento multidimensional é uma técnica multivariada apropriada para representar n elementos em um espaço
dimensional menor que o original, levando em consideração a similaridade que os elementos têm entre si.
Está correto o que consta APENAS em
A função densidade de probabilidade da variável bidimensional contínua (X,Y) é dada por:

Onde K é a constante adequada para tornar f(x) uma função densidade de probabilidade.
Nessas condições, a esperança condicional de X, dado que Y é igual a 1/6, denotada por E (X|Y = 1/6), é igual a
Atenção: Para resolver às questões de números 58 a 60, use, dentre as informações abaixo, as que julgar apropriadas. Se Z tem distribuição normal padrão, então:
P(Z < 0,44) = 0,67; P(Z < 0,5) = 0,691; P(Z < 1) = 0,841; P(Z < 1,5) = 0,933; P(Z < 2,05) = 0,98.
Uma máquina enche pacotes de um determinado cereal com um peso que pode ser considerado como uma variável aleatória X
com média 250 g e desvio padrão de 12 g. Uma amostra aleatória, com reposição, de n pacotes é sorteada da produção da
máquina. Seja
a média amostral dessa amostra. O valor de n para que
não difira da sua média por mais do que 4,1 g, com probabilidade de 96%, é igual a
A Cia. Compra, Concerta & Revende S.A. realizou as seguintes transações durante o mês de abril de 2014: I.Aquisição, à vista, de máquinas para serem revendidas. II.Aquisição, à vista, de máquinas para serem utilizadas na prestação de serviços. III.Aquisição, à vista, do direito de usar determinada marca por 5 anos. IV.Aquisição e pagamento de um seguro contra incêndio com vigência de 12 meses. A Cia. Compra, Concerta & Revende S.A. reconheceu as transações I, II, III e IV, respectivamente, como ativo
Ruy Sábio, secretário de governo de determinado estado brasileiro, alugou um prédio de cinco andares, para instalação do gabinete do governador, pelo prazo de 36 meses, no valor mensal de R$ 5.000,00, iniciando-se em 01/07/2013. Sob o aspecto orçamentário, nos termos da Lei Federal no 4.320/1964, a classificação da despesa orçamentária e o valor empenhado para o exercício de 2013, são, respectivamente:
A imagem a seguir refere–se a um movimento da década de
1980 que contou com grande participação popular em várias
cidades do Brasil.

Assinale a alternativa que indica corretamente o objetivo
deste movimento.
Atualmente, seguindo uma tendência mundial, o Brasil vem passando por um processo de desconcentração industrial. Uma das características desse processo é
O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao
silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em
comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um
entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por
manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo
de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.
Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma
distorção da comunicação em razão da qual as significações se
perdem e são substituídas por uma informação parasita que
provoca desagrado ou aborrecimento.
O sentimento do barulho surge quando as sonoridades
do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem
como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.
Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a
interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se
encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por
outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,
o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo
que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como
indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os
barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como
incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre
os outros.
O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o
nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou
de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico
caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do
barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para
controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela
cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades
acrescentam novas fontes sonoras com os televisores
ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos
cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso
afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a
palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que
enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma
mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se
ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita
ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente
tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse
persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou
encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço
próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os
encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência
sonora assim forjada em torno da pessoa.
Nossas cidades são particularmente vulneráveis às
agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes
distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em
abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,
abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A
modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do
espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos
olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve
para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se
beneficiar de um uso mais rentável.
(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho
de 2013, com adaptações)
Considerando-se o teor do texto, é correto concluir:
O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao
silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em
comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um
entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por
manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo
de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.
Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma
distorção da comunicação em razão da qual as significações se
perdem e são substituídas por uma informação parasita que
provoca desagrado ou aborrecimento.
O sentimento do barulho surge quando as sonoridades
do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem
como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.
Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a
interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se
encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por
outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,
o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo
que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como
indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os
barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como
incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre
os outros.
O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o
nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou
de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico
caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do
barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para
controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela
cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades
acrescentam novas fontes sonoras com os televisores
ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos
cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso
afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a
palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que
enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma
mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se
ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita
ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente
tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse
persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou
encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço
próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os
encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência
sonora assim forjada em torno da pessoa.
Nossas cidades são particularmente vulneráveis às
agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes
distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em
abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,
abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A
modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do
espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos
olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve
para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se
beneficiar de um uso mais rentável.
(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho
de 2013, com adaptações)
Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu,
uma distorção da comunicação em razão da qual as
significações se perdem... (1° parágrafo)
A expressão que substitui corretamente o segmento grifado,
sem alteração do sentido original, deverá ser:
Considere a afirmação: Nem todas as exigências foram
cumpridas ou o processo segue adiante.Do ponto de vista lógico, uma afirmação equivalente à
acima é:
São poderes ou órgãos que existem, obrigatoriamente, na
União, nos Estados e em todos os Municípios:
Em uma cerimônia, na qual uma autoridade governamental comparece para inauguração de obras de infraestrutura vinculadas ao sistema de transporte metroviário, o dispositivo de formação de escolta a pé adotado pelos agentes de segurança que melhor favorece a imagem da autoridade é a formação em