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Com o passar do tempo e com as novas exigências do mercado de trabalho, o profissional de Secretariado Executivo passou a desempenhar novas tarefas, aumentando suas responsabilidades e sendo capaz de pensar e agir estrategicamente dentro das organizações. De acordo com tal afirmação e, ainda, considerando os profissionais Secretário Executivo e Técnico em Secretariado, são apontadas somente como atribuições do Técnico em Secretariado:

As pessoas devem ser vistas como parceiras das organizações. Como tais, elas são fornecedoras de conhecimentos, habilidades, competências e, sobretudo, do mais importante aporte para as organizações: a inteligência que proporciona decisões racionais e imprime significado aos objetivos organizacionais. Quanto aos aspectos fundamentais da moderna gestão de pessoas, assinale a afirmativa INCORRETA.

“Controles realizados para avaliar a presença de contaminação em partes específicas dos procedimentos de coleta. Normalmente é utilizada a água deionizada, com comprovada isenção dos compostos que serão avaliados no estudo. A presença de resultados positivos para um analito específico pode indicar que ocorreu contaminação similar nas demais amostras.” As informações se referem ao seguinte tipo de controle

Todo gênero apresenta elementos constitutivos que condicionam seu uso em sociedade. O texto A mulher ramada se identifica com o gênero conto, fundamentalmente, pela utilização da sequência textual

“E via carruagens chegando, silhuetas de damas arrastando os mantos nas aleias, cavaleiros partindo para a caça.” (2º§). O excerto anterior revela um recurso que a escritora empregou para construir um discurso típico dos contos de fadas, utilizando-se de arcaísmos literários, ou seja, de palavras antigas que praticamente já caíram em desuso, como “aleias”, por exemplo. Essa recriação de uma realidade discursiva revela uma variação linguística

O ofício em questão tem como objetivo

Os primos Ademar, Bernardo e Cláudio estudam na mesma universidade e fazem os cursos de Psicologia, Letras e Matemática, mas não necessariamente nessa ordem. Considerando o número de reprovações em seus percursos acadêmicos, até então, os três primos tiveram, de forma distinta, uma das seguintes situações: zero, uma e duas reprovações. Sabe-se que o estudante de Matemática teve zero reprovações, Cláudio teve duas reprovações e Ademar é estudante de Letras. Com base nessas informações, é correto afirmar que:

A prefeitura de determinada cidade organizou uma viagem com 104 crianças de uma escola para visitarem o parque natural da região. Dentre essas crianças, 56 são do 5º ano e 48 são do 4º ano e todas elas devem ser divididas em grupos para que participem de uma dinâmica. Os grupos serão construídos atendendo os seguintes critérios:

Critério 1: cada grupo formado deve possuir somente alunos do mesmo ano escolar;
Critério 2: todos os grupos devem ter o mesmo número de alunos;
Critério 3: todos os grupos devem ter o maior número possível de alunos.

Satisfazendo simultaneamente os critérios citados, quantos grupos serão formados no total?

O protocolo TCP é um protocolo orientado à conexão que faz o controle entre a origem e o destino, garantindo a entrega dos dados ao destino da mesma forma que foram transmitidos pelo receptor. Em relação às características do protocolo TCP, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(    ) O número de sequência é utilizado para controle de fluxo. 
(    ) O número de sequência é gerado pela soma dos bytes transmitidos. 
(    ) O número de confirmação é obtido somando o número de sequência com o número de bytes. O resultado dessa operação equivale ao próximo número de sequência.
(    ) Checksum é o resultado do algoritmo que verifica erros na transmissão para garantir que o pacote TCP foi entregue sem erros.

A sequência está correta em

De acordo com o Decreto Estadual 51.761/14 – Estatuto da Fundação Estadual de Proteção Ambiental – Henrique Luiz Roessler – FEPAM, compete ao seu Conselho Curador:

De acordo com o Decreto Estadual nº 51.761/14 – Estatuto da Fundação Estadual de Proteção Ambiental –Henrique Luiz Roessler – FEPAM, constituem receitas da FEPAM, EXCETO:

Medo da eternidade

1. Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: 
– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 
– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. 
5. – Não acaba nunca, e pronto. 
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. 
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. 
– E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. 
– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. 
10. Perder a eternidade? Nunca. 
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. 
– Acabou-se o docinho. E agora? 
– Agora mastigue para sempre. 
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. 
15. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. 
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. 
– Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 
– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. 
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. 
20. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim. 

                                                                                                                           (LISPECTOR, Clarice. Jornal do Brasil, 06 de jun. de 1970)

Depreende-se do texto que a narradora

Provas: FCC - 2023 - CBM-BA
Disciplina:

Língua Portuguesa

- Assuntos: Gêneros textuais

Medo da eternidade

1. Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: 
– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 
– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. 
5. – Não acaba nunca, e pronto. 
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. 
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. 
– E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. 
– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. 
10. Perder a eternidade? Nunca. 
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. 
– Acabou-se o docinho. E agora? 
– Agora mastigue para sempre. 
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. 
15. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. 
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. 
– Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 
– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. 
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. 
20. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim. 

                                                                                                                           (LISPECTOR, Clarice. Jornal do Brasil, 06 de jun. de 1970)

Quanto ao gênero, o texto de Clarice Lispector é 

Provas: FCC - 2023 - CBM-BA
Disciplina:

Matemática

- Assuntos: Geometria espacial

O comprimento da aresta de um cubo é igual ao comprimento do lado do quadrado que é base de uma pirâmide quadrangular. A medida da altura da pirâmide é o dobro do comprimento do lado de sua base. A razão entre o volume do cubo e o volume da pirâmide é:

Provas: FCC - 2023 - CBM-BA
Disciplina:

Matemática

- Assuntos: Geometria Plana

Considere que vamos escrever os números de acordo com a organização mostrada na figura.

Se chamarmos de retângulos vizinhos os retângulos que têm um lado em comum, a soma dos números que ficam nos retângulos vizinhos ao retângulo em que está o número 97 é: 

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