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Assinale a alternativa que contém uma afirmação verdadeira sobre o texto.

O desenvolvimento do tema da narrativa é atravessado pela experiência tanto coletiva quanto particular do autor. Essa característica, no texto de João do Rio, é irrefutável em:

Sobre a oração destacada em "Seu rosto era jovem, tão jovem QUE ME COMOVI.", é correto afirmar que:

Atenção: Para responder às questões de números 5 a 10, considere o texto abaixo.

Quando se olha para o que aconteceu no cenário cultural brasileiro durante a última década e meia, não há como escapar do impacto da tecnologia. Ela possibilitou a reorganização dos universos da música, dos filmes e dos livros. Motivou igualmente o surgimento das mídias sociais e das megaempresas que as gerenciam, além de democratizar e ampliar a produção em todas as áreas. Nunca se produziu tanto como agora. As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos "cultura" fiquem permanentemente sujeitos a contínuas "invasões bárbaras", vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada. O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada "nova estética", como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o "real" mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito. A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que "terceirizamos" nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a "velha" rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.

(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)

Afirma-se corretamente, de acordo com o texto:

Atenção: Para responder às questões de números 5 a 10, considere o texto abaixo.

Quando se olha para o que aconteceu no cenário cultural brasileiro durante a última década e meia, não há como escapar do impacto da tecnologia. Ela possibilitou a reorganização dos universos da música, dos filmes e dos livros. Motivou igualmente o surgimento das mídias sociais e das megaempresas que as gerenciam, além de democratizar e ampliar a produção em todas as áreas. Nunca se produziu tanto como agora. As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos "cultura" fiquem permanentemente sujeitos a contínuas "invasões bárbaras", vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada. O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada "nova estética", como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o "real" mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito. A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que "terceirizamos" nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a "velha" rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.

(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)

No contexto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.

A função sintática do termo sublinhado acima é igual à do

que se encontra, também sublinhado, em:

O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao

silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em

comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um

entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por

manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo

de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.

Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma

distorção da comunicação em razão da qual as significações se

perdem e são substituídas por uma informação parasita que

provoca desagrado ou aborrecimento.

O sentimento do barulho surge quando as sonoridades

do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem

como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a

interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se

encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por

outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,

o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo

que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como

indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os

barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como

incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre

os outros.

O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o

nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou

de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico

caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do

barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para

controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela

cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades

acrescentam novas fontes sonoras com os televisores

ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos

cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso

afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a

palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que

enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma

mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se

ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita

ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente

tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse

persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou

encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço

próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os

encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência

sonora assim forjada em torno da pessoa.

Nossas cidades são particularmente vulneráveis às

agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes

distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em

abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,

abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A

modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do

espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos

olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve

para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se

beneficiar de um uso mais rentável.

(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho

de 2013, com adaptações)

Pois, aos olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se beneficiar de um uso mais rentável. ( 4° parágrafo) A afirmativa acima

O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao

silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em

comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um

entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por

manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo

de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.

Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma

distorção da comunicação em razão da qual as significações se

perdem e são substituídas por uma informação parasita que

provoca desagrado ou aborrecimento.

O sentimento do barulho surge quando as sonoridades

do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem

como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a

interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se

encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por

outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,

o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo

que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como

indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os

barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como

incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre

os outros.

O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o

nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou

de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico

caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do

barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para

controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela

cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades

acrescentam novas fontes sonoras com os televisores

ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos

cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso

afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a

palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que

enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma

mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se

ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita

ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente

tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse

persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou

encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço

próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os

encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência

sonora assim forjada em torno da pessoa.

Nossas cidades são particularmente vulneráveis às

agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes

distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em

abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,

abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A

modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do

espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos

olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve

para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se

beneficiar de um uso mais rentável.

(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho

de 2013, com adaptações)

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social... (2° parágrafo)
O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está em:

Sobre pontuação, assinale a única alternativa INCORRETA de acordo

com a norma padrão:



Com base nas informações veiculadas no texto acima, em sua estrutura e em seus aspectos gramaticais, julgue os próximos itens.

Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a forma verbal "haver" (l.10) poderia ser substituída por existir.

Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre a organização argumentativa do texto:
( ) A tese do autor está expressa na última frase do primeiro parágrafo e corresponde a duas afirmativas interligadas pelo conector “portanto”. ( ) O experimento relatado no segundo parágrafo tem a função de validar a segunda parte da tese. ( ) O experimento relatado no terceiro parágrafo tem a função de validar a primeira parte da tese. ( ) Na conclusão, o autor adota um ponto de vista sobre o uso dos medicamentos para reduzir o sofrimento associado às perdas afetivas que apresenta diferenças em relação à perspectiva apresentada nos parágrafos anteriores. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Com base no texto, é correto afirmar:

Identifique se os seguintes trechos do texto são apresentados pelo autor como fatos (F) ou opiniões (O):
( ) “ Os celulares tornaram-se parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos” . (linhas 6-7)
( ) “ (...) como verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy (...)“ . (linhas 7-8)
( ) “ Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido” . (linha 15)
( ) “ O ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (...)“ . (linhas 18-19)
( ) “ O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele” . (linha 18)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Tendo como ponto de partida a caracterização feita por Clay Shirky para os períodos da revolução nos meios de comunicação social, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Comunicação unilateral, de um para muitos.
2. Comunicação bilateral, de um para um.
3. Comunicação bilateral, de muitos para muitos.
( ) Primeiro período.
( ) Segundo período.
( ) Terceiro período.
( ) Quarto período.
( ) Quinto período.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Levando em consideração as normas constantes do Manual de Redação da Presidência da República, julgue os seguintes itens.

Em “Vossa Excelência deve estar satisfeita com os resultados das negociações”, o adjetivo estará corretamente empregado se dirigido a ministro de Estado do sexo masculino, pois o termo “satisfeita” deve concordar com a locução pronominal de tratamento “Vossa Excelência”.



Em 2013, a ANATEL divulgou resultados comparativos de pesquisas de satisfação realizadas em 2002 e em 2012 e cujo objetivo era avaliar o índice de satisfação do consumidor brasileiro em relação aos serviços de telefonia, de Internet e de TV por assinatura. No gráfico acima, são apresentados os índices de satisfação do consumidor brasileiro em relação à TV por assinatura. Esses índices, em porcentagem, variam de 0 (consumidor insatisfeito com o serviço) a 100 (consumidor muito satisfeito com o serviço).
Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue os itens subsecutivos.

Os resultados comparativos entre os anos de 2002 e 2012 demonstram que o índice de satisfação do consumidor brasileiro em relação à TV por assinatura via satélite (DTH) registrou aumento.

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