Leia o texto abaixo e responda à questão.

Quanto ao modo de organização, pode-se afirmar que o texto apresenta predominantemente características discursivas próprias de uma:
Leia o texto abaixo e responda à questão.

“escrever SOBRE as mulheres executivas que caminham de salto alto SOBRE as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. (§ 3) As preposições em destaque no trecho acima exprimem, respectivamente, os sentidos de:
Leia o texto abaixo e responda à questão.

“Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.” (§ 2) Das alterações feitas na oração subordinada adjetiva do período acima, está em DESACORDO com as normas de regência a seguinte:
Leia o texto abaixo e responda à questão.

Se forem comparados os termos em destaque nas expressões “o TRÁFEGO de pedestres" (§ 2) e “o TRÁFICO de pessoas", pode-se concluir que se trata de um par de vocábulos parônimos, corretamente empregados.
Dos pares de parônimos usados nas frases abaixo, houve inversão de sentido em:
No que se refere às estruturas linguísticas e às informações do texto,
julgue os próximos itens.
A expressão “ativos ambientais” (l.6) designa os animais da natureza que podem estar em processo de extinção.
Atenção: Nesta prova, considera–se uso correto da Língua Portuguesa o
que está de acordo com a norma padrão escrita.
Leia o texto a seguir para responder as questões de 1 a 4.
CENSO DOS MAGISTRADOS
Um terço das juízas diz ter mais dificuldades que homens na função
Adaptado de em: http://www.conjur.com.br/2014–jun–27/terco–juizasdificuldades–homens–funcao
27 de junho de 2014, 12:11h. Acesso em 25 jul. 2014.
Aproximadamente um terço das juízas (29%) afirma enfrentar
mais dificuldades no exercício da magistratura do que seus colegas
homens. Os dados fazem parte do Censo dos Magistrados, feito pelo
Conselho Nacional de Justiça – CNJ no fim de 2013. Dos cerca de 10,8 mil
julgadores que participaram do levantamento, 36% são mulheres.
A maioria das entrevistadas (87%) considera os concursos para
a magistratura imparciais. Passada a fase de ingresso, 14% delas
relataram ter mais problemas nos processos de remoção e promoção do
que os juízes. Na Justiça Federal, esse índice dobra (28%).
No exercício da função, parte das juízas afirmou que o fato de
serem do sexo feminino causou reações negativas de jurisdicionados
(25%) e de outros profissionais do sistema de Justiça (30%). De acordo
com duas em cada três julgadoras entrevistadas, suas vidas pessoais são
mais afetadas pela carreira que as dos colegas homens.
O objetivo do estudo foi identificar o perfil da magistratura
brasileira. Dos 16.812 magistrados em atividade no país, 10.796
responderam ao questionário eletrônico proposto pelo CNJ — um índice
de 64%. Com informações da assessoria de imprensa do CNJ.
Sobre o termo Censo, que aparece no título e no corpo do texto, e de
acordo com o sentido com que foi empregado, assinale a única
alternativa que NÃO se aplica corretamente a ele:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 4, considere o texto abaixo.
Em razão do aumento progressivo da concentração de gases do efeito estufa e de alterações no uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta. As projeções indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3o a 6o mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro das emissões desses gases. As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indí- cios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal. O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas. Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)
Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso ...
(2º parágrafo)
A expressão sublinhada acima deverá preencher corretamente
a lacuna que se encontra em:
Atenção: Para responder às questões de números 5 a 10, considere o texto abaixo.
Quando se olha para o que aconteceu no cenário cultural brasileiro durante a última década e meia, não há como escapar do impacto da tecnologia. Ela possibilitou a reorganização dos universos da música, dos filmes e dos livros. Motivou igualmente o surgimento das mídias sociais e das megaempresas que as gerenciam, além de democratizar e ampliar a produção em todas as áreas. Nunca se produziu tanto como agora. As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos "cultura" fiquem permanentemente sujeitos a contínuas "invasões bárbaras", vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada. O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada "nova estética", como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o "real" mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito. A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que "terceirizamos" nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a "velha" rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.
(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)
... que as gerenciam ... (1º parágrafo) ... e as colocam num contexto jurídico ... (2º parágrafo) Os pronomes grifados acima referem-se, respectivamente, aos termos do texto transcritos em:
O vocábulo “mas” (L13) é um elemento coesivo que introduz relação de conclusão entre a informação expressa no período de que faz parte e a informação expressa no período que o antecede.

Julgue os próximos itens, relativos às ideias expressas no texto ao lado e a aspectos linguísticos desse texto.
Infere-se do texto que, até que se começasse a empregar ligas metálicas na cunhagem de moedas, seu valor estava associado ao valor econômico do próprio metal com que elas eram fabricadas.

Com base nas informações veiculadas no texto acima, em sua estrutura e em seus aspectos gramaticais, julgue os próximos itens.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse empregado o sinal indicativo de crase no "a" em "ligados a computação, informática, TI e análise de sistemas" (l.30-31).

Julgue os itens a seguir, relativos à interpretação desse texto.
Nesse conto, de enredo aparentemente simples e banal, é apresentada a narrativa do rito de passagem da protagonista: o encontro da menina ruiva com a alteridade.

Em relação ao texto acima, julgue os itens de 131 a 137.
O primeiro parágrafo enuncia o declarado entusiasmo do orador pela política e a crença de que uma nova ordem mundial está para ser construída em bases mais participativas, ideias que se congraçam com a defesa do fortalecimento do papel do Parlamento no âmbito doméstico e internacional, apresentada nos parágrafos subsequentes.
O gráfico acima mostra os resultados do esforço nacional para o
cumprimento da meta 2 do Grupo de Persecução Penal, da
Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública. O objetivo
dessa meta era o de concluir os inquéritos policiais relativos a
homicídios dolosos instaurados até 31 de dezembro de 2007. Para
avaliar o cumprimento da meta 2, o Grupo de Persecução Penal
adotou um critério percentual, segundo o qual era considerada
cumprida a meta, caso o estado tivesse concluído 90% do seu
estoque inicial de inquéritos. Com base nessas informações e nos
dados do gráfico, julgue os itens que seguem.
O gráfico evidencia que mais de 50% dos estados brasileiros conseguiram concluir pelo menos metade de seus inquéritos policiais, resultado mais positivo que o apresentado pelo Brasil como um todo.