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A palavra “deslizando” (l. 10), significando “deslocar(-se) em movimento contínuo (sobre ou ao longo de)” (HOUAISS, 2009), tem de ser grafada com Z. Assinale o período em que se observa um erro ortográfico relativo à alternância das consoantes S e Z entre vogais.

Levando-se em conta as regras de pontuação, examine a seguinte oração: ”Mas as mais belas histórias ali dentro, estavam intactas” (l. 07). Com base nessas regras, aponte a asserção verdadeira.

Leia o texto.

O GRITO

Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra.

Ela sabe.

Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para outro.

Ele sabe.

Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.

Sabemos, sim.

Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar este grito com conversas tolas,

elucubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para

procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está dentro, a verdade se

impõe, fala mais alto que nós, ela grita.

Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita,

um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil,

sereno. Podemos dar todas as provas ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas

sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de

dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair,

outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional.

Podemos conviver com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas escolhas por

serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas

vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a

felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual

todinho, faz tudo como o esperado, e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz,

queria viver!

Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.

Sabe.

Eu não sei por que sou assim.

Sabe.

MEDEIROS, M. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003

No texto a autora chega a uma conclusão a respeito das “verdades” que as pessoas têm dentro de si. “Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.”. Como se estrutura, do ponto de vista sintático, esse período conclusivo?

A respeito da interpretação do sentido do texto, é correto afirmar que:

A respeito da construção “artigo indefinido” na frase: “Acharam um artigo indefinido em sua bagagem”, assinale a alternativa correta:

Na frase “Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial”, o autor faz referência à oração subordinada. Assinale a alternativa que NÃO corresponde corretamente à compreensão da relação entre orações:

No trecho: “todo indivíduo tem direito à vida”, pode-se afirmar que as palavras TODO e INDIVÍDUO estão no gênero masculino. Assinale a alternativa que interpreta corretamente esse fato:

A respeito da estrutura e interpretação do texto, é possível afirmar que é:

Na frase “matei-o com um objeto direto na cabeça”, a respeito do emprego da palavra “direto”, é possível afirmar que:

Leia o texto e responda às questões de 01 a 08, a seguir:

O assassino era o escriba

Paulo Leminsky

Meu professor de análise sintática era o tipo do

sujeito inexistente.

Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

regular como um paradigma da 1ª conjugação.

Entre uma oração subordinada e um adjunto

adverbial,

ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

assindético de nos torturar com um aposto.

Casou com uma regência.

Foi infeliz.

Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva.

Tentou ir para os EUA.

Não deu.

Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

A interjeição do bigode declinava partículas

expletivas,

conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

A respeito da identificação do sujeito do texto com um “pleonasmo”, podemos afirmar que se trata de uma figura de linguagem cujas características apontam para:

Leia o texto e responda às questões de 01 a 08, a seguir:

O assassino era o escriba

Paulo Leminsky

Meu professor de análise sintática era o tipo do

sujeito inexistente.

Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

regular como um paradigma da 1ª conjugação.

Entre uma oração subordinada e um adjunto

adverbial,

ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

assindético de nos torturar com um aposto.

Casou com uma regência.

Foi infeliz.

Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva.

Tentou ir para os EUA.

Não deu.

Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

A interjeição do bigode declinava partículas

expletivas,

conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

A respeito da palavra “regência”, em “Casou com uma regência”, é INCORRETO afirmar que:

Leia o texto e responda às questões de 01 a 08, a seguir:

O assassino era o escriba

Paulo Leminsky

Meu professor de análise sintática era o tipo do

sujeito inexistente.

Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

regular como um paradigma da 1ª conjugação.

Entre uma oração subordinada e um adjunto

adverbial,

ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

assindético de nos torturar com um aposto.

Casou com uma regência.

Foi infeliz.

Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva.

Tentou ir para os EUA.

Não deu.

Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

A interjeição do bigode declinava partículas

expletivas,

conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça

A respeito da construção “artigo indefinido” na frase: “Acharam um artigo indefinido em sua bagagem”, assinale a alternativa correta:

Leia o texto e responda às questões de 01 a 08, a seguir:

O assassino era o escriba

Paulo Leminsky

Meu professor de análise sintática era o tipo do

sujeito inexistente.

Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida,

regular como um paradigma da 1ª conjugação.

Entre uma oração subordinada e um adjunto

adverbial,

ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito

assindético de nos torturar com um aposto.

Casou com uma regência.

Foi infeliz.

Era possessivo como um pronome.

E ela era bitransitiva.

Tentou ir para os EUA.

Não deu.

Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.

A interjeição do bigode declinava partículas

expletivas,

conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.

Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça

Na frase “Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial”, o autor faz referência à oração subordinada. Assinale a alternativa que NÃO corresponde corretamente à compreensão da relação entre orações:

O trecho acima foi extraído da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A respeito da linguagem empregada nesse texto, é correto afirmar que se trata:

Aponte a afirmativa abaixo que NÃO apresenta concordância verbal ou nominal de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.

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