TEXTO 02 (Para as questões de06a10)
Para que servem os antioxidantes?
Dizer que antioxidantes fazem bem para a saúde levanta mais perguntas do que respostas. E a
principal delas pode ser: mas por que raios temos que combater esses tais de radicais livres? Bem, a
gente explica.
Primeiro saiba que a premissa é verdadeira: os antioxidantes atuam na saúde da pele.
Portanto, seu consumo é indicado, em geral, a partir dos 25 anos. "Eles são substâncias capazes de
proteger as células de nosso organismo do estresse oxidativo causado pelo excesso de radicais livres",
justifica Nicole Perim, médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
A questão dos radicais livres
Mas vamos por partes: primeiro, os radicais livres. A especialista os classifica como moléculas
muito reativas produzidas durante as reações que normalmente ocorrem no organismo. "Eles podem
aparecer naturalmente nas células, mas também são resultado de exercício físico exaustivo, má
alimentação, álcool, cigarro, radiação solar, estresse emocional e poluição ambiental", esclarece Nicole.
Ou seja, já produzimos os radicais livres no nosso corpo, mas sua quantidade é maior de
acordo com os hábitos que escolhemos. Normalmente eles são neutralizados pelo sistema antioxidante
que já existe em nosso organismo, porém, em algumas situações, pode ocorrer um desequilíbrio entre a
produção dos radicais e esse sistema. E é isso o que leva ao estresse oxidativo."O desequilíbrio altera
os ciclos de renovação das células, podendo causar danos ao DNA, contribuindo para o envelhecimento
cutâneo e até mesmo o câncer de pele", diz Nicole. Dessa forma, os antioxidantes de alimentos e
cosméticos têm o papel de regular a quantidade de radicais livres no corpo.
(...)
(Revista Vivasaúde. Editora Escala. Edição 155. O poder dos antioxidantes, por Letícia Ronche, p. 80)
Marque a opção em cuja frase/fragmento de frase verifica-se uma estrutura com verbo na voz passiva.
Do ponto de vista gramatical, sobre o trecho: Isso porque sua afirmação está baseada em uma ciência milenar (...) que utiliza a análise da íris para visualizar traumas anterior, é correto o que se afirma em
Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre ideias e
fenômenos linguísticos constantes do texto:
I. A ideia principal do texto é a de que certos filmes,
feitos com intenção profana, terminam por
auxiliar, contraditoriamente, os ideais cristãos.
II. Em “Proponho filmes que eles já assistiram para
falar de aspectos que talvez não tenham
percebido”, a regência necessita ser alterada.
III. Outra ideia do texto é que a sociedade mudou e,
por isso, a Bíblia pode ser auxiliada por outros
recursos, a fim de evangelizar os jovens.
IV. O verbo não se encontra corretamente conjugado
na seguinte passagem: “O processo de
adaptação às novas linguagens estar sendo
lento”.
V. Outra ideia veiculada é de que não adianta proibir
as coisas; pelo contrário, é com a permissão ao
acesso a filmes profanos que vem a crença no
cristianismo.
Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa em que a pontuação,
considerando o sentido do texto, está INCORRETA,
devido à ausência ou à colocação de vírgula(s):
Leia, a seguir, o “Poema brasileiro”, de autoria de
Ferreira Gullar:
No Piauí de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
de cada 100 crianças que nascem
78 morrem antes de completar 8 anos de idade
No Piauí
de cada 100 crianças
que nascem
78 morrem
antes
de completar
8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
antes de completar 8 anos de idade
Observa-se no texto uma repetição de termos com o
objetivo de dar ênfase ao problema levantado. Assinale a
alternativa que expressa o tipo de coesão evidenciado
com esse recurso:
(d) coesão recorrencial
Assinale a alternativa em que a pontuação,
considerando o sentido do texto, está INCORRETA,
devido à ausência ou à colocação de vírgula(s ):
Sobre o texto fazem-se as seguintes afirmativas:
I. Pertence a um gênero textual que podemos
chamar de expositivo, caracterizando-se como
memória.
II. Em “Você é linda como a areia que a onda
ondeou”, observa-se um pleonasmo não vicioso,
cujo objetivo é dar ênfase à frase.
III. O autor do texto admira a beleza da mulher a
quem convida a passear na infância, mas procura
se conter quanto à admiração que sente.
IV. No trecho “Não catemos pedrinhas redondas para
atiradeira, porque é urgente subir no morro”, a
conjunção “porque” tem valor explicativo.
V. A figura de linguagem predominante é a ironia, que
perpassa todo o tempo as recordações do autor.
Assinale a alternativa correta:
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
O senhor ao meu lado, aguardando o avião, começou
a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde
seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo.
"Mas melhor mesmo será quando pudermos implantar um
chip no cérebro. Além de saber onde todos estão, eu não precisarei
mais carregar esse telefone o tempo todo. Você que é
neurocientista: não seria ótimo? Quanto tempo até podermos
implantar chips e melhorar o cérebro da gente?"
Olhei o telefone que ele manipulava – um de dois aparelhos,
com números diferentes: um pessoal, outro do trabalho,
o qual ele acabara de perder e achar. Perguntei-lhe de quanto
em quanto tempo ele trocava os aparelhos. "Todo ano", ele
disse. A tecnologia rapidamente se torna obsoleta, sobretudo
com as atualizações do sistema operacional que exigem cada
vez mais do hardware.
Pois é. Imagine investir alguns milhares de dólares para
implantar um chip em seu cérebro – um procedimento invasivo,
sempre com risco de infecção – só para descobrir, em
não mais que dois anos, que ele já está obsoleto, gerações
atrás do mais novo modelo, e que aliás nem consegue mais
receber a mais recente versão do sistema operacional? Só
aqui em casa o número de aparelhos celulares obsoletos já
está nas dezenas, esquecidos pelas gavetas.
Por outro lado, lembrei-lhe, o hardware que ele leva naturalmente
na cabeça não fica obsoleto nunca – porque é
capaz de se atualizar e se modificar conforme o uso, aprendendo
ao longo do caminho. Mesmo quando envelhece, e
não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente
customizado: é o seu hardware, personalizado a cada
instante da vida, ajustado e otimizado para aquelas funções
que de fato lhe são imprescindíveis.
Certo, o sistema operacional de alguns parece continuar
na Idade Média, querendo impor seus gostos e neuras pessoais
à vida dos outros – mas é em grande parte por uma
questão de escolha pessoal. Até esses sistemas mais renitentes
podem ser atualizados.
Infinitamente mais prático, e sensato, é continuar aproveitando
essas extensões tecnológicas do nosso hardware
como os periféricos que são, conectados ao cérebro via dedos
e sentidos. Se o periférico fica obsoleto, é trocado. Nosso
hardware mental ainda não tem competição à altura. Muito
mais proveitoso do que sonhar com o dia em que poderemos
incorporar metais inertes ao nosso cérebro é investir nele
como ele já é.
(Suzana Herculano-Houzel, Obsolescência. Folha de S.Paulo, 10.11.2015)
Assinale a alternativa que substitui o trecho destacado na passagem – ... começou a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo – de acordo com a norma-padrão de regência e emprego de palavras.
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
O senhor ao meu lado, aguardando o avião, começou
a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde
seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo.
"Mas melhor mesmo será quando pudermos implantar um
chip no cérebro. Além de saber onde todos estão, eu não precisarei
mais carregar esse telefone o tempo todo. Você que é
neurocientista: não seria ótimo? Quanto tempo até podermos
implantar chips e melhorar o cérebro da gente?"
Olhei o telefone que ele manipulava – um de dois aparelhos,
com números diferentes: um pessoal, outro do trabalho,
o qual ele acabara de perder e achar. Perguntei-lhe de quanto
em quanto tempo ele trocava os aparelhos. "Todo ano", ele
disse. A tecnologia rapidamente se torna obsoleta, sobretudo
com as atualizações do sistema operacional que exigem cada
vez mais do hardware.
Pois é. Imagine investir alguns milhares de dólares para
implantar um chip em seu cérebro – um procedimento invasivo,
sempre com risco de infecção – só para descobrir, em
não mais que dois anos, que ele já está obsoleto, gerações
atrás do mais novo modelo, e que aliás nem consegue mais
receber a mais recente versão do sistema operacional? Só
aqui em casa o número de aparelhos celulares obsoletos já
está nas dezenas, esquecidos pelas gavetas.
Por outro lado, lembrei-lhe, o hardware que ele leva naturalmente
na cabeça não fica obsoleto nunca – porque é
capaz de se atualizar e se modificar conforme o uso, aprendendo
ao longo do caminho. Mesmo quando envelhece, e
não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente
customizado: é o seu hardware, personalizado a cada
instante da vida, ajustado e otimizado para aquelas funções
que de fato lhe são imprescindíveis.
Certo, o sistema operacional de alguns parece continuar
na Idade Média, querendo impor seus gostos e neuras pessoais
à vida dos outros – mas é em grande parte por uma
questão de escolha pessoal. Até esses sistemas mais renitentes
podem ser atualizados.
Infinitamente mais prático, e sensato, é continuar aproveitando
essas extensões tecnológicas do nosso hardware
como os periféricos que são, conectados ao cérebro via dedos
e sentidos. Se o periférico fica obsoleto, é trocado. Nosso
hardware mental ainda não tem competição à altura. Muito
mais proveitoso do que sonhar com o dia em que poderemos
incorporar metais inertes ao nosso cérebro é investir nele
como ele já é.
(Suzana Herculano-Houzel, Obsolescência. Folha de S.Paulo, 10.11.2015)
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Para responder às questões de números 07 e 08, considere a seguinte passagem: Mesmo quando envelhece, e não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente customizado.
Assinale a alternativa em que o verbo está corretamente conjugado, seguindo o padrão de conjugação de “manter”.
Analisando-se o sentido que a expressão “jogaram a toalha” confere ao texto, conclui-se que ela está construída em sentido
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas nas falas das personagens devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Os advérbios “bem" (1° quadrinho) e “Talvez" (2° quadrinho)
expressam, respectivamente, circunstância de
Observe as passagens do 3° parágrafo do texto:
– ... não sendo formosa que o inquietasse, nem feia que
lhe repugnasse...;
– ... era mais inteligente e instruída que ele.
O par de adjetivos em destaque, na primeira passagem,
e a conjunção em destaque, na segunda, estabelecem
entre as informações do texto, respectivamente, as
seguintes relações de sentido:
Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão e
aos sentidos do texto.