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'Plano contra crise hídrica é como seguro: para não usar', diz secretário

Documento prevê a implantação de rodízio em

situações de emergência.

Governo de SP apresentou plano nesta quinta-feira,

com 5 meses de atraso.

O secretário estadual de Recursos Hídricos,

Benedito Braga, comparou o plano de contingência

contra a crise hídrica em São Paulo com um

seguro: "estamos fazendo para não usar", afrmou.

O documento, obtido com exclusividade pelo G1

na semana passada, foi apresentado ofcialmente,

com cinco meses de atraso, nesta quinta-feira (19).

Na reunião estavam presentes representantes de

prefeituras da região metropolitana e entidades.

Braga afrmou que o plano demorou para ser

apresentado porque foi um trabalho integrado

entre o estado paulista, municípios, sociedade civil

e universidades. "Obviamente em uma região tão

complexa como a região metropolitana de São Paulo,

o levantamento de dados é muito demorado, não é

muito simples", disse o secretário.

O plano de contingência vai orientar como o poder

público, companhias e sociedade civil devem agir no

caso de seca ou de desabastecimento de água para a

população. O documento também prevê a implantação

de rodízio – cortes sistemáticos na distribuição – em

situações de emergência. De acordo com o secretário

de Recursos Hídricos, a Grande São Paulo está,

atualmente, em estado de atenção.

Três níveis de ações

O plano de contingência, divulgado com

exclusividade pelo G1 na semana passada, considera

ações em três níveis (veja abaixo).

Atualmente, segundo o governo estadual, a

Grande São Paulo está no nível 2 - Alerta porque

os reservatórios ainda estão com níveis baixos. O

secretário de Recursos Hídricos garante, no entanto,

que todas as medidas necessárias para essa situação

já foram tomadas.

"O Cantareira ainda está no volume morto. O Alto

Tietê está com 15% da capacidade. Entretanto, nós

estamos no processo de redução de pressão a noite,

e assim por diante. Essa é uma característica de

redução na demanda quando a perspectiva de oferta

ainda é baixa. Porém não está ainda em uma situação

tão complicada que você não consiga o nível dos

reservatórios estáveis", completou.

Níveis e ações

NÍVEL 1 - ATENÇÃO: deverá ser adotado quando

houver sinais de estiagem prolongada, quando então

passa a existir uma situação de risco elevado de não

ser atendida a demanda de água.

NÍVEL 2 - ALERTA: será adotado quando a

situação dos sistemas de abastecimento chegar a

níveis críticos, podendo comprometer a curto prazo o

atendimento à demanda de abastecimento de água. O

risco de não atendimento é elevado.

"Isso quer dizer que, mesmo se você estiver

fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios

continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível

de emergência. Porque seria necessário não só

reduzir a pressão mas cortar água mesmo, para que

a gente não fcasse dependendo só da água do rio",

explicou o secretário de Recursos Hídricos, Benedito

Braga.

NÍVEL 3 - EMERGÊNCIA: será adotado quando

for eminente o não atendimento da demanda, uma

vez que um ou mais sistemas de abastecimento

estejam sob elevado risco de esvaziamento crítico,

comprometendo o abastecimento de parte da

população com grau de severidade signifcativo.

Neste nível (emergência) serão feitos cortes

sistemáticos no abastecimento de água de modo

a evitar o colapso total de um ou mais sistemas

produtores de água potável. Em caso de emergência,

quando a possibilidade do rodízio existe, o plano

prevê ações como a restrição de água potável para

atividades industriais de grande impacto e atividades

de irrigação.

Caberá à Sabesp, à Secretaria de Recursos

Hídricos e às prefeituras a operação de abastecimento

em pontos prioritários e a requisição, se necessário,

de poços outorgados para a distribuição de água à

população em pontos de apoio.

[...].

Retirado e adaptado de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/11/

governo-de-sp-apresenta-plano-contra-crise-hidrica-com-5-meses-de

-atraso.html. Acesso em: 09 dez. 2015.

Em “[...] O documento também prevê a implantação de rodízio – cortes sistemáticos na distribuição – em situações de emergência [...]", é correto afrmar que a expressão em destaque

'Plano contra crise hídrica é como seguro: para não usar', diz secretário

Documento prevê a implantação de rodízio em

situações de emergência.

Governo de SP apresentou plano nesta quinta-feira,

com 5 meses de atraso.

O secretário estadual de Recursos Hídricos,

Benedito Braga, comparou o plano de contingência

contra a crise hídrica em São Paulo com um

seguro: "estamos fazendo para não usar", afrmou.

O documento, obtido com exclusividade pelo G1

na semana passada, foi apresentado ofcialmente,

com cinco meses de atraso, nesta quinta-feira (19).

Na reunião estavam presentes representantes de

prefeituras da região metropolitana e entidades.

Braga afrmou que o plano demorou para ser

apresentado porque foi um trabalho integrado

entre o estado paulista, municípios, sociedade civil

e universidades. "Obviamente em uma região tão

complexa como a região metropolitana de São Paulo,

o levantamento de dados é muito demorado, não é

muito simples", disse o secretário.

O plano de contingência vai orientar como o poder

público, companhias e sociedade civil devem agir no

caso de seca ou de desabastecimento de água para a

população. O documento também prevê a implantação

de rodízio – cortes sistemáticos na distribuição – em

situações de emergência. De acordo com o secretário

de Recursos Hídricos, a Grande São Paulo está,

atualmente, em estado de atenção.

Três níveis de ações

O plano de contingência, divulgado com

exclusividade pelo G1 na semana passada, considera

ações em três níveis (veja abaixo).

Atualmente, segundo o governo estadual, a

Grande São Paulo está no nível 2 - Alerta porque

os reservatórios ainda estão com níveis baixos. O

secretário de Recursos Hídricos garante, no entanto,

que todas as medidas necessárias para essa situação

já foram tomadas.

"O Cantareira ainda está no volume morto. O Alto

Tietê está com 15% da capacidade. Entretanto, nós

estamos no processo de redução de pressão a noite,

e assim por diante. Essa é uma característica de

redução na demanda quando a perspectiva de oferta

ainda é baixa. Porém não está ainda em uma situação

tão complicada que você não consiga o nível dos

reservatórios estáveis", completou.

Níveis e ações

NÍVEL 1 - ATENÇÃO: deverá ser adotado quando

houver sinais de estiagem prolongada, quando então

passa a existir uma situação de risco elevado de não

ser atendida a demanda de água.

NÍVEL 2 - ALERTA: será adotado quando a

situação dos sistemas de abastecimento chegar a

níveis críticos, podendo comprometer a curto prazo o

atendimento à demanda de abastecimento de água. O

risco de não atendimento é elevado.

"Isso quer dizer que, mesmo se você estiver

fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios

continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível

de emergência. Porque seria necessário não só

reduzir a pressão mas cortar água mesmo, para que

a gente não fcasse dependendo só da água do rio",

explicou o secretário de Recursos Hídricos, Benedito

Braga.

NÍVEL 3 - EMERGÊNCIA: será adotado quando

for eminente o não atendimento da demanda, uma

vez que um ou mais sistemas de abastecimento

estejam sob elevado risco de esvaziamento crítico,

comprometendo o abastecimento de parte da

população com grau de severidade signifcativo.

Neste nível (emergência) serão feitos cortes

sistemáticos no abastecimento de água de modo

a evitar o colapso total de um ou mais sistemas

produtores de água potável. Em caso de emergência,

quando a possibilidade do rodízio existe, o plano

prevê ações como a restrição de água potável para

atividades industriais de grande impacto e atividades

de irrigação.

Caberá à Sabesp, à Secretaria de Recursos

Hídricos e às prefeituras a operação de abastecimento

em pontos prioritários e a requisição, se necessário,

de poços outorgados para a distribuição de água à

população em pontos de apoio.

[...].

Retirado e adaptado de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/11/

governo-de-sp-apresenta-plano-contra-crise-hidrica-com-5-meses-de

-atraso.html. Acesso em: 09 dez. 2015.

Em “[...] O secretário de Recursos Hídricos garante, no entanto, que todas as medidas necessárias para essa situação já foram tomadas [...]”, a expressão em destaque pode ser substituída, permanecendo no mesmo lugar, sem alteração de sentido, por

Campinas tem alerta após 10 casos de microcefalia

Por Inaê Miranda – publicado em 05/12/2015

O número de casos de microcefalia registrados

em Campinas chegou a dez, segundo informou na

última sexta-feira (4) a diretora do Departamento de

Vigilância em Saúde (Devisa), Brigina Kemp. Todos

os bebês nasceram em Campinas, mas três deles são

de mães moradoras de Sumaré.

Uma criança nasceu no mês de outubro, a segunda

no dia 3 de novembro e as outras oito nasceram nos

últimos dias — do final de novembro até ontem. A

média anual da doença até 2014 era de um registro, o

que torna os casos recentes uma preocupação para

os Serviços de Saúde da cidade. O município apura a

relação dos casos com o zika vírus.

No último sábado, o Ministério da Saúde confirmou

a relação entre o zika vírus e o surto de microcefalia

na região Nordeste do País. Até esta data, foram

notificados 1.248 casos suspeitos, identificados em

311 municípios de 14 unidades da federação. Até

então, São Paulo não figurava nesta lista e os únicos

dois casos registrados ocorreram em Sumaré e São

José do Rio Preto. Segundo a Secretaria Municipal de

Saúde, o vírus pode ter ocorrido na cidade sem que

as autoridades tenham conhecimento.

Segundo Brigina, Campinas está contabilizando

os casos dos três residentes de Sumaré porque os

bebês nasceram na cidade. "A gente notifica, avisando

que é de outro município e esse município também

é informado. As investigações iniciais ocorrem aqui

e, na hora que a criança tem alta, a investigação tem

continuidade na cidade onde ela reside", explicou.

Ela informou que as crianças nasceram nas redes

pública e privada, sendo que a maior parte foi na

Maternidade de Campinas. "Quase todos", disse.

Uma das mães é moradora de rua e usuária de crack.

"Mas todos os dez permanecem sob investigação

para o zika. Não confirmamos nenhum até agora, mas

também não descartamos."

A diretora do Devisa acrescentou que as mães

estão recebendo toda a assistência necessária. "Se

alguma mãe não tem condição de fazer a tomografia,

nós estamos fazendo."

Campinas tinha um caso de microcefalia por ano,

entre 2010 a 2014, causada por infecção congênita.

Sendo que em 2011 foram registrados quatro casos

de microcefalia por infecção congênita. "Mas a gente

acredita que esse era um número subnotificado.

Agora todos estão bem sensibilizados para fazer as

notificações", disse.

Segundo Brigina, esse aumento da notificação

pode estar relacionado com o alerta que foi dado pelo

Ministério da Saúde.

Múltiplas causas

A microcefalia não é uma doença nova. Trata-se de

uma malformação congênita, em que o cérebro não

se desenvolve de maneira adequada. "É quando você

mede a cabeça e vê que está menor do que deveria

ser para a idade gestacional em que o bebê nasceu",

explicou Brigina.

A especialista esclarece que a microcefalia pode

ser efeito de uma série de fatores de diferentes

origens. "Microcefalia não significa zika vírus.

É importante dizer isso para as pessoas não

relacionarem imediatamente esses 10 casos de

Campinas ao vírus", diz.

As causas, segundo ela, em geral são o uso

de drogas, medicamentos, cigarro, tabagismo,

bebida, traumatismo, falta de irrigação adequada da

cabeça do bebê durante a gestação, contato com

radiação, fatores genéticos e uma série de vírus ou

outros agentes infecciosos, chamados de infecção

congênita.

Segundo Brigina, o que tem causado a microcefalia

nas crianças é o que está em questão. "As notificações

chegaram para a gente e agora vamos investigar." De

acordo com ela, a investigação consiste num exame

de tomografia sem contraste, exames no sangue, na

urina e no líquor, que é um líquido do sistema nervoso

da coluna.

As tomografias estão sendo feitas em Campinas,

mas os exames estão sendo conduzidos pelo Instituto

Adolfo Lutz, na Capital. "Vai para o Lutz porque toda

doença sob vigilância e de importância para saúde

pública a gente tem que fazer num laboratório de

referência de saúde pública."

Vírus

Segundo as secretarias estadual e municipal

de Saúde, o vírus zika não está circulando em São

Paulo. Brigina, entretanto, não descarta que ele tenha

entrado no Estado e se mantém despercebido. "Só

posso dizer que tem uma possibilidade. E porque digo

que tem uma possibilidade? Porque o vírus circulou

amplamente no Norte e Nordeste, tem um percentual

de casos que não apresentam sintomas, e porque é

transmitido pelo mosquito Aedes aegypti."

Desde junho, Campinas organizou cinco unidades

sentinelas na tentativa de detecção precoce do zika

vírus. "A gente se organizou para tentar detectar,

mas isso não me dá garantia de dizer que não teve.

As pessoas circulam e viajam muito hoje em dia pelo

País."

(Fonte: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/12/campinas_e_rmc/402739-campinas-tem-alerta-apos-dez-casos-de-microcefalia.html)

Na oração “O município apura a relação dos casos com o zika vírus.”, podemos classificar o verbo “apurar” como

“Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!

Estímulos Demais... Concentração de Menos"

31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos

Vivemos tempos frenéticos. A cada década que

passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar

mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos

a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E

o mundo infantil foi atingido em cheio por essas

mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta,

veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e

satisfaz) crianças como antigamente!

O iPad, por exemplo, já é companheiro

imprescindível nas refeições de milhares de crianças.

Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo

todo na programação infantil – naqueles canais cujo

volume aumenta consideravelmente durante os

comerciais – mesmo quando elas estão comendo

com o iPad à mesa.

Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares

pelo menos três vezes por semana,

algumas somam mais de 50 horas semanais de

atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços

escolares.

Existe em quase todas as casas uma profusão

de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas

disponíveis o tempo todo para garantir que a criança

“aprenda coisas" e não “morra de tédio". As pré-

escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos

pré-vestibulares.

Tudo está sendo feito para que, no final,

possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar,

potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo

o tempo disponível para impor às nossas crianças

uma preparação praticamente militar, visando seu

“sucesso". O ar nas casas onde essa preocupação

é latente chega a ser denso, tamanha a pressão

que as crianças sofrem por desenvolver uma boa

competitividade. Porém, o excesso de estímulos

sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que

a criança organize seus pensamentos e atitudes, de

verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as

próprias informações se misturam fazendo com que

a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir,

ver ou fazer.

Além disso, aptidões que devem ser estimuladas

estão sendo deixadas de lado: Crianças não

sabem conversar. Não olham nos olhos de seus

interlocutores. Não conseguem focar em uma

brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade

a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de

um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor

que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é

autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.

Todas essas qualidades são fundamentais na

construção de um ser humano íntegro, independente

e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas

rotinas.

Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar

a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira,

do telefone e do volante: estamos enlouquecendo

nossas crianças, e as estamos impedindo de entender

e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas

qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo

precioso que nossos filhos tanto precisam para

processar a quantidade enorme de informações e

estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.

Calma, gente. Muita calma. Não corramos para

cima da criança com um iPad na mão a cada vez que

ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de

“tédio". Não obriguemos a babá a ter um repertório

mágico, que nem mesmo palhaços profissionais

têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O

“tédio" nada mais é que a oportunidade de estarmos

em contato conosco, de estimular o pensamento, a

fantasia e a concentração.

Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio

Criativo" de Domenico di Masi, para que entendamos

a importância do uso consciente do nosso tempo.

E já que resvalamos o assunto para a leitura:

nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis

estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta

é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a

principal função do livro: parar para ler, para fazer a

mente respirar, aprender a juntar uma palavra com

outra, paulatinamente formando frases e sentenças,

e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.

Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas,

por amor. Deixem que se esparramem em almofadas

e façam sua imaginação voar!

(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/)

Qual é a ideia central defendida pelo texto “Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças! Estímulos Demais... Concentração de Menos”?

"Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!

Estímulos Demais... Concentração de Menos"

31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos

Vivemos tempos frenéticos. A cada década que

passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar

mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos

a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E

o mundo infantil foi atingido em cheio por essas

mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta,

veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e

satisfaz) crianças como antigamente!

O iPad, por exemplo, já é companheiro

imprescindível nas refeições de milhares de crianças.

Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo

todo na programação infantil – naqueles canais cujo

volume aumenta consideravelmente durante os

comerciais – mesmo quando elas estão comendo

com o iPad à mesa.

Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares

pelo menos três vezes por semana,

algumas somam mais de 50 horas semanais de

atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços

escolares.

Existe em quase todas as casas uma profusão

de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas

disponíveis o tempo todo para garantir que a criança

"aprenda coisas" e não "morra de tédio". As pré-

escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos

pré-vestibulares.

Tudo está sendo feito para que, no final,

possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar,

potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo

o tempo disponível para impor às nossas crianças

uma preparação praticamente militar, visando seu

"sucesso". O ar nas casas onde essa preocupação

é latente chega a ser denso, tamanha a pressão

que as crianças sofrem por desenvolver uma boa

competitividade. Porém, o excesso de estímulos

sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que

a criança organize seus pensamentos e atitudes, de

verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as

próprias informações se misturam fazendo com que

a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir,

ver ou fazer.

Além disso, aptidões que devem ser estimuladas

estão sendo deixadas de lado: Crianças não

sabem conversar. Não olham nos olhos de seus

interlocutores. Não conseguem focar em uma

brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade

a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de

um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor

que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é

autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.

Todas essas qualidades são fundamentais na

construção de um ser humano íntegro, independente

e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas

rotinas.

Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar

a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira,

do telefone e do volante: estamos enlouquecendo

nossas crianças, e as estamos impedindo de entender

e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas

qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo

precioso que nossos filhos tanto precisam para

processar a quantidade enorme de informações e

estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.

Calma, gente. Muita calma. Não corramos para

cima da criança com um iPad na mão a cada vez que

ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de

"tédio". Não obriguemos a babá a ter um repertório

mágico, que nem mesmo palhaços profissionais

têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O

"tédio" nada mais é que a oportunidade de estarmos

em contato conosco, de estimular o pensamento, a

fantasia e a concentração.

Sugiro que leiamos todos, pais ou não, "O Ócio

Criativo" de Domenico di Masi, para que entendamos

a importância do uso consciente do nosso tempo.

E já que resvalamos o assunto para a leitura:

nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis

estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta

é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a

principal função do livro: parar para ler, para fazer a

mente respirar, aprender a juntar uma palavra com

outra, paulatinamente formando frases e sentenças,

e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.

Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas,

por amor. Deixem que se esparramem em almofadas

e façam sua imaginação voar!

(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/)

Qual é o gênero textual que mais se adequa ao texto “Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças! Estímulos Demais... Concentração de Menos”?

"Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!

Estímulos Demais... Concentração de Menos"

31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos

Vivemos tempos frenéticos. A cada década que

passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar

mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos

a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E

o mundo infantil foi atingido em cheio por essas

mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta,

veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e

satisfaz) crianças como antigamente!

O iPad, por exemplo, já é companheiro

imprescindível nas refeições de milhares de crianças.

Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo

todo na programação infantil – naqueles canais cujo

volume aumenta consideravelmente durante os

comerciais – mesmo quando elas estão comendo

com o iPad à mesa.

Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares

pelo menos três vezes por semana,

algumas somam mais de 50 horas semanais de

atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços

escolares.

Existe em quase todas as casas uma profusão

de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas

disponíveis o tempo todo para garantir que a criança

"aprenda coisas" e não "morra de tédio". As pré-

escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos

pré-vestibulares.

Tudo está sendo feito para que, no final,

possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar,

potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo

o tempo disponível para impor às nossas crianças

uma preparação praticamente militar, visando seu

"sucesso". O ar nas casas onde essa preocupação

é latente chega a ser denso, tamanha a pressão

que as crianças sofrem por desenvolver uma boa

competitividade. Porém, o excesso de estímulos

sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que

a criança organize seus pensamentos e atitudes, de

verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as

próprias informações se misturam fazendo com que

a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir,

ver ou fazer.

Além disso, aptidões que devem ser estimuladas

estão sendo deixadas de lado: Crianças não

sabem conversar. Não olham nos olhos de seus

interlocutores. Não conseguem focar em uma

brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade

a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de

um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor

que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é

autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.

Todas essas qualidades são fundamentais na

construção de um ser humano íntegro, independente

e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas

rotinas.

Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar

a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira,

do telefone e do volante: estamos enlouquecendo

nossas crianças, e as estamos impedindo de entender

e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas

qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo

precioso que nossos filhos tanto precisam para

processar a quantidade enorme de informações e

estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.

Calma, gente. Muita calma. Não corramos para

cima da criança com um iPad na mão a cada vez que

ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de

"tédio". Não obriguemos a babá a ter um repertório

mágico, que nem mesmo palhaços profissionais

têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O

"tédio" nada mais é que a oportunidade de estarmos

em contato conosco, de estimular o pensamento, a

fantasia e a concentração.

Sugiro que leiamos todos, pais ou não, "O Ócio

Criativo" de Domenico di Masi, para que entendamos

a importância do uso consciente do nosso tempo.

E já que resvalamos o assunto para a leitura:

nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis

estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta

é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a

principal função do livro: parar para ler, para fazer a

mente respirar, aprender a juntar uma palavra com

outra, paulatinamente formando frases e sentenças,

e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.

Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas,

por amor. Deixem que se esparramem em almofadas

e façam sua imaginação voar!

(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/)

Observe o excerto: “Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo.” A oração destacada é classificada como

Assinale a opção correta acerca dos aspectos linguísticos do texto Geografia eleitoral e manutenção do poder:....

Está clara e correta a seguinte frase escrita a partir do texto:

Empregam-se todas as formas verbais de acordo com a norma culta na seguinte frase redigida a partir do texto:

O acento indicativo de crase está empregado corretamente em:

Texto: Na canoa do antropólogo

A malária e o sol escaldante pontuaram a traumática experiência

do jovem antropólogo que, entre os aweti, no Xingu, em 1971,

fazia sua pesquisa de mestrado. Deitada "em um lago de sangue",

a índia foi declarada morta pelo pajé, enquanto seu bebê recémnascido

chorava perto do fogo. A criança, esclareceu um índio, seria

enterrada viva junto com a mãe, enquanto as labaredas terminariam

de consumir a oca e os pertences da falecida. Diante disso,

consumido pela febre, o antropólogo agarrou o bebê e, auxiliado

por sua mulher grávida, uma estudante universitária de antropologia,

protegeu-o por dois dias em sua rede, à espera da canoa que

os levaria ao posto indígena.

Deve-se violar uma prática tradicional em nome do princípio da

vida? Essa pergunta, a mesma que atormenta até hoje o antropólogo

George Zarur, um amigo dileto, ressurge sob outra forma na

polêmica sobre o Projeto de Lei 1.057, destinado a coibir o infanticídio

entre os índios. À primeira vista, o dilema envolve os conceitos de

cultura e direitos humanos.

Numa canoa remada por índios remunerados por contas de

colares, ao longo de 12 horas, o casal de antropólogos abrigou a

criança "da chuva, do sol e dos ramos da beira dos canais que

unem a aldeia Aweti ao Posto Leonardo Villas-Boas". Finalmente,

Marina Villas-Boas recolheu o indiozinho desidratado e o encaminhou

para adoção. [...] O PL 1.057 ganhou a alcunha de Lei Muwaji

para celebrar a índia amazonense Muwaji Suruwahá, que enfrentou

sua tribo a fim de salvar a vida da filha nascida com paralisia

cerebral.

[...] O infanticídio indígena vitima gêmeos e crianças cujas mães

são solteiras ou morreram no parto, assim como as que nascem com

deficiências. Na origem da norma encontram-se as estratégias de

sobrevivência de grupos humanos acossados permanentemente

pela escassez. Nesse contexto, o leite materno e os cuidados com

os recém-nascidos são bens limitados e, portanto, valiosos. Há lógica

na prática do infanticídio, mas isso não é motivo para perenizá-la.

A unidade indissolúvel entre mãe e filho, na vida e na morte,

justifica-se sob a premissa do modo de vida tradicional. Mas o cená-

rio altera-se por completo na hora em que o grupo indígena passa

a interagir com a sociedade moderna circundante, que assume a

obrigação de prover-lhe serviços essenciais de saúde, inclusive

leite para os recém-nascidos, vacinação e tratamentos médicos.

O PL 1.057 foi aprovado na Câmara e tramita no Senado. Há

quem a classifique como instrumento de criminalização dos índios.

Mas, a Lei Muwaji diz que o dever das autoridades é demover o

grupo indígena, "sempre por meio do diálogo", da persistência na

prática do infanticídio, protegendo a criança pela "retirada provisó-

ria" do convívio do grupo antes de seu encaminhamento a programas

de adoção. Além disso, obviamente, ela não cancela o princípio

jurídico da inimputabilidade do indígena, que impede a criminalização

de atos derivados da observância de normas entranhadas na tradi-

ção do grupo. Na verdade, ao estabelecer a obrigação de comunicar

o risco da eliminação de crianças, o PL 1.057 não criminaliza os

índios, mas os agentes públicos que, pela omissão deliberada,

acobertam violações ultrajantes dos direitos humanos.

Eu, que não tenho religião, enxergo nessa crítica preconceituosa

um outro tipo de fundamentalismo: a veneração da cultura como um

totem imemorial. E, como tantos outros, religiosos ou não, prefiro ver

na canoa que salvou o indiozinho do Xingu uma metáfora para o

diálogo entre culturas.

Demétrio Magnoli. O Globo, 22/10/2015. Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/nacanoa-do-antropologo-17842818#ixzz3xSXXFoDB.

Adaptado.

Por um lado, a jurisprudência afirma que a natureza universal dos direitos humanos ____ inquestionável e que, independente das perspectivas culturais, os Estados ____ a obrigação de implementar a observância desses direitos. Por outro lado, parte dos antropólogos ____ para demonstrar que o interdito de vida não é monstruoso, pois, segundo a percepção indígena, trata-se de entes que não ____ ao universo social, ao sistema de relações que ____ o seu mundo, não tendo, por isso, adquirido humanidade. Em observância à correta concordância verbal, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Considere a seguinte frase, para responder às questões 06 e 07. "A unidade indissolúvel entre mãe e filho, na vida e na morte, justifica-se sob a premissa do modo de vida tradicional."

O verbo justificar encontra-se flexionado na voz passiva sintética, assim como a forma verbal da seguinte frase:

O substantivo metrópole é composto pela junção de dois radicais. Nenhum desses dois elementos mórficos está presente na formação da seguinte palavra:

O texto “O Rio que estamos perdendo” é dissertativo. Entre os argumentos apresentados pela autora para sustentar sua tese e convencer o leitor da pertinência de seu ponto de vista, é predominante a:

Mas, ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris...”Os conectivos em destaque iniciam as frases coordenando-as e estabelecem, respectivamente, as seguintes relações de sentido:

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