
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto Um amigo em talas, julgue os itens que se seguem.
Os costumes peculiares de Amadeu Amaral Júnior são
apresentados no segundo parágrafo do texto.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto Um amigo em talas, julgue os itens que se seguem.
Para o narrador, seu amigo Amadeu Amaral Júnior não foi
imprudente ao publicar anúncios oferecendo os seus serviços.

Julgue os itens seguintes, referentes aos aspectos linguísticos e às ideias do texto O homem que só tinha certezas.
Depreende-se do texto que o personagem principal perdeu
repentinamente a capacidade de ter certezas devido ao fato de
ter se apaixonado.

Julgue os itens seguintes, referentes aos aspectos linguísticos e às ideias do texto O homem que só tinha certezas.
A supressão da partícula “se", em “espalhou-se" (l.8),
prejudicaria a correção gramatical do texto e seu sentido
original.
Em relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a
opção correta.

Assinale a opção que preenche a lacuna do texto de forma
que o torne coeso, coerente e gramaticalmente correto.
No final da década de 60 e início da década de 70 surgiram
modelos capazes de transportar até 400 passageiros, como
o Boeing 747, o Douglas DC-10, o Lockheed Tristar L-1011
─ todos norte-americanos ─ e mais recentemente o Airbus
(consórcio europeu), além do Douglas MD-11 e os Boeing 767
e 777 — também norte-americanos. ____________________
_________________________________________________
_________________________________________________
______________________________. Esse voo era efetuado
pela companhia aérea francesa Air France. A velocidade exigia
uma aerodinâmica compatível e por isso os aviões eram mais
estreitos. A Air France, a British Airways e a Aeroflot (russa)
operaram essas aeronaves. A rota mais badalada era Paris-
Nova Iorque, feita em apenas 4h30m. No final também houve
interesse dos sheiks árabes, e foram realizados alguns voos
para o oriente.
Assinale a opção correta quanto à justificativa em relação
ao emprego de vírgulas.
O mercado de jatos executivos está em alta há alguns
anos, e os maiores mercados são Estados Unidos, Brasil,
França, Canadá, Alemanha, Inglaterra, Japão e México.
Também nesse segmento a Embraer é destaque, apesar
de disputar ferozmente esse mercado com outras indústrias
poderosas, principalmente a canadense Bombardier. A
Embraer S.A. está desenvolvendo também uma aeronave
militar, batizada de KC-390, que substituirá os antigos Hércules
C-130, da Força Aérea Brasileira. Para essa aeronave a
Embraer S.A. já soma algumas centenas de pedidos e
reservas.
As vírgulas no trecho "... os maiores mercados são
Estados Unidos, Brasil, França, Canadá, Alemanha,
Inglaterra, Japão e México." separam
Assinale a opção em que a referência coesiva está
incorretamente indicada.

Assinale a opção em que a pontuação permanece correta,apesar de ter sido modificada.
Em relação às regras de acentuação, assinale a opção
correta.

O trecho a seguir foi extraído de um relatório da ANAC
sobre aeroportos. Assinale a afirmação que analisa
corretamente seus componentes linguísticos.

Assinale a opção cujas palavras completam com correção
gramatical as lacunas do texto a seguir.
O ano de 2014 foi ruim para a aviação regular,
principalmente na Ásia. O acidente do dia 18 de
dezembro com um avião da companhia AirAsia, _______
(1)__________ 162 pessoas, somou-se aos três graves
desastres registrados em linhas comerciais, _______
(2)______ 653 pessoas, conforme balanço divulgado pela
Agência Lusa.
adaptação).
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto abaixo.
Revolução
Notícias de homens processados nos Estados Unidos por assédio sexual quando só o que fizeram foi uma gracinha ou um
gesto são vistas aqui como muito escândalo por pouca coisa e mais uma prova da hipocrisia americana em matéria de sexo. A
hipocrisia existe, mas o aparente exagero tem a ver com a luta da mulher americana para mudar um quadro de pressupostos e tabus
tão machistas lá quanto em qualquer país latino, e que só nos parece exagerada porque ainda não chegou aqui com a mesma força.
As mulheres americanas não estão mais para brincadeira, em nenhum sentido.
A definição de estupro é a grande questão atual. Discute-se, por exemplo, o que chamam de date rape, que não é o ataque
sexual de um estranho ou sexo à força, mas o programa entre namorados ou conhecidos que acaba em sexo com o consentimento
relutante da mulher. Ou seja, sedução também pode ser estupro. Isso não é apenas uma novidade, é uma revolução. O homem que
se criou convencido de que a mulher resiste apenas para não parecer "fácil" não está preparado para aceitar que a insistência, a
promessa e a chantagem sentimental ou profissional são etapas numa escalada em que o uso da força, se tudo o mais falhar, está
implícito. E que muitas vezes ele está estuprando quem pensava estar convencionalmente conquistando. No dia em que o homem
brasileiro aceitar isso, a revolução estará feita e só teremos de dar graças a Deus por ela não ser retroativa.
A verdadeira questão para as mulheres americanas é que o homem pode recorrer a tudo na sociedade − desde a moral
dominante até as estruturas corporativas e de poder − para seduzi-las, que toda essa civilização é no fundo um álibi montado para o
estupro, e que elas só contam com um "não" desacreditado para se defender. Estão certas.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Sexo na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002, p. 143)
No segmento A hipocrisia existe, mas o aparente exagero tem a ver com a luta da mulher americana para mudar um quadro de pressupostos e tabus tão machistas (...), (1º parágrafo)
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto abaixo.
Revolução
Notícias de homens processados nos Estados Unidos por assédio sexual quando só o que fizeram foi uma gracinha ou um
gesto são vistas aqui como muito escândalo por pouca coisa e mais uma prova da hipocrisia americana em matéria de sexo. A
hipocrisia existe, mas o aparente exagero tem a ver com a luta da mulher americana para mudar um quadro de pressupostos e tabus
tão machistas lá quanto em qualquer país latino, e que só nos parece exagerada porque ainda não chegou aqui com a mesma força.
As mulheres americanas não estão mais para brincadeira, em nenhum sentido.
A definição de estupro é a grande questão atual. Discute-se, por exemplo, o que chamam de date rape, que não é o ataque
sexual de um estranho ou sexo à força, mas o programa entre namorados ou conhecidos que acaba em sexo com o consentimento
relutante da mulher. Ou seja, sedução também pode ser estupro. Isso não é apenas uma novidade, é uma revolução. O homem que
se criou convencido de que a mulher resiste apenas para não parecer "fácil" não está preparado para aceitar que a insistência, a
promessa e a chantagem sentimental ou profissional são etapas numa escalada em que o uso da força, se tudo o mais falhar, está
implícito. E que muitas vezes ele está estuprando quem pensava estar convencionalmente conquistando. No dia em que o homem
brasileiro aceitar isso, a revolução estará feita e só teremos de dar graças a Deus por ela não ser retroativa.
A verdadeira questão para as mulheres americanas é que o homem pode recorrer a tudo na sociedade − desde a moral
dominante até as estruturas corporativas e de poder − para seduzi-las, que toda essa civilização é no fundo um álibi montado para o
estupro, e que elas só contam com um "não" desacreditado para se defender. Estão certas.
(VERISSIMO, Luis Fernando. Sexo na cabeça. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002, p. 143)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Atenção: As questões de números 9 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Era uma vez...
As crianças de hoje parecem nascer já familiarizadas com todas as engenhocas eletrônicas que estarão no centro de suas
vidas. Jogos, internet, e-mails, músicas, textos, fotos, tudo está à disposição à qualquer hora do dia e da noite, ao alcance dos dedos.
Era de se esperar que um velho recurso para se entreter e ensinar crianças como adultos − contar histórias − estivesse vencido, morto
e enterrado. Ledo engano. Não é incomum que meninos abandonem subitamente sua conexão digital para ouvirem da viva voz de
alguém uma história anunciada pela vetusta entrada do "Era uma vez...".
Nas narrativas orais − talvez o mais antigo e proveitoso deleite da nossa civilização – a presença do narrador faz toda a
diferença. As inflexões da voz, os gestos, os trejeitos faciais, os silêncios estratégicos, o ritmo das palavras – tudo é vivo, sensível e
vibrante. A conexão se estabelece diretamente entre pessoas de carne e osso, a situação é única e os momentos decorrem em
tempo real e bem marcado. O ouvinte sente que o narrador se interessa por sua escuta, o narrador sabe-se valorizado pela atenção
de quem o ouve, a narrativa os une como num caloroso laço de vozes e de palavras.
As histórias clássicas ganham novo sabor a cada modo de contar, na arte de cada intérprete. Não é isso, também, o que se
busca num teatro? Nas narrações, as palavras suscitam imagens íntimas em quem as ouve, e esse ouvinte pode, se quiser,
interromper o narrador para esclarecer um detalhe, emitir um juízo ou simplesmente uma interjeição. Havendo vários ouvintes, forma-se
uma roda viva, uma cadeia de atenções que dá ainda mais corpo à história narrada. Nesses momentos, é como se o fogo das
nossas primitivas cavernas se acendesse, para que em volta dele todos comungássemos o encanto e a magia que está em contar e
ouvir histórias. Na época da informática, a voz milenar dos narradores parece se fazer atual e eterna.
(Demócrito Serapião, inédito)
Atente para as seguintes afirmações: I.No 1o parágrafo, à advertência Ledo engano segue-se a convicção de que a atração das crianças por histórias contadas diretamente a elas não é menor do que a que sentem pelas desenvolvidas com recursos eletrônicos. II.No 2o parágrafo, a expressão caloroso laço de vozes e de palavras reafirma a importância já ressaltada pela afirmação de que a presença do narrador faz toda a diferença. III.No 3o parágrafo, depreende-se que a analogia entre a narrativa oral e a arte do teatro ocorre por força de um elemento comum: a interpretação pessoal e atualizada que se pode dar a narrativas tradicionais. Em relação ao texto, está correto o que se afirma em