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De acordo com a Constituição Federal de 1988, existem matérias que são de competência privativa da União para legislar. Assinale abaixo a alternativa que corresponde a uma dessas matérias.

Em conformidade com o Art. 111-A, da Constituição da República Federativa do Brasil (1988), o Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de _________ Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal.
Selecione a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima.

Assinale a alternativa correta, considerando as normas da Constituição Federal sobre a Administração Pública.

Observe o artigo 194 da Constituição Federal:

“A seguridade social compreende um conjunto

integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos

e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos

relativos à _________ , à previdência e à ____________ "

(BRASIL, 1988. Disponível em http://app1.sefaz.mt.aov.br/Sistema/

Ieaislacao/constituicaof.nsf/9e97251be30935ed03256727003d2d92/4ddaf

343a364a5010325675400672374?QpenDocument. Acesso: 30 out. 2015.

E, selecione, dentre as afirmativas abaixo, aquela que

completa, de maneira correta, as lacunas presentes no

artigo supra citado:

Acerca do regramento constitucional da previdência complementar

no Brasil, julgue os próximos itens.

A associação dos servidores da União poderá instituir regime

de previdência complementar, de caráter fechado e de natureza

privada, a ser criado mediante aprovação em assembleia da

categoria convocada para esse fim.

Julgue os itens subsequentes, referentes ao conceito e classificação da Constituição e à aplicabilidade das normas dispostas na Constituição Federal de 1988 (CF).

O direito fundamental à liberdade de crença é norma de

eficácia limitada, pois, conforme a CF, a lei pode impor o

cumprimento de prestação alternativa no caso de a crença ser

invocada contra dispositivo legal.

Oficial de justiça do Poder Judiciário Federal no estado X

requereu a concessão de sua aposentadoria especial à Diretoria de

Recursos Humanos do referido tribunal, sob a alegação de

desenvolver atividade de risco e de inequívoca periculosidade, o

que seria evidenciado pelo uso de arma de fogo no cumprimento de

mandados, além da percepção de gratificação decorrente da

realização de atividade externa.

Após analisar o pedido, o Tribunal Regional

Federal (TRF) da região que engloba o estado X negou o

requerimento, sob o fundamento de que a atividade desempenhada

pelos oficiais de justiça não se enquadra entre as atividades de

risco. Na decisão, o TRF argumenta que não pode a administração

do tribunal suprir omissão legislativa consistente na não edição da

lei complementar de que trata o art. 40, § 4.º, da CF. Além disso, o

requerente não havia apresentado provas suficientes de que

cumprira tempo suficiente de serviço em condições perigosas apto

à contagem diferenciada para a aposentadoria.

Diante da decisão administrativa de rejeição do pedido de

aposentadoria, o servidor informou que ingressaria com ação

judicial requerendo a concessão da aposentadoria especial, em

virtude da omissão legislativa inconstitucional, e a contagem

diferenciada do tempo de serviço prestado sob a alegada

periculosidade.

Considerando a situação hipotética descrita anteriormente e o

entendimento do STF acerca do tema, julgue os itens a seguir.

A autorização para o porte e uso de arma de fogo e a

percepção de gratificação especial para realização de atividade

externa não são suficientes para o reconhecimento da

periculosidade do desempenho da função de oficial de justiça

pelo Poder Judiciário.

Oficial de justiça do Poder Judiciário Federal no estado X

requereu a concessão de sua aposentadoria especial à Diretoria de

Recursos Humanos do referido tribunal, sob a alegação de

desenvolver atividade de risco e de inequívoca periculosidade, o

que seria evidenciado pelo uso de arma de fogo no cumprimento de

mandados, além da percepção de gratificação decorrente da

realização de atividade externa.

Após analisar o pedido, o Tribunal Regional

Federal (TRF) da região que engloba o estado X negou o

requerimento, sob o fundamento de que a atividade desempenhada

pelos oficiais de justiça não se enquadra entre as atividades de

risco. Na decisão, o TRF argumenta que não pode a administração

do tribunal suprir omissão legislativa consistente na não edição da

lei complementar de que trata o art. 40, § 4.º, da CF. Além disso, o

requerente não havia apresentado provas suficientes de que

cumprira tempo suficiente de serviço em condições perigosas apto

à contagem diferenciada para a aposentadoria.

Diante da decisão administrativa de rejeição do pedido de

aposentadoria, o servidor informou que ingressaria com ação

judicial requerendo a concessão da aposentadoria especial, em

virtude da omissão legislativa inconstitucional, e a contagem

diferenciada do tempo de serviço prestado sob a alegada

periculosidade.

Considerando a situação hipotética descrita anteriormente e o

entendimento do STF acerca do tema, julgue os itens a seguir.

De acordo com o STF, não cabe ao juiz do caso realizar a

contagem diferenciada do tempo de serviço prestado em

condições especiais para fins de concessão da aposentadoria de

que trata o § 4.º do art. 40 da CF.

Julgue os itens seguintes, acerca de agentes públicos

Situação hipotética: Dalila, de cinquenta e três anos de idade,

é professora e trabalha há vinte e cinco anos na mesma escola

pública de educação infantil. Como professora, ela atuou,

efetivamente, em sala de aula, por quinze anos, e, no tempo

remanescente, atuou como coordenadora e diretora. Assertiva:

Nessa situação, Dalila não tem direito a aposentadoria por

idade e tempo de contribuição como professora, já que,

conforme jurisprudência pacificada do STF, os professores que

exercem atividades administrativas em estabelecimentos de

ensino não têm direito a aposentadoria por tempo reduzido.

Com referência à Constituição Federal de 1988 e às disposições nela inscritas relativamente a direitos sociais e políticos, administração pública e servidores públicos, julgue os itens subsequentes.

Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e

eficiência são princípios aplicáveis exclusivamente

à administração pública federal: eles não se aplicam

à administração pública dos estados, do Distrito Federal

nem dos municípios.

Assinale a alternativa correta a respeito do direito processual constitucional.

Dentre as atribuições constitucionais do Presidente da

República, assinale a alternativa que contempla uma que

é indelegável.

A Constituição Federal de 1988, utilizando como critério a extensão ou finalidade, conforme classificação apontada pela doutrina, pode ser tida como

No que se refere ao mandado de injunção, é correto afirmar

que

Com fundamento na Constituição, podemos afirmar em relação aos efeitos das decisões de mérito proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, nas ações diretas de inconstitucionalidade, que

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