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No circuito a seguir, a bateria tem força eletromotriz de 27 V e resistência interna r = 1 Ω; os resistores têm resistências R1 = 4 Ω, R2 = 8 Ω, R3 = 16 Ω, R4 = 8 Ω e R5 = 2 Ω.

                                                                                           

Tendo como referência as informações e a representação precedentes, julgue os próximos itens.

A resistência equivalente vista dos pontos a e b (pontos externos da bateria) é igual a 8 Ω.

Uma maneira de concretizar o ensino de determinado conteúdo referente a alguma área de conhecimento é por meio da construção de uma sequência didática. A respeito das sequências didáticas, de seus elementos metodológicos e de sua fundamentação, julgue o item a seguir.

A tecnologia da educação conhecida como ensino por investigação preconiza que se deve sempre permitir aos estudantes a manipulação da situação experimental, sob o argumento de que isso induz à construção de hipóteses a serem testadas.

        Dois pêndulos simples têm fios de suspensão finos, com comprimentos iguais, e a massa de um deles é o dobro da massa do outro. Eles estão pendurados verticalmente em uma mesma corda esticada horizontalmente, um próximo ao outro.

A partir da situação apresentada, julgue o item que se segue.

Se um dos pêndulos for colocado para oscilar, o outro pêndulo também irá oscilar na mesma frequência do primeiro, mesmo que não haja contato entre eles.

Em um experimento de dupla fenda, um feixe luminoso de comprimento de onda igual a 500 nm atravessa igualmente duas fendas, distantes uma da outra em 0,1 mm; o feixe produz imagens em uma tela posicionada a uma distância de 4 m das fendas.

Considerando as informações apresentadas, julgue os itens que se seguem.

As raias formadas na tela são tais que os picos dos máximos estão separados uns dos outros por uma distância superior a 4 cm.

Uma maneira de concretizar o ensino de determinado conteúdo referente a alguma área de conhecimento é por meio da construção de uma sequência didática. A respeito das sequências didáticas, de seus elementos metodológicos e de sua fundamentação, julgue o item a seguir.

Alguns referenciais teóricos usados na construção de sequências didáticas possuem caráter normativo.

À luz do disposto na Constituição Federal, assinale a alternativa correta sobre o Poder Executivo. 

Observe o seguinte recorte de um relatório extraído do DataJud e um recorte do respectivo modelo multidimensional.

 

Quando a relação de hierarquia entre atributos de uma tabela dimensão é normalizada, os atributos de baixa cardinalidade são migrados para outra tabela, como exemplo: UF e Município.

Quando esse processo é repetido nas hierarquias de todas as dimensões de um modelo multidimensional, é criada a estrutura:

Baseado nos dados de infecções coletados durante semanas anteriores, a Secretaria de Saúde de uma pequena cidade solicitou a criação de um mecanismo para decidir sobre a priorização de vacinas na sua população.
Como resultado, foi criado o modelo de árvore de decisão ilustrado a seguir.

Uma evidência de que esse modelo foi construído usando o algoritmo C4.5 ou uma de suas variantes é:

Um analista precisa construir um modelo de tópicos para uma grande base de documentos legais, mas há uma preocupação quanto à interpretabilidade do modelo e à capacidade de inspecionar os resultados.

Considerando essa preocupação, a técnica mais apropriada para a construção do modelo e a razão da escolha são, respectivamente:

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere um trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.

Rubião fitava a enseada, – eram oito horas da manhã. Quem o visse, com os polegares metidos no cordão do chambre, à
janela de uma grande casa de Botafogo, cuidaria que ele admirava aquele pedaço de água quieta; mas, em verdade, vos digo que
pensava em outra coisa. Cotejava o passado com o presente. Que era, há um ano? Professor. Que é agora? Capitalista. Olha para si,
para as chinelas (umas chinelas de Túnis, que lhe deu recente amigo, Cristiano Palha), para a casa, para o jardim, para a enseada,
para os morros e para o céu; e tudo, desde as chinelas até o céu, tudo entra na mesma sensação de propriedade.
– Vejam como Deus escreve direito por linhas tortas, pensa ele. Se mana Piedade tem casado com Quincas Borba, apenas me
daria uma esperança colateral. Não casou; ambos morreram, e aqui está tudo comigo; de modo que o que parecia uma desgraça...
Que abismo que há entre o espírito e o coração! O espírito do ex-professor, vexado daquele pensamento, arrepiou caminho,
buscou outro assunto, uma canoa que ia passando; o coração, porém, deixou-se estar a bater de alegria. Que lhe importa a canoa
nem o canoeiro, que os olhos de Rubião acompanham, arregalados? Ele, coração, vai dizendo que, uma vez que a mana Piedade
tinha de morrer, foi bom que não casasse; podia vir um filho ou uma filha... – Bonita canoa! – Antes assim! – Como obedece bem aos
remos do homem! – O certo é que eles estão no Céu!
Um criado trouxe o café. Rubião pegou na xícara e, enquanto lhe deitava açúcar, ia disfarçadamente mirando a bandeja, que
era de prata lavrada. Prata, ouro, eram os metais que amava de coração; não gostava de bronze, mas o amigo Palha disse-lhe que
era matéria de preço, e assim se explica este par de figuras que aqui está na sala, um Mefistófeles e um Fausto. Tivesse, porém, de
escolher, escolheria a bandeja, – primor de argentaria, execução fina e acabada.
                                                                                         (Machado de Assis. Quincas Borba. São Paulo: Companhia das Letras, 2012)

A reflexão de Rubião no 2º parágrafo permite caracterizá-lo como

Atenção: Para responder às questões de números 01 a 10, considere um trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.

Rubião fitava a enseada, – eram oito horas da manhã. Quem o visse, com os polegares metidos no cordão do chambre, à
janela de uma grande casa de Botafogo, cuidaria que ele admirava aquele pedaço de água quieta; mas, em verdade, vos digo que
pensava em outra coisa. Cotejava o passado com o presente. Que era, há um ano? Professor. Que é agora? Capitalista. Olha para si,
para as chinelas (umas chinelas de Túnis, que lhe deu recente amigo, Cristiano Palha), para a casa, para o jardim, para a enseada,
para os morros e para o céu; e tudo, desde as chinelas até o céu, tudo entra na mesma sensação de propriedade.
– Vejam como Deus escreve direito por linhas tortas, pensa ele. Se mana Piedade tem casado com Quincas Borba, apenas me
daria uma esperança colateral. Não casou; ambos morreram, e aqui está tudo comigo; de modo que o que parecia uma desgraça...
Que abismo que há entre o espírito e o coração! O espírito do ex-professor, vexado daquele pensamento, arrepiou caminho,
buscou outro assunto, uma canoa que ia passando; o coração, porém, deixou-se estar a bater de alegria. Que lhe importa a canoa
nem o canoeiro, que os olhos de Rubião acompanham, arregalados? Ele, coração, vai dizendo que, uma vez que a mana Piedade
tinha de morrer, foi bom que não casasse; podia vir um filho ou uma filha... – Bonita canoa! – Antes assim! – Como obedece bem aos
remos do homem! – O certo é que eles estão no Céu!
Um criado trouxe o café. Rubião pegou na xícara e, enquanto lhe deitava açúcar, ia disfarçadamente mirando a bandeja, que
era de prata lavrada. Prata, ouro, eram os metais que amava de coração; não gostava de bronze, mas o amigo Palha disse-lhe que
era matéria de preço, e assim se explica este par de figuras que aqui está na sala, um Mefistófeles e um Fausto. Tivesse, porém, de
escolher, escolheria a bandeja, – primor de argentaria, execução fina e acabada.
                                                                                       (Machado de Assis. Quincas Borba. São Paulo: Companhia das Letras, 2012)

Considere os seguintes trechos do texto.

I. Quem o visse, com os polegares metidos no cordão do chambre (1º parágrafo).
II. tudo, desde as chinelas até o céu, tudo entra na mesma sensação de propriedade (1º parágrafo).
III. não gostava de bronze, mas o amigo Palha disse-lhe que era matéria de preço (4º parágrafo).

Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada APENAS em

Atenção: Para responder às questões de números 11 a 15, considere o texto de Mario Quintana.

Velha história


Era uma vez um homem que estava pescando, Maria. Até que apanhou um peixinho! Mas o peixinho era tão pequenininho e
inocente, e tinha um azulado tão indescritível nas escamas, que o homem ficou com pena. E retirou cuidadosamente o anzol e pincelou
com iodo a garganta do coitadinho. Depois guardou-o no bolso traseiro das calças, para que o animalzinho sarasse no quente.
E desde então ficaram inseparáveis. Aonde o homem ia, o peixinho o acompanhava a trote, que nem um cachorrinho. Pelas calçadas.
Pelos elevadores. Pelo café. Como era tocante vê-los no "17"! – o homem, grave, de preto, com uma das mãos segurando a xícara de
fumegante moca, com a outra lendo o jornal, com a outra fumando, com a outra cuidando do peixinho, enquanto este, silencioso e levemente
melancólico, tomava laranjada por um canudinho especial...
Ora, um dia o homem e o peixinho passeavam à margem do rio onde o segundo dos dois fora pescado. E eis que os olhos do
primeiro se encheram de lágrimas. E disse o homem ao peixinho:
“Não, não me assiste o direito de te guardar comigo. Por que roubar-te por mais tempo ao carinho do teu pai, da tua mãe, dos
teus irmãozinhos, da tua tia solteira? Não, não e não! Volta para o seio da tua família. E viva eu cá na terra sempre triste!...”
Dito isso, verteu copioso pranto e, desviando o rosto, atirou o peixinho n’água. E a água fez redemoinho, que foi depois serenando,
serenando até que o peixinho morreu afogado...
                                                                                                                              (Mario Quintana. Eu passarinho. São Paulo: Ática, 2014)

Aonde o homem ia, o peixinho o acompanhava a trote, que nem um cachorrinho. (1º parágrafo)

Considerando o contexto, os termos sublinhados constituem, respectivamente,

Consoante os termos do Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, fixar os horários de funcionamento dos serviços e das unidades judiciárias da região e eleger os magistrados que integrarão as Comissões Temporárias compete, respectivamente,

Nos termos da Lei nº 14.133/2021 (nova Lei de Licitações), no que concerne à participação consorciada nos certames licitatórios,

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