Segundo Chiavenato (2004), o termo qualidade de vida no trabalho foi apresentado por Louis Davis na década de 1970,
quando desenvolvia um projeto sobre desenvolvimento de cargos. Para esse autor, o conceito de qualidade de vida
no trabalho refere-se à preocupação com o bem-estar geral e à saúde dos trabalhadores no desempenho de suas
tarefas. Atualmente, esse conceito envolve aspectos
Na logística, um dos aspectos de maior importância e que merece um acompanhamento constante pelos gestores é o nível de serviço. Isto acontece porque nos últimos anos, os clientes estão cada vez mais exigentes e não se satisfazem apenas com a entrega do produto em si, mas com diversos outros elementos que afetam diretamente o grau de satisfação do cliente com o produto. Sobre os diversos elementos que compõem o nível de serviço logístico (antes, durante e depois da entrega do produto), relacione adequadamente as colunas a seguir. 1.Elementos de pré-transação. 2.Elementos de transação. 3.Elementos de pós-transação. ( )Seleção do modal de transporte, tempo de entrega, condições e exatidão do produto na entrega ao cliente, disponibilidade de estoque etc. ( ) Estabelecimento de políticas de nível de serviço (prazo de entrega após o pedido, política de devoluções, métodos de despacho etc.). ( ) Instalação do produto, garantias, reparo e reposição temporária, rede de assistência técnica etc. A sequência está correta em
Para que a empresa tenha condições de manter bons de níveis de atendimento ao mercado, um fator fundamental é
que o cliente receba o seu produto rapidamente e sem atrasos. Para tanto, é necessário que a empresa ajuste os seus
níveis de estoques à demanda, utilizando-se de ferramentas de gestão que forneçam informações importantes para a
tomada de decisão, sendo que as mais indicadas para este caso são os modelos de previsão de estoques.

De acordo com os dados apresentados na tabela, calcule a previsão de demanda para o mês de julho, utilizando o
modelo de previsão de estoques conhecido como Método da Média Ponderada.
Um dos requisitos que contribuem de forma substancial para o sucesso de uma operação logística é a escolha do local
para a instalação de novos depósitos. A escolha de um local inadequado impactará os custos de toda a operação; por
isso é essencial que a empresa elabore um projeto que analise as principais variáveis que afetam a escolha deste
local. Sobre as principais variáveis que devem ser consideradas em um projeto para a escolha de um local para a
instalação de um depósito, incluem-se, EXCETO:
Texto I para responder às questões de 01 a 05.
"Quem não se comunica se trumbica"
Esta frase é do Chacrinha, um dos mais famosos apresentadores da televisão brasileira, falecido em 1988. Só que
não! A frase, na verdade, é de Péricles do Amaral, que a "deu" para que Chacrinha a usasse em seus programas na TV.
Mas hoje, enquanto Chacrinha se eternizou como personagem integrante da história da TV brasileira, Péricles – uma das
maiores referências do rádio carioca e autor de novelas radiofônicas, além de forte atuação como redator de TV em
diversos canais – que faleceu em 1975, é pouco conhecido do grande público.
Essa confusão exemplifica a relação que temos hoje com a informação e a comunicação. Vivemos uma era de alta
tecnologia da informação. Mas informação e comunicação não significam necessariamente a mesma coisa. Vivemos
num mundo com acesso a todo tipo de informação de diversas maneiras. Só que excesso de informação também pode
gerar ruído – em comunicação, "ruído" é qualquer elemento que interfere no processo de transmissão de uma
mensagem de um emissor para um receptor.
Não basta haver a capacidade de informar se não houver o desejo de se comunicar. Ou o desejo de compreender e
ser compreendido pelo interlocutor. Para esse processo de troca de ideias funcionar, saber escrever corretamente é
condição necessária, mas não suficiente. O que vemos hoje com alguma frequência (especialmente em redes sociais)
são pessoas querendo impor suas ideias, mas sem querer compreender ideias diferentes. Ou mesmo modos diferentes
de se expressar. [...]
(Dario Chaves. Língua Portuguesa, nº 57, ed. Escala. Fragmento.)
O emprego da expressão de caráter coloquial “Só que não!" representa
Dentre os recursos utilizados pelo autor, é correto afirmar acerca do trecho “Só de saber que você não está em uma zona de guerra torna isso ainda mais emocional. E muito mais doloroso” [...] (2º§), em discurso direto, que sua principal função é
O tempo verbal utilizado na seguinte oração do texto: “O grego Aris Messinis é fotógrafo da agência AFP em Atenas.” indica
Ao substituir “perigos da travessia” por “travessia”, mantendo-se a norma padrão da língua, em “Obviamente, são os mais vulneráveis aos perigos da travessia.” (3º§) ocorreria:
Uma das principais disciplinas da educação básica brasileira precisa ter mais avanço no que tange a aprendizado no
Brasil. O estudo, intitulado Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?, divulgado em
início de 2016, faz uma nova análise das séries de dados do último estudo PISA (Programa Internacional de Avaliação
de Alunos) da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, publicado no final de 2013, com
dados de 2012. Segundo o estudo amplamente divulgado, em matemática, o Brasil:
I. É um dos países que mais reduziu o número de alunos sem conhecimentos básicos.
II. Totalizou uma pontuação bem inferior a média dos países da Organização realizadora deste estudo.
III. É um dos últimos colocados em um ranking de competências entre as nações pesquisadas pela PISA.
É correto o que se afirma somente em
Paulo, um empresário, aplicou o capital de R$ 50.000,00 à taxa de juros simples comerciais de 30% a.a. durante 42
dias. Dessa forma, os juros obtidos, em R$, foram:
A finalidade fundamental da contabilidade é gerar informações de ordem
Na Demonstração dos Resultados, os juros passivos e os honorários de diretoria são considerados, respectivamente, como despesas:
Quem sabe Deus está ouvindo
Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde
botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem
sequer me dar conta do que fazia.
Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da
terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara
para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas
novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:
– Você vai criar um cajueiro aí?
Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.
– Mas é melhor arrancar logo, não é?
Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um
silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns
centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a
empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria
capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas
que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas
igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.
Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – "seu Rubem, o cajueirinho..." – mas o telefone tocou, fui
atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e
transplantou para ele a mudinha.
Veio me mostrar:
– Eu comprei um vaso...
– Ahn...
Depois de um silêncio, eu disse:
– Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...
Ela olhou a plantinha e disse com convicção:
– Esse aqui não vai morrer, não senhor.
Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve
para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse
pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo,
uma frase profética, dita apenas por dizer:
– Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.
Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa
gravidade:
– É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...
Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros
assuntos maiores.
(BRAGA, Rubem, 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
“–Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa..." (12º§) Assinale a alternativa em que o acento da crase foi utilizado
pela mesma razão da frase anterior.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
De acordo com a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, a organização da Assistência Social tem como base diversas
diretrizes. Assinale a alternativa que contenha uma delas.