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Com referência às principais funções da contabilidade, analise as afirmativas. I. Coletar os documentos comprobatórios dos atos e fatos administrativos e econômicos que ocorrem na entidade.
II. Manter sigilo total da situação patrimonial, econômica e financeira da entidade.
III. Registrar os fatos contábeis decorrentes das alterações patrimoniais nos livros de escrituração contábil da entidade.
IV. Acumular informações quantitativas e qualitativas, especificamente do patrimônio público, bem como suas variações ao longo do tempo.
V. Classificar os documentos comprobatórios de acordo com as alterações que provocam no patrimônio da entidade.
Estão corretas apenas as afirmativas

Quem sabe Deus está ouvindo

Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde

botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem

sequer me dar conta do que fazia.

Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da

terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara

para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas

novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

– Você vai criar um cajueiro aí?

Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

– Mas é melhor arrancar logo, não é?

Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um

silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns

centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a

empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria

capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas

que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas

igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – “seu Rubem, o cajueirinho..." – mas o telefone tocou, fui

atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e

transplantou para ele a mudinha.

Veio me mostrar:

– Eu comprei um vaso...

– Ahn...

Depois de um silêncio, eu disse:

– Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...

Ela olhou a plantinha e disse com convicção:

– Esse aqui não vai morrer, não senhor.

Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve

para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse

pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo,

uma frase profética, dita apenas por dizer:

– Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.

Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa

gravidade:

– É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros

assuntos maiores.

(BRAGA, Rubem, 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)

“Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas igualmente ignaros: eu, o deus da Vida,

ela, o da Morte." (6º§) Nessa frase, a palavra “ignaros" significa, EXCETO:

Quem sabe Deus está ouvindo

Outro dia eu estava distraído, chupando um caju na varanda, e fiquei com a castanha na mão, sem saber onde

botar. Perto de mim havia um vaso de antúrio; pus a castanha ali, calcando-a um pouco para entrar na terra, sem

sequer me dar conta do que fazia.

Na semana seguinte a empregada me chamou a atenção: a castanha estava brotando. Alguma coisa verde saía da

terra, em forma de concha. Dois ou três dias depois acordei cedo, e vi que durante a noite aquela coisa verde lançara

para o ar um caule com pequenas folhas. É impressionante a rapidez com que essa plantinha cresce e vai abrindo folhas

novas. Notei que a empregada regava com especial carinho a planta, e caçoei dela:

– Você vai criar um cajueiro aí?

Embaraçada, ela confessou: tinha de arrancar a mudinha, naturalmente; mas estava com pena.

– Mas é melhor arrancar logo, não é?

Fiquei em silêncio. Seria exagero dizer: silêncio criminoso – mas confesso que havia nele um certo remorso. Um

silêncio covarde. Não tenho terra onde plantar um cajueiro, e seria uma tolice permitir que ele crescesse ali mais alguns

centímetros, sem nenhum futuro. Eu fora o culpado, com meu gesto leviano de enterrar a castanha, mas isso a

empregada não sabe; ela pensa que tudo foi obra do acaso. Arrancar a plantinha com a minha mão – disso eu não seria

capaz; nem mesmo dar ordem para que ela o fizesse. Se ela o fizer darei de ombros e não pensarei mais no caso; mas

que o faça com sua mão, por sua iniciativa. Para a castanha e sua linda plantinha seremos dois deuses contrários, mas

igualmente ignaros: eu, o deus da Vida; ela, o da Morte.

Hoje pela manhã ela começou a me dizer qualquer coisa – "seu Rubem, o cajueirinho..." – mas o telefone tocou, fui

atender, e a frase não se completou. Agora mesmo ela voltou da feira; trouxe um pequeno vaso com terra e

transplantou para ele a mudinha.

Veio me mostrar:

– Eu comprei um vaso...

– Ahn...

Depois de um silêncio, eu disse:

– Cajueiro sente muito a mudança, morre à toa...

Ela olhou a plantinha e disse com convicção:

– Esse aqui não vai morrer, não senhor.

Eu devia lhe perguntar o que ela vai fazer com aquilo, daqui a uma, duas semanas. Ela espera, talvez, que eu o leve

para o quintal de algum amigo; ela mesma não tem onde plantá-lo. Senti que ela tivera medo de que eu a censurasse

pela compra do vaso, e ficara aliviada com a minha indiferença. Antes de me sentar para escrever, eu disse, sorrindo,

uma frase profética, dita apenas por dizer:

– Ainda vou chupar muito caju desse cajueiro.

Ela riu muito, depois ficou séria, levou o vaso para a varanda, e, ao passar por mim na sala, disse baixo com certa

gravidade:

– É capaz mesmo, seu Rubem; quem sabe Deus está ouvindo o que o senhor está dizendo...

Mas eu acho, sem falsa modéstia, que Deus deve andar muito ocupado com as bombas de hidrogênio e outros

assuntos maiores.

(BRAGA, Rubem, 1993-1990. 200 crônicas escolhidas – 31ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)

Em “... mas o telefone tocou, fui atender, e a frase não se completou." (7º§) A partícula “e", sublinhada nessa

estrutura, estabelece entre as orações uma ideia de

De acordo com a Lei nº 12.594, de 18 de janeiro de 2012, que institui o Sistema Nacional de Atendimento

Socioeducativo (Sinase) compete aos Municípios:

“O imposto, que teve sua defesa de retorno, por parte da presidente Dilma Rousseff, foi implantado de forma

provisória no governo do presidente ____________________, em 1993, com o objetivo de cobrir parte das despesas

com ________________ e foi extinto em 1994. Ele retornou em 1996 no governo de _________________________,

tendo sido extinto em 2007 no governo do(a) presidente ______________________." Assinale a alternativa que

completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

O texto apresenta-se em uma linguagem predominantemente informativa. Contudo, além de apresentar os fatos, há demonstração de análise subjetiva do autor no seguinte trecho em destaque:

Na construção do texto, a coerência e a coesão são de fundamental importância para que sua compreensão não seja comprometida. Alguns elementos são empregados de forma efetiva e explícita com tal propósito. Nos trechos a seguir foram destacados alguns elementos cuja função anafórica contribui para a coesão textual, com EXCEÇÃO de:

Com referência aos conceitos de contabilidade, analise.

I. Os usuários da contabilidade são os bancos e o governo, pois necessitam destas informações para concessão de

empréstimos e estudos econômicos.

II. Os usuários da contabilidade são os administradores, diretores e executivos cujo objetivo é obter informações sobre

a empresa e, as informações geradas pela contabilidade, na maioria das vezes, são confusas e não são

esclarecedoras.

III. Os usuários da contabilidade dividem-se em internos e externos e as informações geradas pela contabilidade devem

ser claras e objetivas, a fim de que o usuário possa planejar suas próprias operações.

IV. Os usuários da contabilidade são aqueles que desejam informações sobre a empresa e as informações geradas pela

contabilidade podem ou não refletir a situação econômico-financeira da empresa.

Está correta apenas a afirmativa

“Uma empresa possui 1 veículo avaliado em $ 24.000, 1 galpão avaliado em $ 108.000, saldo devedor do financiamento do imóvel $ 42.000 e aplicações na poupança de $ 8.000. É correto afirmar que o Patrimônio Líquido dessa empresa é de:

Uma empresa apresenta em seus demonstrativos os seguintes valores: $ 120.000 em ativos, $ 30.000 em passivos e $ 90.000 no Patrimônio Líquido. Com esses dados, é correto afirmar que a empresa

Sobre o tratamento que o Estatuto da Juventude – Lei nº 12.852, de 5 de agosto de 2013 – dá ao Direito ao Desporto

e ao Lazer, analise as afirmativas.

I.O jovem tem direito à prática desportiva destinada a seu pleno desenvolvimento, com prioridade para o desporto de

rendimento.

II.O direito à prática desportiva dos adolescentes deverá considerar sua condição peculiar de pessoa em

desenvolvimento.

III.Todas as escolas deverão buscar pelo menos um local apropriado para a prática de atividades poliesportivas.

Está(ão) correta(s ) a(s ) afirmativa(s )

Considerando-se o significado das palavras no contexto apresentado, é correto afirmar que os vocábulos destacados poderiam ser substituídos pelos termos sugeridos, com EXCEÇÃO de:

Em um país hipotético, economistas estimaram, mediante levantamentos macroeconômicos, que as famílias têm consumo autônomo de R$ 900,00 e uma propensão marginal a consumir igual a 0,70. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta corretamente a função poupança(s) desse país.

A economia brasileira, sobretudo após a industrialização ocorrida incipientemente a partir da segunda metade do século XX, perpassou por várias tentativas de programas econômicos elaborados pelo Estado sempre objetivando a promoção do crescimento e o desenvolvimento econômico, bem como da estabilidade dos preços dos bens e serviços disponíveis para população. Dentro desse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Durante o Plano de Metas promovido no governo de Juscelino Kubitschek, o desenvolvimento industrial foi liderado pelo crescimento do departamento produtor de bens de capital e do departamento produtor de bens de consumo duráveis. Suas taxas anuais de crescimento médio no período 1955/1962 foram de 26,40% e 23,90%, respectivamente.
( ) Após um período de intenso crescimento do PIB entre 1956 e 1962, a economia brasileira sofreu uma desaceleração que perdurou até 1967. Entre 1962 e 1967, a taxa média de crescimento do PIB caiu à metade daquela alcançada no período anterior. A formação bruta de capital fixo que crescia até 1962, torna-se negativa em 1963, juntamente com a produção industrial nacional. A inflação disparou e atingiu 90% no ano de 1964
( ) O Plano de Ação Econômica de Governo (PAEG) impôs uma série de transformações institucionais na economia nacional, em especial as consubstanciadas nas reformas bancária e tributária. Entretanto, as políticas monetária e creditícia foram do tipo stop-and-go, alternando com período de expansão da moeda e do crédito com outros de forte contração monetária, atingindo duramente a atividade econômica e provocando falências, concordatas e desemprego.
( ) O intenso crescimento econômico que houve durante o período chamado de “milagre econômico” trouxe grandes benefícios para as classes de maior renda, incluindo-se, aí, a parte da classe média assalariada que fornecia os quadros técnicos necessários à gestão da economia, como engenheiros, economistas, administradores, analistas de sistema e outros. Verificou-se também que a renda dos brasileiros neste período concentrou-se ainda mais, sobretudo, em consequência do valor real do salário mínimo.
A sequência está correta em

A elasticidade-preço da demanda é uma medida de sensibilidade que avalia como as variações de preço podem afetar as quantidades procuradas. Em determinada empresa, um economista avaliou que quando o preço foi de R$ 10 a quantidade demandada foi de 100 e quando o preço se alterou para R$ 12 a quantidade procurada foi de 90 unidades. De posse das informações prestadas, assinale o valor apurado da elasticidade-preço da demanda.

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