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O diâmetro de uma peça, em dm, é uma variável aleatória contínua X com função de distribuição acumulada dada por:


A Cia. Verde & Amarelo S.A. possuía, em 31/12/2013, um ativo imobilizado (equipamentos), cujo valor contábil, após o

reconhecimento da depreciação de 2013, era composto por:

Custo de aquisição: ........................................................................................ R$ 420.000,00

Depreciação acumulada: ................................................................................ R$ 120.000,00

Perda por desvalorização reconhecida (em 2012):......................................... R$ 50.000,00


Em 31/12/2013, antes de elaborar suas demonstrações contábeis, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade desse ativo e

obteve as seguintes informações:

Valor em uso: .................................................................................................. R$ 235.000,00

Valor justo líquido de despesa de venda: ........................................................ R$ 210.000,00

O valor recuperável para este ativo imobilizado, em 31/12/2013, era, em reais,

Em 15/04/2014, a Cia. Amarela verificou que a despesa de depreciação de seu ativo imobilizado, referente ao ano de 2013, foi

calculada considerando o valor residual incorreto. Sabendo que a diferença entre os valores (calculado e o que deveria ter sido

calculado como despesa de depreciação) é material, a Cia. Amarela

Atenção: Para responder às questões de números 37 a 39, considere a data do Balanço Patrimonial de determinada entidade do setor público − 31/12/2013, classifique as contas patrimoniais em ativo e passivo circulante e não circulante e utilize a equação patrimonial, nos termos das Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público.

O ativo circulante e não circulante do Balanço Patrimonial, somam, respectivamente, em reais,

Considere que, durante o exercício de 2013, determinado ente público realizou as seguintes transações, em reais:

De acordo com a Lei Federal no

4.320/1964, o resultado apurado no exercício, será indicado

Uma das inovações trazidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal foi a necessidade de emissão do Relatório de Gestão Fiscal por parte dos titulares de Poderes e Órgãos da Administração pública, o que inclui o TRT da 13a Região. Deve estar presente nesse relatório:

O relatório é o documento pelo qual a auditoria interna apresenta o resultado dos seus trabalhos. É norma atinente ao relatório

que

A aplicação a juros de um capital de R$ 3.000,00 resultou em um montante de R$ 3.300,00 ao final do período de 2 meses e

meio. A taxa de juros simples anual desse investimento, em %, foi de

O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao

silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em

comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um

entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por

manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo

de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.

Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma

distorção da comunicação em razão da qual as significações se

perdem e são substituídas por uma informação parasita que

provoca desagrado ou aborrecimento.

O sentimento do barulho surge quando as sonoridades

do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem

como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a

interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se

encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por

outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,

o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo

que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como

indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os

barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como

incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre

os outros.

O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o

nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou

de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico

caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do

barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para

controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela

cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades

acrescentam novas fontes sonoras com os televisores

ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos

cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso

afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a

palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que

enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma

mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se

ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita

ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente

tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse

persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou

encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço

próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os

encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência

sonora assim forjada em torno da pessoa.

Nossas cidades são particularmente vulneráveis às

agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes

distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em

abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,

abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A

modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do

espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos

olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve

para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se

beneficiar de um uso mais rentável.

(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho

de 2013, com adaptações)

Pois, aos olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se beneficiar de um uso mais rentável. ( 4° parágrafo) A afirmativa acima

O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao

silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em

comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um

entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por

manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo

de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.

Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma

distorção da comunicação em razão da qual as significações se

perdem e são substituídas por uma informação parasita que

provoca desagrado ou aborrecimento.

O sentimento do barulho surge quando as sonoridades

do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem

como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a

interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se

encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por

outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,

o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo

que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como

indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os

barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como

incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre

os outros.

O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o

nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou

de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico

caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do

barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para

controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela

cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades

acrescentam novas fontes sonoras com os televisores

ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos

cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso

afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a

palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que

enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma

mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se

ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita

ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente

tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse

persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou

encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço

próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os

encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência

sonora assim forjada em torno da pessoa.

Nossas cidades são particularmente vulneráveis às

agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes

distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em

abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,

abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A

modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do

espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos

olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve

para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se

beneficiar de um uso mais rentável.

(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho

de 2013, com adaptações)

Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social... (2° parágrafo)
O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está em:

José foi surpreendido pelo policial João, dirigindo alcoolizado um veículo na via pública. Nessa oportunidade, ofereceu a João a quantia de R$ 100,00 para não prendê-lo, nem multá-lo. João aceitou a proposta, guardou o dinheiro, mas multou e efetuou a prisão em flagrante de José por dirigir alcoolizado. Nesse caso, João responderá pelo crime de

O Supremo Tribunal Federal é composto por 11 Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, que

Em uma dada situação, o presidente do TRF da 3 Região desloca-se para Assembleia Legislativa do Estado com escolta motorizada, onde haverá um ato solene. No entanto, existe a previsão de manifestações populares. Diante deste contexto, a fim de manter a integridade física da autoridade, a escolta motorizada deve

Ao ofender a integridade ou saúde corporal de outrem,

dando causa ao resultado por imprudência, negligência ou

imperícia, o agente praticou o crime de lesão corporal na

forma

Durante o almoço de final de ano, subitamente, um colega de

trabalho se engasga com alguma coisa que comeu. Ele tenta,

mas não consegue tossir e expelir o corpo estranho. Em

seguida levanta-se e fica muito agitado levando as mãos à

garganta. Não consegue mais falar, parecendo ter dificuldade

para respirar. Nessa situação hipotética de asfixia, a manobra

a ser iniciada com a respectiva descrição, consta em

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