A empresa de colonização na América Espanhola, durante a Idade Moderna, foi montada obedecendo a diretrizes fi xadas pela política mercantilista e segundo a lógica do capital comercial. Assim, várias regiões desenvolveram-se visando uma produção de exportação mediante os interesses comerciais de Espanha. Com destaque para a mineração de metais preciosos, especialmente da prata que, ao longo de todo o século XVI e da primeira metade do século seguinte, representou a atividade econômica fundamental. Entre as regiões em que sobressaíram as atividades de mineração, é possível destacar:
O Japão, depois de um período em que chegou a ambicionar um fechamento completo ao Ocidente, inicia, com Mutsu Hito, a passagem do mundo nipônico ao mundo contemporâneo, um movimento que busca inicialmente superar as antigas estruturas fundiárias japonesas para que o país, sem abrir mão de suas tradições, possa consolidar o poder interno, em busca da institucionalização de mudanças que possibilitem que o país se lance, futuramente, como potência mundial expansionista. Tal busca de modernização sem a perda das tradições fi cou conhecida como:
Ao discutir a aliança entre os EUA e a URSS, no contexto da Segunda Guerra Mundial, Eric Hobsbawm (1995) afirma que o conflito político no Ocidente – da URSS às Américas, passando pela Europa – pode ser mais bem entendido não como uma disputa entre Estados, mas como uma guerra civil ideológica internacional. E que as linhas divisórias cruciais nesta guerra civil não foram entre o capitalismo como tal e a revolução social comunista. Os termos,que justifi cam a aliança EUA e URSS contra o nazi-fascismo, nos quais Hobsbawm confi gura as famílias ideológicas do período retratado estão descritos em:
Em linhas gerais, a política econômica do Governo JK
(1956-1961) pode ser sintetizada como uma maneira de combinar
o Estado, a empresa nacional e o capital estrangeiro para
promover o desenvolvimento, com ênfase na industrialização.
Tal política econômica de JK fi cou conhecida como:
Questions 21 through 35 address existing theories of English teaching.
Read them and mark the correct alternative.
In “Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas”, Almeida Filho (2007) discusses the types of competence a language teacher should achieve. For the author, “implicit competence” is the most basic one and should be surpassed. This competence can be defi ned as a/an:
Questions 21 through 35 address existing theories of English teaching.
Read them and mark the correct alternative.
The “Currículo Mínimo – Língua Estrangeira” (2012) has the purpose of developing the following competence in basic school education:
Questions 21 through 35 address existing theories of English teaching.
Read them and mark the correct alternative.
According to Harmer (2007) in “How to teach English”, the
discovery approach is a possible way of teaching grammar. In this
approach, teachers lead learners to build the target knowledge.
One example of a discovery activity is:
In the sentence “It would be nice if teachers who work in the most challenging schools could be paid more.” (l. 43), the personal pronoun ‘it’ functions as an:
According to the Longman Grammar (Biber et al., 1999, p. 988), “collocations are associations between lexical words, so that the words co-occur more frequently than expected by chance”. This text presents several examples of collocations. The only exception is:
Modal verbs can be classifi ed into two major categories of meaning: epistemic and deontic. Epistemic modals refer to the logical status of events or states. The following alternatives are examples of epistemic modals. The only exception is:
Questions 46 through 50 present some problems English learners
usually have. Mark the correct alternative for each question.
Learners of English as a foreign language usually have
problems in distinguishing between oral and written English. Oral
language typically displays an unplanned and fragmented speech,
while written language usually presents a more elaborated and
planned speech. When correcting written assignments, teachers
should pay particular attention to the uses that are typically oral.
The alternatives below present examples of oral speech. The only
exception is:
La funzione logica del sintagma “... con i moschetti." (r. 65)
è di complemento:
L'unica opzione in cui le parole non sono formate dai prefi ssi presenti rispettivamente in “apolitici" e “indipendenti" (r. 22)
si verifi ca in:
Il fenomeno linguistico presente nella scrittura del vocabulo
in neretto in: "delle stagioni eran passate..." (r. 40) si chiama:
L'opzione in cui la parola non ubbidisce la regola della
divisione sillabica:
En “y unos brazos atolondrados,” (l. 22–23), la palabra destacada nos da a entender, en el texto, que sus brazos eran:
En “Mi desconfi anza menguó” (l. 6), el verbo destacado signifi ca, en el texto, que:
En “Me quedé estupefacto” (l. 28–29), lo destacado es un verbo de tipo:
“Confío en que tales escenas sean caprichos de guionistas soeces,” (l. 64–65). Con la palabra destacada el autor nos da a entender que esos guionistas son:
Para muitos pensadores do Pensamento Social Brasileiro, o
Brasil dos séculos XIX e XX seria caracterizado por uma estrutura
agrária arcaica e por uma consequente ausência de valores cívicos.
Ao mesmo tempo, teríamos produzido uma estrutura institucionallegal
liberal considerada moderna para os padrões dos países em
desenvolvimento. Essa representação do Brasil como moderno e
arcaico pode ser condensada na categoria:
“Os mal-estares da pós-modernidade provêm de uma espécie de liberdade de procura do prazer que tolera uma segurança individual pequena demais”. Ao comparar a pós-modernidade, como defi nida acima, com a modernidade, que seria caracterizada por menos liberdade e mais segurança (e mal-estar), Bauman (1998) busca analisar a atualização do importante conceito sociológico de:
Em Casa-Grande e Senzala, Freyre (2005) discute como a casa grande reuniria ao redor do senhor de escravos todos aqueles que este considerava como seus bens: família, herdeiros, amantes, escravos, agregados, políticos, padres etc., incorporando todos à estrutura da propriedade, ao invés de separar e discriminar. Assim, Freyre apresenta a partir dessa metáfora um dos traços característicos da organização social e política do Brasil denominado:
“Seja como for, a era moderna continua a operar sob a premissa
de que a vida, e não o mundo, é o bem supremo do homem (…).”
(ARENDT, 1999: 332).
Em “A Condição Humana”, Hannah Arendt discute como o advento
do cristianismo esvaziou a importância que o espaço público tinha
na Antiguidade, ao valorizar a vida e a luta pela sua continuidade,
através do labor e do trabalho, em detrimento do pensamento,
da refl exão e da participação na vida pública. Expressando uma
preocupação presente em outro de seus trabalhos, para a autora,
a consequência para o homem moderno dessa inversão de valores
é a perda:
Para Max Weber, o que caracterizaria o capitalismo moderno por ele analisado seria a busca por efi cácia na realização dos objetivos, conceito expresso na categoria:
Para Alexander, em Teoria Social Hoje (apud Giddens &
Turner org., 1999), um clássico é um texto que permite ao cientista
social aprender com ele tanto quanto com a leitura de um autor contemporâneo.
O autor defende que se leia os clássicos para refl etir
sobre questões contemporâneas, em oposição a uma abordagem
que vê tais obras apenas como:
Em “Individualismo e Cultura”, Velho (1981) defende que o cientista social pode investigar sua própria sociedade, chamando atenção para o fato de que o conhecimento advindo da experiência pessoal não é sinônimo de conhecimento científi co. Para o autor, a investigação sobre a própria cultura pode permitir uma compreensão da complexidade dos fenômenos sociais para além dos “mapas e códigos básicos nacionais e de classe através dos quais fomos socializados”. Para tanto, defende que o cientista social:
“Região hidrográfi ca é a parte do território brasileiro banhada
por uma ou mais bacias hidrográfi cas, cujas características
naturais e socioeconômicas são relativamente homogêneas.”
TAMDJIAN, J.O e MENDES, I.L. Geografi a: Estudos para compreensão do espaço
– Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2011. p. 44
Utilizando–se a defi nição acima como referência na divisão do
território nacional, destaca–se a região hidrográfi ca que concentra
32% da população nacional, com uma área de aproximadamente
880 mil quilômetros quadrados, abrigando predominantemente
vegetações de Mata Atlântica e do Cerrado. Com vazão média
de água correspondente a 6,5% do país, a região hidrográfica em
questão é a do rio: