Segundo a legislação brasileira, o limite máximo permitido para as concentrações de mercúrio total é de 500 nanogramas por
grama de peso úmido. Ainda levando em conta os dados da tabela e o tipo de circulação do mercúrio ao longo da cadeia
alimentar, pode-se considerar que a ingestão, pelo ser humano, de corvinas capturadas nessas regiões,
"O continente africano em seu conjunto apresenta 44% de
suas fronteiras apoiadas em meridianos e paralelos; 30% por
linhas retas e arqueadas, e apenas 26% se referem a limites
naturais que geralmente coincidem com os de locais de
habitação dos grupos étnicos"
MARTIN, A. R. Fronteiras e Nações. Contexto, São Paulo, 1998
Diferente do continente americano, onde quase que a totalidade
das fronteiras obedecem a limites naturais, a África apresenta as
características citadas em virtude, principalmente,
Uma nova preocupação atinge os profissionais que trabalham na
prevenção da AIDS no Brasil. Tem-se observado um aumento
crescente, principalmente entre os jovens, de novos casos de
AIDS, questionando-se, inclusive, se a prevenção vem sendo ou
não relaxada. Essa temática vem sendo abordada pela mídia:
"Medicamentos já não fazem efeito em 20% dos infectados pelo
vírus HIV.
Análises revelam que um quinto das pessoas recém-infectadas
não haviam sido submetidas a nenhum tratamento e, mesmo
assim, não responderam às duas principais drogas anti-AIDS.
Dos pacientes estudados, 50% apresentavam o vírus FB, uma
combinação dos dois subtipos mais prevalentes no país, F e B".
Adaptado do Jornal do Brasil, 02/10/2001
Dadas as afirmações acima, considerando o enfoque da
prevenção, e devido ao aumento de casos da doença em
adolescentes, afirma-se que
I. O sucesso inicial dos coquetéis anti-HIV talvez tenha levado
a população a se descuidar e não utilizar medidas de
proteção, pois se criou a idéia de que estes remédios
sempre funcionam.
II. Os vários tipos de vírus estão tão resistentes que não há
nenhum tipo de tratamento eficaz e nem mesmo qualquer
medida de prevenção adequada.
III. Os vírus estão cada vez mais resistentes e, para evitar sua
disseminação, os infectados também devem usar
camisinhas e não apenas administrar coquetéis.
Está correto o que se afirma em
Nos peixamentos - designação dada à introdução de peixes em sistemas aquáticos, nos quais a qualidade da água reduziu as
populações nativas de peixes - podem ser utilizados peixes importados de outros países, peixes produzidos em unidades de
piscicultura ou, como é o caso da grande maioria dos peixamentos no Brasil, de peixes capturados em algum ambiente natural e
liberados em outro. Recentemente começaram a ser utilizados peixes híbridos, como os "paquis", obtidos por cruzamentos entre pacu
e tambaqui; também é híbrida a espécie conhecida como surubim ou pintado, piscívoro de grande porte.
Em alguns julgamentos de crimes ambientais, as sentenças, de modo geral, condenam empresas culpadas pela redução da qualidade
de cursos d'água a realizarem peixamentos. Em geral, os peixamentos tendem a ser repetidos muitas vezes numa mesma área.
A respeito da realização de peixamentos pelas empresas infratoras, pode-se considerar que essa penalidade
A crônica muitas vezes constitui um espaço para reflexão sobre aspectos da sociedade em que vivemos.
"Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha,
certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é
aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino
De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete,
trombadinha, ladrão. (...) Na verdade não existem meninos De rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é
porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos
também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê."
COLASSANTI, Marina. In: Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999
No terceiro parágrafo em "... não existem meninos De rua. Existem meninos NA rua.", a troca de De pelo Na determina que a
relação de sentido entre "menino" e "rua" seja