A coleta de favas é feita por famílias inteiras de trabalhadores rurais (não-proprietários). Enquanto o jovem apanhador de favas pode
ganhar até R$7,50 por dia, os demais trabalhadores adultos ganham, em média, R$5,12 por dia, podendo dedicar-se a outras
atividades extrativistas: a coleta de pequis e panãs, frutos vendidos à beira da estrada, e de lenha, vendida a pequenos compradores.
A tabela apresenta a renda média anual dos jovens e adolescentes de uma cidade de Minas Gerais, com essas
atividades extrativistas.

Foram feitas as seguintes afirmações sobre a importância socioeconômica do extrativismo da fava-d'anta:
I. A desinformação impede qualquer controle da situação por parte dos coletores, aos quais cabe apenas o papel de trabalhadores
braçais.
II. O retorno financeiro para a população é compatível com a importância dos produtos derivados da fava.
III. A atividade é menos rentável porque, entre os compradores de favas, existem atravessadores, ao contrário do que acontece na
venda do pequi.
IV. A atividade eleva o salário diário do trabalhador, representando a fonte mais importante de sua renda anual.
Está correto apenas o que se afirma em
Segundo uma organização mundial de estudos ambientais, em 2025, "duas de cada três pessoas viverão situações de carência de
água, caso não haja mudanças no padrão atual de consumo do produto."
Uma alternativa adequada e viável para prevenir a escassez, considerando-se a disponibilidade global, seria
Os níveis de irradiância ultravioleta efetiva (IUV) indicam o risco de exposição ao Sol para pessoas de pele do tipo II - pele de
pigmentação clara. O tempo de exposição segura (TES) corresponde ao tempo de exposição aos raios solares sem que
ocorram queimaduras de pele. A tabela mostra a correlação entre riscos de exposição, IUV e TES.

O FPS mínimo que uma pessoa de pele tipo II necessita para evitar queimaduras ao se expor ao Sol, considerando TPP o
intervalo das 12:00 às 14:00 h, num dia em que a irradiância efetiva é maior que 8, de acordo com os dados fornecidos, é
"A palavra tatuagem é relativamente recente. Toda a gente
sabe que foi o navegador Cook que a introduziu no Ocidente,
e esse escrevia tattou, termo da Polinésia de tatou ou tu
tahou, "desenho´.
(...) Desde os mais remotos tempos, vemo-la a transformarse:
distintivo honorífico entre uns homens, ferrete de
ignomínia entre outros, meio de assustar o adversário para os
bretões, marca de uma classe de selvagens das ilhas
marquesas (...) sinal de amor, de desprezo, de ódio (...). Há
três casos de tatuagem no Rio, completamente diversos na
sua significação moral: os negros,os turcos com o fundo
religioso e o bando de meretrizes, dos rufiões e dos humildes,
que se marcam por crime ou por ociosidade."
RIO, João do. Os Tatuadores. Revista Kosmos. 1904, apud: A alma
encantadora das ruas, SP: Cia das Letras, 1999
Com base no texto são feitas as seguintes afirmações:
I. João do Rio revela como a tatuagem já estava presente
na cidade do Rio de Janeiro, pelo menos desde o início
do século XX, e era mais utilizada por alguns setores da
população.
II. A tatuagem, de origem polinésia, difundiu-se no ocidente
com a característica que permanece até hoje: utilização
entre os jovens com função estritamente estética.
III. O texto mostra como a tatuagem é uma prática que se
transforma no tempo e que alcança inúmeros sentidos
nos diversos setores das sociedades e para as
diferentes culturas.
Está correto o que se afirma apenas em
Só falta o Senado aprovar o projeto de lei [sobre o uso de termos estrangeiros no Brasil] para que palavras como shopping
center , delivery e drive-through sejam proibidas em nomes de estabelecimentos e marcas. Engajado nessa valorosa luta
contra o inimigo ianque, que quer fazer área de livre comércio com nosso inculto e belo idioma, venho sugerir algumas outras
medidas que serão de extrema importância para a preservação da soberania nacional, a saber:
........
- Nenhum cidadão carioca ou gaúcho poderá dizer "Tu vai" em espaços públicos do território nacional;
- Nenhum cidadão paulista poderá dizer "Eu lhe amo" e retirar ou acrescentar o plural em sentenças como "Me vê um chopps
e dois pastel";
..........
- Nenhum dono de borracharia poderá escrever cartaz com a palavra "borraxaria" e nenhum dono de banca de jornal
anunciará "Vende-se cigarros";
..........
- Nenhum livro de gramática obrigará os alunos a utilizar colocações pronominais como "casar-me-ei" ou "ver-se-ão".
PIZA, Daniel. Uma proposta imodesta. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 8/04/2001
No texto acima, o autor