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Folha de respostas:

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Tem-se a seguinte planilha, criada no Microsoft Excel 2016, em sua configuração original.

Considere que na célula E1 existe a função
=MAIOR(A1:C3;1). Ao se selecionar a linha 3 por completo,
clicar com o botão secundário do mouse sobre a
numeração da linha e selecionar a opção Inserir, a planilha
fica com o formato a seguir.

Assinale a alternativa com o resultado da célula E1 quando o usuário insere nas células A3 até C3, respectivamente, 20, 21 e 22, e insere nas células A5 até C5, respectivamente, 23, 24 e 25.

Sobre os produtos A, B, C, D, E e F, sabe-se que o preço
de venda de D é R$ 5,00 mais baixo que o de A e R$ 4,00
mais alto que o de B. Sabe-se, também, que o preço de
venda de E é R$ 3,00 mais alto que o de A e R$ 12,00 mais
alto que o de C. Como o preço de venda de C é R$ 10,00
mais alto que o de F, que é de R$ 16,50, então conclui-se,
corretamente, que o preço de venda de A é de

O número total de funcionários de uma empresa foi dividido
em 2 subgrupos, com base em certo atributo, com
o objetivo de participarem de uma simulação de acidente:
um subgrupo A, com 108 pessoas, e um subgrupo B,
com 180 pessoas. Para a simulação, serão montadas o
maior número de equipes possível, cada uma delas contendo
x funcionários do subgrupo A e y funcionários do
subgrupo B, de modo que cada funcionário participe de
apenas uma das equipes. Em cada equipe, a diferença
entre os números de funcionários dos subgrupos B e A
deverá ser de

Texto 1A1-I


 Machado de Assis viria a sofrer, no governo do presidente
Prudente de Morais, o que considerou uma grave injustiça.
Julgando lhe ser agradável e querendo deixar-lhe mais tempo
livre para seus trabalhos literários, o novo ministro, Sebastião
Eurico Gonçalves de Lacerda — pai do grande tribuno
parlamentar Maurício de Lacerda e avô de Carlos Lacerda —
resolveu substituir Machado de Assis na Diretoria de Viação, que
então ocupava, deixando-o como simples adido à Secretaria de
Estado, percebendo os vencimentos que lhe competissem.
Machado ficou muito magoado, achando que o ministro o julgara
um inútil. Queixou-se muito, em cartas aos amigos, não se
conformando em ficar de braços cruzados, ganhando o dinheiro
da nação sem trabalhar. Foi durante esse período que escreveu
uma de suas obras-primas, Dom Casmurro; sempre
demonstrara, em seus romances, contos e crônicas, profunda
aversão aos parasitas. E era sincero. Não queria ser um deles. E
não sossegou enquanto não voltou à atividade, embora diminuído
funcionalmente: de diretor de um departamento, passou a ser
simples secretário do ministro Severino Vieira. Quando este se
demitiu, no governo de Campos Sales, para candidatar-se ao
governo da Bahia, o ministro da justiça, Epitácio Pessoa,
nomeado para substituir interinamente Severino Vieira, não se
deu bem com Machado de Assis. Jovem, irrequieto, Epitácio
estava então veraneando em Petrópolis. Pela manhã, atendia ao
expediente da pasta da justiça. À tarde, ia para o outro ministério,
onde Machado de Assis lhe fazia minuciosas exposições sobre
cada assunto, apresentando-lhe em seguida as minutas dos
despachos. Epitácio queria sempre abreviar as exposições, a fim
de não perder a barca que saía da Prainha para Mauá, no fundo
da baía, de onde, nos fins do século XIX, partia o trem para
Petrópolis. Algumas vezes perdeu a barca, só tomando a segunda
e chegando à casa já em plena noite. Por isso, um dia disse a
respeito de Machado: “Grande escritor, mas péssimo
secretário!”. Talvez Machado, sem o dizer, pensasse a mesma
coisa de Epitácio: “Moço inteligente, mas muito afobado para ser
um bom ministro!”.
 Machado passou vários anos constrangido e humilhado
até encontrar, em Lauro Müller — o grande ministro da viação
que iniciou as obras do Porto do Rio de Janeiro e fez construir a
Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco — quem lhe fizesse
justiça. Lauro Müller fez Machado voltar a ser diretor.

Raymundo Magalhães Jr. Machado de Assis funcionário público.
In: Revista do Serviço Público, Brasília, 56(2), abr. – jun./2005, p. 237-248 (com adaptações).

No texto 1A1-I, predomina o tipo textual 

Nos termos da Constituição Federal, constitui um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil

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