Preocupados com a crescente letalidade das forças de segurança de seus países, os Estados americanos entenderam por adequado formular um tratado internacional sobre direitos humanos com vista a mais bem tutelar a população mais vulnerável, como, por exemplo, a em situação de rua, a LGBTQIA+, a negra, a pobre e a indígena, prevendo-se inclusive a responsabilização do Estado. O Presidente da República, sem a participação do Congresso Nacional ou dos chefes dos Poderes Executivos estaduais, celebrou o referido tratado e fez reserva quanto à aludida responsabilização do Estado brasileiro, em caso de descumprimento das respectivas regras.
À luz da sistemática constitucional e das regras de formulação de tratados, a conduta presidencial:
Paciente do sexo feminino, 48 anos, é levada para a emergênciacom quadro de crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
A medicação indicada para a crise é:
Paciente do sexo feminino, 27 anos, procura atendimento médico com queixa de episódios frequentes de cefaleia bilateral, de moderada intensidade, sem fotofobia, que piora no final do dia e com situações de estresse.
A medicação indicada para profilaxia desse quadro é:
Paciente do sexo masculine, 29 anos, evoluiu com fraqueza muscular progressiva em membros inferiores associada aparestesia, após quadro de gastro enterite recente. Sem relato detrauma e sem queixa de dor.
O tratamento indicado de acordo com a suspeita clínica é:
Em relação à abordagem inicial de pacientes vítimas de acidentecom animais peçonhentos, é correto afirmar que: