Com o avanço das novas tecnologias da informação e comunicação, observa-se na atualidade um processo de migração dos ambientes reais e analógicos para os virtuais e digitais. Inúmeros são os benefícios do oferecimento de produtos e da prestação de serviços no ambiente digital. No entanto, a exposição em rede costuma atrair riscos que, embora invisíveis, apresentam um potencial destrutivo alto: os ciberataques e o seu impacto para as organizações, as empresas e as pessoas envolvidas.
Os ataques cibernéticos podem ter como alvos pessoas, organizações políticas e sociais, empresas públicas e privadas, postos fiscais, tribunais, bases militares, autarquias e ministérios do Estado, variando conforme a motivação que os ensejou: interrupção de sistemas e serviços essenciais, resgate de valores em troca de arquivos criptografados, extração de dados, repercussão política ou até mesmo a lesão física de pessoas.
Gabriel Cemin Petry; Haide Maria Hupffer. O princípio da segurança na era dos ciberataques: uma análise a partir do escopo protetivo da LGPD. In: Revista CNJ, v. 7, n.º 1, jan.-jun./2023, p. 85-86 (com adaptações).
Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item seguinte.
De acordo com o texto, a seleção do alvo de um ataque cibernético varia de acordo com as consequências que se pretende desencadear, com esse ataque, na sociedade.
Os depoimentos reproduzidos a seguir foram obtidos numa pesquisa de análise de conflitos em duas instituições públicas.
(1) “Existem conflitos e conflitos, aquele conflito resultado do embate profissional, a forma como fazer pode ser questionada com embasamento, ajuda a crescer.”
(2) “As prioridades aqui na instituição são muito voláteis, a gente não sabe exatamente o conteúdo e os objetivos do trabalho que a gente deve fazer, porque as prioridades estão constantemente mudando.”
(3) “Não existe companheirismo ou boas relações interpessoais: cada um faz a sua parte, e muitos vigiam o que os outros fazem.”
(4) “O administrador distribui as tarefas por competência ou por achar que alguém da equipe deve fazer, sem levar em conta a maneira como o trabalho deve ser realizado.”
Esses quatro depoimentos ilustram, respectivamente, conflitos:
Considere um líder de uma organização que opera num ambiente institucional de baixa incerteza e alta estabilidade, com relações de trabalho consistentes e uma cultura corporativa forte. Ao ser questionado sobre como influenciar seus funcionários com pouco tempo de empresa a desempenharem bem as suas funções, ele respondeu:
“Na minha área, é por confiança: confio no que eles fazem. Existe uma conexão emocional forte entre nós, uma compreensão mútua que se desenvolve até o ponto de uma parte agir em nome da outra. Não há necessidade de monitoramento porque existe uma lealdade inquestionável entre nós”.
Essa declaração ilustra um contexto no qual a liderança estabeleceu um tipo de confiança nas relações organizacionais baseada no(a)
Com o objetivo de enriquecer o trabalho de um funcionário, um gerente buscou relacionar as experiências desse funcionário às dos clientes, compartilhando com ele e com seus colegas, em reuniões mensais, histórias de clientes que se beneficiaram dos produtos e serviços da organização, dando-lhes um lembrete poderoso do impacto de seu trabalho.
Essa ação desenvolvida pelo gerente está relacionada à seguinte dimensão essencial do trabalho:
Determinada organização pública realizou em 2021 um mapeamento que elenca as competências profissionais necessárias para a realização das atividades do órgão. A partir desse mapeamento, foi elaborado um questionário para levantar quais competências os servidores consideravam que conseguiam desempenhar, por meio de uma escala de estrelas, em que 5 estrelas representavam o entendimento de que, para o funcionário, ele seria capaz de obter desempenho excelente naquela tarefa; enquanto 1 estrela representava o entendimento do funcionário de que seu desempenho naquela atividade seria medíocre.
Tendo como base a situação hipotética precedente, julgue os itens subsequentes.
As intervenções nas organizações devem ser fundamentadas em dados sistematizados que garantam sua demanda.