As capacidades definidas nos objetivos educativos são o referencial básico de todo processo de ensino – aprendizagem e, portanto, da avaliação.
(...) Quando se considera que um aluno tem que conhecer um fato, o nome da capital de um determinado país, a descrição de um acontecimento ou a relação das obras mais importantes de um determinado escritor, pretende-se que ele saiba dizer com a máxima fidelidade o que está sendo cobrado.
(ZABALA, Antoni. A Prática Educativa – Como ensinar.Editora ARTMED. Porto Alegre.p.202.)
O enunciado permite identificar o seguinte tipo de avaliação dos conteúdos:
O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, após a aprovação da Lei 10.639/03, fez-se necessário para garantir uma ressignificação e valorização cultural das matrizes africanas que formam a diversidade cultural brasileira. Portanto, os professores exercem importante papel ___________________________________.
(https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategiasensino/lei-10639-03-ensino-historia-cultura-afrobrasileira-africana.htm)
Marque a alternativa com dados coerentes para dar sentido ao enunciado, conforme institui a Lei nº 10.639/03.
“Governador Lindenberg faz parte da microrregião expandida Norte do Espírito Santo e limita-se com os municípios de __________,
__________, __________, __________ e __________. É composto pela sede e o distrito de Novo Brasil, possuindo 23 comunidades. Seu relevo é montanhoso com algumas regiões de várzeas. Os nomes dos municípios que preenchem as lacunas acima são:
O Ensino da Educação Física tem também um sentido que busca instigar a criatividade humana à adoção de uma postura produtiva e criadora de cultura tanto no mundo do Trabalho como no lazer. (MEDINA, João Paulo Subirá (1989). Educação Física cuida do corpo e mente. 8ª ed. Editora Campinas: Papirus. São Paulo.)
Com base no enunciado, marque a alternativa com termo cujo sentido está coerente com a visão do autor.
HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi caprichoso, muito moderno, que se recusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...” com a maior irreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho – ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão progressistas, que rompem com o canto da família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos fortes que agora saem do mato de repente e disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!” Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir: “Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa igual. Mas as crianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque a alternativa que apresenta, entre outros termos, um substantivo sobrecomum.