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A Floresta Nacional de Goitacazes — FLONA — é a maior floresta urbana do Espírito Santo e a terceira maior em extensão do Brasil. São 1,3 mil hectares de verde e animais silvestres. Quem mora em Linhares tem como vizinhos animais como pica—pau, veado, tamanduá, jacutinga, macaco-barbado, espécies de cobras (jiboia, boipeba, jararaca), entre outros. Também é possível encontrar árvores centenárias, como jequitibás, jacarandá e outras espécies remanescentes do processo de desmatamento.

(Adaptado de https://linhares.es.gov.br/fauna-e-flora/)

Considerando os respectivos ciclos de vida e de reprodução dos vegetais citados no texto, podemos dizer que neles a geração: 

A lista de espécies da fauna do Espírito Santo ameaçadas de extinção relata 15 espécies de borboletas, quatro libélulas, três besouros, uma abelha e uma formiga, além de mais cinco libélulas na categoria de "dados deficientes".

INSETOS DA RESERVA NATURAL VALE, LINHARES, ESPÍRITO SANTO, BRASIL.

Disponível em https://www.researchgate.n et/publi cation/306444225 Insetos da Reserva Natural Vale Linhares_Espirito Santo_Brasil.

Os insetos possuem hemolinfa, a qual: 

A doação de sangue é um gesto solidário de ceder uma pequena quantidade do próprio sangue para salvar a vida de pessoas que se submetem a intervenções médicas de grande porte e complexidade (como transfusões, transplantes e cirurgias), bem como para o tratamento de doenças crônicas graves. Considerando apenas o sistema sanguíneo ABO, um indivíduo que possui aglutinogênios do tipo A e aglutininas anti-B pode: 

Para Soja (1993), existem indícios suficientes de que o mundo atravessa um período contínuo de “reestruturação”, que o autor entende como uma reconfiguração da vida social, econômica, política e cultural. Entretanto, essa reestruturação não pode ser interpretada de modo evolucionista, isto é, com sentido de progresso. Trata-se, na verdade, num “ponto intermediário” entre o “velho” e o “novo”, ou seja, práticas sociais preexistentes e novas disputam entre si o controle das forças que configuram a vida material das sociedades. Em síntese, podemos identificar essa reflexão do autor, da seguinte maneira:

“Uma prática tradicional na Escola Fundamental, adotada nas aulas de estudos sociais, mas desenvolvida não apenas sob sua égide, é o estudo do meio considerando que se deve partir do próprio sujeito, estudando a criança particularmente, a sua vida, a sua família, a escola, a rua, o bairro, a cidade, e, assim, ir sucessivamente ampliando, espacialmente, aquilo que é o conteúdo a ser trabalhado. São os Círculos Concêntricos, que se sucedem numa sequência linear, do mais simples e próximo ao mais distante.”

(CALLAI, H. Aprendendo a ler o mundo: a geografia nos anos iniciais do ensino fundamental. Caderno Cedes. Campinas, vol. 25, n. 66, p. 227-247, maio/ago, 2005).

“Quando se evita, no ensino de Geografia para o primeiro ciclo do Ensino Fundamental, estabelecer a conexão entre o lugar (próximo) e o global (longínquo) está fazendo um desserviço para o ensino, pois ao invés de trazer a realidade dos e aos alunos, está, na verdade, distanciando-os cada vez mais”.

(STRAFORINI, R. A totalidade mundo nas primeiras séries do ensino fundamental: um desafio a ser enfrentado. Terra Livre: São Paulo, Ano 18, vol. I, n. 18, p. 95-114, jan-jun, 2002.)

Sabemos que no Ensino de Geografia o estudo do meio a partir da realidade e conhecimentos prévios dos alunos é importante. No entanto, autores como Callai (2005) e Straforini (2002) apresentam críticas ao ensino restrito a essa forma de pensamento que vem sendo realizado nas escolas. Sendo assim, utilizando-se de seus conhecimentos sobre o Ensino de Geografia e partindo das reflexões dos autores, a alternativa que traduz uma explicação razoável para as críticas dos estudiosos do tema é a seguinte:

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