A atuação do psicólogo no contexto do Sistema Único de Saúde exige outras formas de intervenção que não se restrinjam ao atendimento direto e individual clássico. Em “Referências técnicas para a atuação de psicólogas(os) na atenção básica à saúde” (2019), o Conselho Federal de Psicologia reconhece algumas estratégias possíveis para a atuação do psicólogo no contexto do SUS. Entre essas estratégias está:
Pichon-Rivière reconhece “a maneira particular pela qual cada indivíduo se relaciona com outro ou outros, criando uma estrutura particular a cada caso e a cada momento” (Pichon-Rivière, 1988) como objeto fundamental de análise na psicologia de grupo. Tem-se aí definido o conceito de:
De acordo com a teoria de Serge Moscovici (1976), autor clássico da psicologia social, o enfoque que interpreta os processos de influência social e que caracteriza a uniformização dos indivíduos e sua submissão às normas do grupo é denominado enfoque:
A Política Nacional transversal ao SUS, que tem por princípios a valorização da dimensão subjetiva e coletiva em todas as práticas de atenção e gestão do SUS, fortalecendo o direito à cidadania, construção da autonomia e do protagonismo dos sujeitos e dos coletivos implicados no SUS, chama-se Política Nacional de:
“Mesmo com todas as dificuldades já citadas”. O trecho pode ser reescrito da seguinte forma, sem alteração do sentido: