A aprovação da lei de terras no segundo reinado foi um momento de consolidação plena
da hegemonia da aristocracia rural na gestão dos negócios de Estado no Brasil. A
aprovação desta lei, segundo José de Souza Martins, tinha por objetivo:
A expressão "Nova Lisboa", utilizada em alguns panfletos nordestinos da primeira metade
do século XIX, referia-se ao Rio de Janeiro e às elites imperiais em geral.
A origem dessa avaliação política pode ser encontrada CORRETAMENTE
São empresas criadas dentro do espírito intervencionista do primeiro governo Vargas,
EXCETO:
Dentre os principais aspectos que caracterizam a Segunda Grande Guerra Mundial, é
CORRETO afirmar que
Entre as organizações multilaterais criadas em resposta aos problemas da Guerra Fria, é
CORRETO afirmar que uma das mais importantes é a
Sobre a Palestina, no plano das organizações internacionais, assinale a alternativa
CORRETA.
Sobre a crise econômica de 2008, é CORRETO afirmar que
Assinale a alternativa que apresenta os integrantes do grupo que a mídia denomina
BRICS.
Relacione as designações das camadas de revestimentos asfálticos apresentadas na
COLUNA I de acordo com a terminologia empregada no meio rodoviário na COLUNA II

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
“O movimento educacional conhecido como escola nova surge no final do século XIX,
justamente para propor novos caminhos com o mundo no qual se acha inserido."
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna,
2006 p.167
Considerando-se esse movimento, é CORRETO que
Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron, sociólogos franceses, escreveram juntos as
obras Os herdeiros (1964) e A reprodução (1970). Foram influenciados pelo
estruturalismo francês, sobretudo pelo linguista Ferdinand de Saussure.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna,
2006 p.188
Considerando-se as teorias crítico-reprodutivistas, é CORRETO afirmar que
“Enquanto o saber, da tradição grega clássica à era das luzes e até o fim do século XIX,
era efetivamente algo para ser compreendido, pensado, refletido, hoje, nós, indivíduos,
vemo-nos, agora, privados do direito à reflexão...
Defrontamo-nos desde o século XVI, mas sobretudo no XX, com o desafio da ruptura
cultural entre a cultura das humanidades e a cultura científica. Essas duas culturas
possuem natureza inteiramente diferente."
MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. Trad. Edgard de Assis
Carvalho. São Paulo: Cortez, 2002 p. 51 57
A partir desses fragmentos, acompanhando a reflexão de Edgar Morin sobre a distinção e
a ruptura que se realizou entre os saberes, o que se verifica é o fato de que
“O que é então a liberdade? Nascer é ao mesmo tempo nascer no mundo e nascer do
mundo. O mundo está já constituído, mas também não está nunca completamente
constituído. Sob o primeiro aspecto, somos solicitados; sob o segundo, somos abertos a
uma infinidade de possíveis."
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes. 1999
p. 608-611(Adaptado)
A partir desse fragmento sobre o tema da liberdade e do determinismo no pensamento de
Merleau-Ponty, é CORRETO afirmar que
“Os que se dedicaram às ciências foram ou empíricos ou dogmáticos. Os empíricos, à
maneira das formigas, acumulam e usam as provisões; os racionalistas, à maneira das
aranhas, de si mesmos extraem o que lhes serve para a teia. A abelha representa a
posição intermediária: recolhe a matéria-prima das flores do jardim e do campo e com
seus próprios recursos a transforma e digere."
BACON, Francis. Novum organum, XCV.
A partir desse fragmento, para Francis Bacon, o que melhor caracteriza a natureza e os
procedimentos da ciência é o fato de ela
“Os homens não são apenas um resultado da história em sua indumentária e
apresentação, em sua figura e seu modo de sentir, mas também a maneira como veem e
ouvem é inseparável do processo de vida social tal como este se desenvolveu através
dos séculos. Os fatos que os sentidos nos fornecem são pré-formados de modo duplo:
pelo caráter histórico do objeto percebido e pelo caráter histórico do órgão perceptivo.
Nem um nem outro são meramente naturais, mas enformados pela atividade humana,
sendo que o indivíduo se auto percebe, no momento da percepção, como perceptivo e
passivo."
HORKHEIMER, Max. “Teoria tradicional e teoria crítica". In. Max Horkheimer e Theodor W. Adorno. Textos
escolhidos. Trad. Zeljko Loparié ... [et al.] 5 ed. São Paulo: Nova Cultural, p. 37 (Os pensadores).
Com base na leitura desse fragmento, considerando-se os pressupostos antropológicos
presentes no texto, é CORRETO afirmar que eles são