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Quanto aos Classificadores (CL) nas línguas de sinais, é INCORRETO afirmar que podem

O movimento Surdo, em defesa da educação bilíngue, luta pela

escola bilíngue, levou à conquista da Lei da Libras 10.436/02,

ao regulamento do Decreto 5.626/05 e a promulgação do PNE

2014-2024 com a meta 4 de acordo com a estratégica 4.7

4.7. garantir a oferta de educação bilíngue, em Língua Brasileira de Sinais

(Libras) como primeira língua e na modalidade escrita da língua

portuguesa como segunda língua, aos(às) alunos(as) surdos e com deficiência

auditiva de zero a dezessete anos, em escolas e classes bilíngues

e em escolas inclusivas, nos termos do art. 22 do Decreto nº 5.626, de

22 de dezembro de 2005, e dos arts. 24 e 30 da Convenção sobre os

Direitos das Pessoas com Deficiência, bem como a adoção do sistema

braile de leitura para cegos e surdos-cegos;

De acordo com a legislação, a profissão de Tradutor e Intérprete

da Língua de Sinais tem por função na classe bilíngue e na escola

bilíngue, EXCETO:

De acordo com os estudos Linguísticos da Língua de Sinais, marque ( V) para verdadeiro ou ( F) para falso: ( ) Muitos fonologistas afirmam que as línguas orais e as línguas de sinais não compartilham de um conjunto de princípios linguísticos subjacentes. ( ) Morfologia é o estudo da estrutura interna das palavras ou dos sinais, assim como das regras que determinam a forma- ção das palavras. ( ) Dêixis descreve uma forma particular de estabelecer nominais no espaço que são utilizados pelos verbos com concordância como parte de sua flexão. ( ) Há duas restrições fonológicas na produção de diferentes tipos de sinais envolvendo as duas mãos, sendo a condição de simetria e a condição de dominância. ( ) A fonética relaciona-se, também, com a parte da teoria geral da linguagem humana que investiga as propriedades universais do sistema visuoespacial das línguas de sinais. A sequência correta é

Quem são nossos ídolos?

Claudio de Moura Castro

Eu estava na França nos idos dos anos 80. Ligando a televisão, ouvi por

acaso uma entrevista com um jovem piloto de Fórmula 1. Foi-lhe perguntado em

quem se inspirava como piloto iniciante. A resposta foi pronta: Ayrton Senna. O

curioso é que nessa época Senna não havia ganho uma só corrida importante.

Mas bastou ver o piloto brasileiro se preparando para uma corrida: era o primeiro

a chegar no treino, o único a sempre fazer a pista a pé, o que mais trocava ideias

com os mecânicos e o último a ir embora. Em outras palavras, sua dedicação,

tenacidade, atenção aos detalhes eram tão descomunais que, aliadas a seu talento,

teriam de levar ao sucesso.

Por que tal comentário teria hoje alguma importância?

Cada época tem seus ídolos, pois eles são a tradução de anseios, esperanças,

sonhos e identidade cultural daquele momento. Mas, ao mesmo tempo,

reforçam e ajudam a materializar esses modelos de pensar e agir.

Já faz muito tempo, Heleno de Freitas foi um grande ídolo do futebol. Segundo

consta, jactava-se de tomar uma cachacinha antes do jogo, para aumentar

a criatividade. Entrava em campo exibindo seu bigodinho e, após o gol, puxava o

pente e corrigia o penteado. O ídolo era a genialidade pura do futebol-arte.

Mais tarde, Garrincha era a expressão do povo, com sua alegria e ingenuidade.

Era o jogador cujo estilo brotava naturalmente. Era a espontaneidade,

como pessoa e como jogo, e era facilmente amado pelos brasileiros, pois materializava

as virtudes da criação genial.

Para o jogador "cavador", cabia não mais do que um prêmio de consola-

ção. Até que veio Pelé. Genial, sim. Mas disciplinado, dedicado e totalmente

comprometido a usar todas as energias para levar a cabo sua tarefa. E de atleta

completo e brilhante passou a ser um cidadão exemplar.

É bem adiante que vem Ayrton Senna. Tinha talento, sem dúvida. Mas tinha

mais do que isso. Tinha a obsessão da disciplina, do detalhe e da dedicação

total e completa. Era o talento a serviço do método e da premeditação, que são

muito mais críticos nesse desporto.

Há mais do que uma coincidência nessa evolução. Nossa escolha de ídolos

evoluiu porque evoluímos. Nossos ídolos do passado refletiam nossa imaturidade.

Era a época de Macunaíma. Era a apologia da genialidade pura. Só talento,

pois esforço é careta. Admirávamos quem era talentoso por graça de Deus e

desdenhávamos o sucesso originado do esforço. Amadurecemos. Cresceu o

peso da razão nos ídolos. A emoção ingênua recuou. Hoje criamos espaço para

os ídolos cujo êxito é, em grande medida, resultado da dedicação e da disciplina

– como Pelé e Senna.

Mas há o outro lado da equação, vital para nossa juventude. Necessitamos

de modelos que mostrem o caminho do sucesso por via do esforço e da

dedicação. Tais ídolos trazem um ideário mais disciplinado e produtivo.

Nossa educação ainda valoriza o aluno genial, que não estuda – ou que,

paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não

fazê-lo. O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém

bons resultados porque se mata de estudar. A vitória comemorada é a que deriva

da improvisação, do golpe de mestre. E, nos casos mais tristes, até competência

na cola é motivo de orgulho.

Parte do sucesso da educação japonesa e dos Tigres Asiáticos provém

da crença de que todos podem obter bons resultados por via do esforço e da

dedicação. Pelo ideário desses países, pobres e ricos podem ter sucesso, é só

dar duro.

O êxito em nossa educação passa por uma evolução semelhante à que

aconteceu nos desportos – da emoção para a razão. É preciso que o sucesso

escolar passe a ser visto como resultado da disciplina, do paroxismo de dedica-

ção, da premeditação e do método na consecução de objetivos.

A valorização da genialidade em estado puro é o atraso, nos desportos e

na educação. O modelo para nossos estudantes deverá ser Ayrton Senna, o

supremo cê-dê-efe de nosso esporte. Se em seu modelo se inspirarem, vejo

bons augúrios para nossa educação.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/educacao/060601/ponto_de_vista.html. Acesso em: jul. 2016.

A evolução na escolha dos ídolos se deveu

A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em:

Considerando os argumentos lógicos: I. Alguns uruguaios são pobres. Alguns pobres são mendigos. Logo, todos os uruguaios são mendigos. II. Todos os alemães são europeus. Nietzche foi um filósofo alemão. Logo, Nietzche era europeu. III. Todo mineiro é brasileiro e todo curvelano é mineiro. Então todo curvelano é brasileiro. É CORRETO afirmar que:

A respeito dos direitos e das garantias fundamentais previstos na Constituição de 1988, é CORRETO afirmar:

São princípios inerentes às licitações públicas, expressos na Lei n. 8.666, de 23 de junho de 1993, EXCETO:

São atos de improbidade administrativa que causam lesão ao erário, EXCETO:

Releia o trecho abaixo, retirado do texto:
“Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança.”
Sobre o termo destacado, pode-se concluir corretamente que:

No último parágrafo do texto, está destacada a forma "transformou-o", sobre a qual são feitas as seguintes afirmativas, considerando-se o contexto em que ela aparece. Analise-as e assinale a alternativa correta.
I. O "o", um pronome que se junta a "transformou", caracteriza um tempo verbal, o futuro do presente.
II. Caso o sujeito desse verbo fosse feminino, o certo seria escrever "transformou-a".
III. Do verbo "transformou", o "o", que é um pronome, exerce a função de complemento.
IV. Se no texto estivesse escrito "Vivemos esta natureza...", além de outras transformações necessárias, o certo seria escrever "transformou-a", para se manterem as mesmas relações sintáticas do trecho original.
V. A forma "transformou" é de um verbo da primeira conjugação.
Está correto o que se afirma em:

Sobre o substantivo "átomo", presente no segundo quadrinho, podemos afirmar que ele foi acentuado:

“Ética profissional é a aplicação da ética geral no campo das atividades profissionais: a pessoa tem que estar imbuída de certos princípios ou valores próprios do ser humano para vivê-los nas suas atividades de trabalho”.
(CAMARGO, 1999, p. 31).
Com base no trecho acima, leia as afirmativas.
I. O estudo da ética profissional seria então um meio de orientação para os profissionais com o fim de estabelecer conceitos éticos nas atitudes relacionadas a suas atividades de trabalho. Além disso, agir eticamente tornou-se fator decisivo para definir o sucesso e os rumos da carreira de um profissional.
II. A imagem do profissional é significativamente afetada por suas atitudes. A profissão que pode enobrecer-se pela ação correta e competente pode também ensejar a desmoralização, por meio da conduta inconveniente, com a quebra de princípios éticos.
III. A postura ética é um diferencial para a longevidade e para a ascensão da carreira de qualquer profissional.
IV. A ética é o comportamento da empresa – entidade lucrativa – quando ela age em conformidade com os princípios morais e as regras do bem proceder aceitas pela coletividade.
V. O agir deve ser um agir bom, regido por uma moral absoluta e universal.
Pode-se afirmar que:

De acordo com a Resolução Normativa nº 241/11, analise as afirmativas.
I. Constituem infrações ao Código de Ética, dentre outras, a improbidade profissional e o falso testemunho.
II. Uma das atribuições da Comissão de Ética Profissional do Conselho Federal de Química é receber e julgar as denúncias contra os membros e ex-membros dos Conselhos Regionais e do Conselho Federal de Química, e delegados dos Conselhos Regionais.
III. As Comissões de Ética Profissional nos Conselhos Regionais e no Conselho Federal de Química são formadas cada qual por 5 (cinco) Conselheiros, dos quais 1 (um) será designado Presidente da Comissão.
Pode-se afirmar que:

Calcule a queda de tensão no resistor R6:

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