Associe os diagramas UML listados abaixo às categorias: Diagramas Estruturais (E ) ou Diagramas Comportamentais (C ).
( ) Diagrama de Atividades
( ) Diagrama de Objeto
( ) Diagrama de Componente
( ) Diagrama de Casos de Uso
( ) Diagrama de Sequência
( ) Diagrama de Implantação
A sequência correta, de cima para baixo, é:
A Complexidade Computacional é a área da Ciência
da Computação que se ocupa, entre outros, do estudo
e análise do custo de tempo de execução e espaço
ocupado pelos algoritmos. Sobre Complexidade
Computacional, marque V para as afirmações
Verdadeiras, ou F para as Falsas.
( ) A função de complexidade de tempo de algoritmo
indica o tempo necessário para executar o
programa que implementa o algoritmo em função
do tamanho da entrada.
( ) Se f é uma função de complexidade baseada na
análise de pior caso, o custo de aplicar o
algoritmo nunca é maior do que f(n ).
( ) Na análise do caso médio toma-se a média
aritmética do pior caso com o melhor caso.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Na linguagem de programação Java, o comando de repetição while tem a seguinte forma geral:

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Acerca das especificações no Java Enterprise Edition (JEE), analise as afirmações abaixo.
1) Java Server Pages (JSP), Java Servlets, Java Server Faces (JSF) API são específicas para lidar com o
desenvolvimento de uma aplicação Web.
2) Enterprise Javabeans Components (EJB) e Java Persistence API (JPA) são objetos distribuídos, clusters, acesso
remoto a objetos etc.
3) Um Servlet Container e´ um servidor que suporta todas as funcionalidades do Java EE Web Profile.
4) JSP (Java Server Pages) é especialização do servlet que permite que conteúdo dinâmico seja facilmente
desenvolvido, uma espécie de servidor Web. São componentes-chave para Java Server Pages (JSP): diretivas, ações,
elementos de script e bibliotecas de tags. Uma JSP é um arquivo com sintaxe semelhante ao HTML, que permite
inclusão de elementos (tags) especiais para introdução de código Java.
Estão corretas:
Considerando os conceitos básicos em modelagem de dados e em especial no Modelo Entidade Relacionamento (MER),
analise as afirmações a seguir, sobre Restrições de Mapeamento (Cardinalidades), entre um conjunto de entidades A e
outro B.
1) O relacionamento um para um (ou 1:1) proíbe que uma entidade de A se relacione com mais do que uma entidade de
B; e proíbe que uma entidade de B se relacione com mais do que uma entidade de B.
2) O relacionamento um para muitos (ou um para vários, ou 1:N) proíbe que uma entidade de A se relacione com mais
do que uma entidade de B; e permite que uma entidade de B se relacione com mais do que uma entidade de A.
3) O relacionamento muitos para um (ou vários para 1, ou N:1) permite que uma entidade de B se relacione com mais do
que uma entidade de A; e proíbe que uma entidade de A se relacione com mais do que uma entidade de B.
4) O relacionamento muitos para muitos (ou vários para vários, N:M) não impõe restrições. Permite que uma entidade de
A se relacione com mais do que uma entidade de B. Permite que uma entidade de B se relacione com mais do que
uma entidade de B.
Estão corretas:
Com base na tabela abaixo, assinale a alternativa que contém os comandos SQL que gera a referida tabela.

Suponha que se deseje saber o tipo, a quantidade e o valor médio dos vinhos em estoque que tenham de três a mais
unidades. No nosso banco de dados obteríamos a seguinte tabela:

Assinale a sequência de comandos que retorna esta tabela.
Entende-se que uma pedagogia para a autonomia se constitui em uma direção defensável para a supervisão, promovendo nos professores e nos seus alunos 'a competência para se desenvolverem como participantes autodeterminados, socialmente responsáveis e criticamente conscientes em (e para além de) ambientes educativos, por referência a uma visão da educação como espaço de emancipação (inter)pessoal e de transformação social'. (Jiménez Raya et al., 2007, p. 1). VIEIRA, Flávia. Para uma visão transformadora da supervisão pedagógica. Educ. Soc. vol.30 no.106 Campinas Jan./Apr. 2009. De acordo com o excerto acima, sabe-se que somente esta visão de educação garantirá que a autonomia do educador se construa em estreita ligação com a autonomia dos educandos e não à sua margem, instituindo a autonomia como interesse coletivo. No cenário proposto, podemos avançar alguns princípios reguladores de uma prática supervisiva de natureza transformadora e orientação emancipatória, EXCETO:
A acessibilidade é direito que garante à pessoa com deficiência
ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer
seus direitos de cidadania e de participação social. De acordo
com a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, e novamente
apresentada na Lei nº 13.146/15, de 06 de julho de 2015,
I- acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização,
com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários,
equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e
comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como
de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso pú-
blico ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana quanto
na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade
reduzida.
II- barreiras: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento
que limite ou impeça a participação social da pessoa,
bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à
acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à
comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação
com segurança, entre outros.
III- pessoa com deficiência: aquela que tenha, por qualquer motivo,
dificuldade de movimentação, permanente ou temporá-
ria, gerando redução efetiva da mobilidade, da flexibilidade,
da coordenação motora ou da percepção, incluindo idoso,
gestante, lactante, pessoa com criança de colo e obeso.
IV- pessoa com mobilidade reduzida: aquela que tem impedimento
de longo prazo de natureza física, mental, intelectual
ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras,
pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade
em igualdade de condições com as demais pessoas.
V- tecnologia assistiva ou ajuda técnica: produtos, equipamentos,
dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas
e serviços que objetivem promover a funcionalidade, relacionada
à atividade e à participação da pessoa com deficiência
ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência,
qualidade de vida e inclusão social.
Estão corretas as afirmativas
Algumas iniciativas da coordenação pedagógica, com o apoio do
Assistente de Alunos, podem ajudar na elaboração e na realiza-
ção interativa do Projeto de Ensino-Aprendizagem, EXCETO:
Quando ligado, um aquecedor elétrico dissipa energia
elétrica a uma taxa de 5000 Joules por segundo.
Supondo que o aquecedor permaneceu ligado
continuamente por 12 horas, o consumo total de
energia foi de:
No circuito da figura abaixo, duas baterias ideais com
forças eletromotrizes ε1 = 12 V e ε2 = 9 V estão ligadas
a duas resistências elétricas R1 = 20 Ω e R2 = 10 Ω. A
tensão elétrica ou a diferença de potencial (ddp) nos
terminais do resistor R1 vale:

Um feixe de luz verde é emitido por uma caneta laser (apontador laser) com comprimento de onda λ = 532nm (λ = 5,32x10-7 metro). O feixe laser propaga-se no ar com a velocidade da luz, igual a 300.000 km/s (c = 3x10+8 m/s). Qual a frequência f aproximada do laser? (1 TeraHertz = 1THz = 10+12 Hertz).
As entradas de um multímetro moderno permitem
medir diferentes grandezas físicas com precisão. Para
medidas de __________, __________ e __________,
é necessário ligar o dispositivo em paralelo com o
componente a ser medido, para não afetar o resultado
da medida.
Assinale a alternativa na qual se encontram os itens
que completam corretamente as lacunas acima.
A descoberta dos raios-X foi feita pelo físico alemão Wilheelm Conrad Rontgen, em 1895 . Ele verificou nesses raios a propriedade de atravessar materiais de baixa densidade, como músculos e tecidos biológicos, sendo absorvidos por materiais com densidades mais elevadas, como os ossos, por exemplo. Por isso, os raios-X são amplamente utilizados em radiografias. Outras possíveis aplicações recentes dos raios-X são: científica/tecnológica em indústrias e centros de pesquisa. e na pesquisa aplicada aeroespacial. doenças neurológicas de origem imunológicas. e na pesquisa aplicada às geociências.