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texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander

Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

“a ideia de que todas as tecnologias são ‘neutras’”; a frase, em sua estrutura, indica:

Texto 1

“Numa esquina perigosa, conhecida por sua má sinalização e pelas batidas que lá ocorrem, há um acidente de automóvel. Como o motorista de um dos carros está visivelmente errado, o guarda a ele se dirige propondo abertamente esquecer o caso por uma boa propina. O homem fica indignado e, usando o “Você sabe com quem está falando?”, identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”.

(DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)

“... identifica-se como promotor público, prendendo o guarda”; a oração reduzida “prendendo o guarda” pode ser reescrita, em forma desenvolvida adequada, do seguinte modo:

Texto 2

“Num posto de atendimento público, alguém espera na fila. Antes do horário regulamentar para o término do expediente, verifica-se que o guichê está sendo fechado e o atendimento do público, suspenso. Correndo para o responsável, essa pessoa ouve uma resposta insatisfatória, e fica sabendo que o expediente terminaria mais cedo por ordem do chefe. Manda chamar o chefe e, identificando-se como presidente do órgão em pauta, despede todo o grupo”.

(DaMatta, Roberto. Carnavais, malandros e heróis. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990)

Entre os segmentos retirados do texto 2, aquele em que a troca de posição dos termos modifica o sentido original é:

Texto 3

Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis (nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída a impunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado). Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?”

(Luiz Flávio Gomes, JusBrasil)

No primeiro parágrafo do texto 3 há um conjunto de termos colocados entre parênteses; a função predominante desse sinal gráfico, nesse texto, é a de:

Texto 4

“Já pensou? Já imaginou? 6 bilhões. Quem é você? Quem sou eu? Quem sou eu pra achar que o único modo de fazer as coisas é como eu faço? Quem sou eu pra achar que a única cor de pele adequada é a que eu tenho? Quem sou eu pra achar que o único lugar bom pra nascer foi onde eu nasci? Quem sou eu pra achar que o único sotaque correto é o que eu uso? Quem sou eu pra achar que a única religião certa é a que eu pratico? Quem sou eu? Quem és tu? Tu és o vice-treco, do sub-troço”

(Mario Sergio Cortella).

“Tu és o vice-treco, do sub-troço”; nesse segmento do texto 4 a desvalorização do ser humano é obtida principalmente por meio do emprego de:

As lacunas das linhas 04, 05 e 13 devem ser, respectivamente, preenchidas por

Sobre a palavra “pessoa”, analise as afirmativas abaixo:

 

I - Possui 6 letras e 5 fonemas.

II - Possui um dígrafo.

III - Possui duas vogais e uma semivogal.

IV - Possui um encontro consonantal.

 

Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?

                

Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto Tecnologia gera emprego, julgue o item subsequente.

No trecho ‘esse não é um processo’ (l. 22 e 23), o elemento ‘esse’ faz referência ao processo de extinção e ressurgimento de empregos que decorre da expansão tecnológica.

No que se refere às estruturas linguísticas do texto acima e às ideias nele desenvolvidas, julgue o item a seguir.

Manteria a correção gramatical e os sentidos do texto a seguinte reescrita do primeiro período do segundo parágrafo (l. 11 a 14): O objetivo da construção do novo satélite é o aprimoramento da Internet de banda larga popular para a população de mais de dois mil municípios brasileiros ainda não atendidos por via terrestre.

               

Com relação às tirinhas I e II apresentadas, julgue o seguinte item.

O conteúdo das duas tirinhas expõe o lado negativo da Internet, que é a limitação da vida das pessoas ao mundo virtual.

                 

Com relação às tirinhas I e II apresentadas, julgue o seguinte item.

O humor da tirinha I reside no fato de que acontecimentos marcantes da história da humanidade não teriam ocorrido se não fossem os problemas de conexão com a Internet.

Analise os trechos I e II a seguir.
I. “Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos.” (6º§)
II. “É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa.” (6º§)
Os trechos anteriores compõem uma cadeia de referência que é quando em um texto há um ou mais fragmentos textuais sem referência autônoma, cuja interpretação depende do valor referencial em um processo de catáfora, anáfora ou elipse. Ao analisar a cadeia de referência dos trechos I e II, verifica–se que

O texto “Eleições no Brasil” apresenta de forma sucinta o histórico do processo eleitoral e as normas em vigor. No segundo parágrafo, a autora cita: os cargos eletivos que são disputados no âmbito federal e estadual, para os cargos de: “Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores”. Sabe–se que, ao serem eleitos e empossados serão diferencialmente tratados, inclusive pelo emprego dos pronomes de tratamento e vocativos que obedecem à secular tradição. O vocativo “Excelentíssimo Senhor” deve ser empregado ao se referir às seguintes autoridades:  

Analise os trechos I e II a seguir.

I. “Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, o voto é facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e

para os maiores de 16 anos e menores de 18 anos." (6º§)

II. “É obrigatório para os cidadãos entre 18 e 70 anos, sendo necessário justificar a ausência em qualquer seção

eleitoral, no dia da eleição, sob pena de multa." (6º§)

Os trechos anteriores compõem uma cadeia de referência que é quando em um texto há um ou mais fragmentos

textuais sem referência autônoma, cuja interpretação depende do valor referencial em um processo de catáfora,

anáfora ou elipse. Ao analisar a cadeia de referência dos trechos I e II, verifica–se que

O texto “Eleições no Brasil" apresenta de forma sucinta o histórico do processo eleitoral e as normas em vigor. No

segundo parágrafo, a autora cita: os cargos eletivos que são disputados no âmbito federal e estadual, para os cargos

de: “Presidente da República (e vice), Senador, Deputado Federal, Governador (e vice) e Deputado Estadual; eleições

municipais – para os cargos de Prefeito (e vice) e Vereadores". Sabe–se que, ao serem eleitos e empossados serão

diferencialmente tratados, inclusive pelo emprego dos pronomes de tratamento e vocativos que obedecem à secular

tradição. O vocativo “Excelentíssimo Senhor" deve ser empregado ao se referir às seguintes autoridades:

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