O período “Eu queria compreender o coração dos homens.” (3°§) é composto e, sobre a sua segunda oração, é correto afirmar que:

Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do
texto CB3A1AAA, julgue os seguintes itens.
Tanto o vocábulo “Nenhuma" (R.18) quanto o vocábulo
“algum" (R.22) foram empregados com sentido negativo.
Com referência às ideias e aos sentidos do texto CB3A1BBB,
julgue os itens a seguir.
A partir do trecho “Nem uma nem outra coisa" (R. 6 e 7), a
autora apresenta ideias antagônicas para desconstruir
estereótipos associados à mulher brasileira.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB3A1BBB, julgue
os itens que se seguem.
O sentido original e a correção gramatical do texto seriam
preservados caso o primeiro período fosse reescrito da seguinte
maneira: A concepção do europeu acerca da mulher brasileira
é demasiado falsa.
Com relação às ideias do texto CB1A1AAA, julgue os itens a
seguir.
Infere-se do primeiro parágrafo do texto que, desde a
juventude, Ana considerava o casamento e a maternidade sua
vocação inata, ou seja, seu destino de mulher.
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do
texto CB1A1AAA, julgue os itens que se seguem.
A introdução do sinal grave indicativo de crase em “a noite” (R.26) manteria a correção gramatical do texto, mas prejudicaria seu sentido original.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue os
próximos itens.
A vírgula empregada logo após “protegia" (R.4) separa orações
aditivas que têm sujeitos distintos.
A respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue os
próximos itens.
A oração “por me fazer feliz" (R.5) expressa uma ideia de
finalidade.
Com relação às ideias desenvolvidas no texto CB3A1AAA, julgue
os itens subsequentes.
Somente após receber a herança da tia, a narradora tornou-se
uma mulher independente, capaz de governar-se pelos próprios
meios.
Com referência às ideias e aos sentidos do texto CB3A1BBB,
julgue os itens a seguir.
A partir do trecho “Nem uma nem outra coisa" (R. 6 e 7), a
autora apresenta ideias antagônicas para desconstruir
estereótipos associados à mulher brasileira.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB3A1BBB, julgue
os itens que se seguem.
O sentido original e a correção gramatical do texto seriam
preservados caso o primeiro período fosse reescrito da seguinte
maneira: A concepção do europeu acerca da mulher brasileira
é demasiado falsa.
Um processo direcional na vida
Quer falemos de uma flor ou de um carvalho, de uma minhoca ou de um belo pássaro, de uma maçã ou de uma
pessoa, creio que estaremos certos ao reconhecermos que a vida é um processo ativo, e não passivo. Pouco importa
que o estímulo venha de dentro ou de fora, pouco importa que o ambiente seja favorável ou desfavorável. Em qualquer
uma dessas condições, os comportamentos de um organismo estarão voltados para a sua manutenção, seu crescimento
e sua reprodução. Essa é a própria natureza do processo a que chamamos vida. Esta tendência está em ação em todas
as ocasiões. Na verdade, somente a presença ou ausência desse processo direcional total permite-nos dizer se um dado
organismo está vivo ou morto.
A tendência realizadora pode, evidentemente, ser frustrada ou desvirtuada, mas não pode ser destruída sem que
se destrua também o organismo. Lembro-me de um episódio da minha meninice, que ilustra essa tendência. A caixa em
que armazenávamos nosso suprimento de batatas para o inverno era guardada no porão, vários pés abaixo de uma
pequena janela. As condições eram desfavoráveis, mas as batatas começavam a germinar – eram brotos pálidos e
brancos, tão diferentes dos rebentos verdes e sadios que as batatas produziam quando plantadas na terra, durante a
primavera. Mas esses brotos tristes e esguios cresceram dois ou três pés em busca da luz distante da janela. Em seu
crescimento bizarro e vão, esses brotos eram uma expressão desesperada da tendência direcional de que estou falando.
Nunca seriam plantas, nunca amadureceriam, nunca realizariam seu verdadeiro potencial. Mas sob as mais adversas
circunstâncias, estavam tentando ser uma planta.
A vida não entregaria os pontos, mesmo que não pudesse florescer. Ao lidar com clientes cujas vidas foram
terrivelmente desvirtuadas, ao trabalhar com homens e mulheres nas salas de fundo dos hospitais do Estado, sempre
penso nesses brotos de batatas. As condições em que se desenvolveram essas pessoas têm sido tão desfavoráveis que
suas vidas quase sempre parecem anormais, distorcidas, pouco humanas. E, no entanto, pode-se confiar que a
tendência realizadora está presente nessas pessoas. A chave para entender seu comportamento é a luta em que se
empenham para crescer e ser, utilizando-se dos recursos que acreditam ser os disponíveis. Para as pessoas saudáveis, os
resultados podem parecer bizarros e inúteis, mas são uma tentativa desesperada da vida para existir. Esta tendência
construtiva e poderosa é o alicerce da abordagem centrada na pessoa.
(Carl Rogers. Um jeito de ser. São Paulo: E.P.U., 1983.)
Acerca da estratégia utilizada para expor as ideias no primeiro período do texto, pode-se afirmar que
Um processo direcional na vida
Quer falemos de uma flor ou de um carvalho, de uma minhoca ou de um belo pássaro, de uma maçã ou de uma
pessoa, creio que estaremos certos ao reconhecermos que a vida é um processo ativo, e não passivo. Pouco importa
que o estímulo venha de dentro ou de fora, pouco importa que o ambiente seja favorável ou desfavorável. Em qualquer
uma dessas condições, os comportamentos de um organismo estarão voltados para a sua manutenção, seu crescimento
e sua reprodução. Essa é a própria natureza do processo a que chamamos vida. Esta tendência está em ação em todas
as ocasiões. Na verdade, somente a presença ou ausência desse processo direcional total permite-nos dizer se um dado
organismo está vivo ou morto.
A tendência realizadora pode, evidentemente, ser frustrada ou desvirtuada, mas não pode ser destruída sem que
se destrua também o organismo. Lembro-me de um episódio da minha meninice, que ilustra essa tendência. A caixa em
que armazenávamos nosso suprimento de batatas para o inverno era guardada no porão, vários pés abaixo de uma
pequena janela. As condições eram desfavoráveis, mas as batatas começavam a germinar – eram brotos pálidos e
brancos, tão diferentes dos rebentos verdes e sadios que as batatas produziam quando plantadas na terra, durante a
primavera. Mas esses brotos tristes e esguios cresceram dois ou três pés em busca da luz distante da janela. Em seu
crescimento bizarro e vão, esses brotos eram uma expressão desesperada da tendência direcional de que estou falando.
Nunca seriam plantas, nunca amadureceriam, nunca realizariam seu verdadeiro potencial. Mas sob as mais adversas
circunstâncias, estavam tentando ser uma planta.
A vida não entregaria os pontos, mesmo que não pudesse florescer. Ao lidar com clientes cujas vidas foram
terrivelmente desvirtuadas, ao trabalhar com homens e mulheres nas salas de fundo dos hospitais do Estado, sempre
penso nesses brotos de batatas. As condições em que se desenvolveram essas pessoas têm sido tão desfavoráveis que
suas vidas quase sempre parecem anormais, distorcidas, pouco humanas. E, no entanto, pode-se confiar que a
tendência realizadora está presente nessas pessoas. A chave para entender seu comportamento é a luta em que se
empenham para crescer e ser, utilizando-se dos recursos que acreditam ser os disponíveis. Para as pessoas saudáveis, os
resultados podem parecer bizarros e inúteis, mas são uma tentativa desesperada da vida para existir. Esta tendência
construtiva e poderosa é o alicerce da abordagem centrada na pessoa.
(Carl Rogers. Um jeito de ser. São Paulo: E.P.U., 1983.)
Considerando-se as relações sintáticas estabelecidas nas orações que compõem o período “Ao lidar com clientes cujas vidas foram terrivelmente desvirtuadas, ao trabalhar com homens e mulheres nas salas de fundo dos hospitais do Estado, sempre penso nesses brotos de batatas.” (3º§), é correto afirmar que
A regência verbal pode variar ainda que se trate de um mesmo verbo. Tal fato ocorre vinculado a uma diversidade de significados que o mesmo pode conter e apresentar de acordo com o contexto em que está sendo empregado. Em “Aprendi a ler antes dos cinco anos.”, a regência do verbo em destaque tem por justificativa
Considerando o conteúdo apresentado para a pergunta “É possível formar bons leitores em sala de aula?” estaria coerente a resposta apresentada de forma sintetizada a seguir: