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Considere as propostas de reescrita abaixo, de referências textuais a dispositivos legais. I. a Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997 (l. 2-3): a Lei nº 9.474 de 22 de julho de 1997
II. no inciso III do artigo 1º (l. 7-8): no artigo 1º, III
III. No artigo 7º, caput, do título (l. 12-13): no caput do artigo 7º do título
IV. inciso XXXV do artigo 5º da Constituição Federal (l. 31): artigo 5º, XXXV da Constituição Federal Quais propostas são corretas?

Considere as seguintes afirmações, referentes às relações de regência do texto. I. A substituição de trata (l. 13) por se trata não exigiria qualquer outra modificação no texto.
II. A substituição de na perda (l. 24-25) por a perda exigiria a inserção da preposição de entre diplomas internacionais e que (l. 24).
III. A substituição de dizer (l. 35) por alegar exigiria a inserção da preposição de antes de que (l. 35).
Quais estão corretas?

No texto, há situações descritas por Garcia Marques que podem ser classificadas em três tipos: 1- absurdas porque contrárias aos fatos como os conhecemos em nosso mundo;
2- irracionais porque contrárias às ações que nosso bom senso recomendaria;
3- cômicas, ainda que não sejam absurdas ou irracionais na situação narrada.
Abaixo, estão listadas três situações identificadas no texto.
( ) a preocupação apenas com os forasteiros, e não com os habitantes de Macondo
( ) a tentativa de afixar papéis em todas as coisas, para lembrar de seu nome e uso
( ) o fato de a insônia ser uma doença contagiosa e ser transmitida pela boca
Com base na associação do bloco superior ao inferior, assinale a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.

Considere as seguintes propostas de alteração de períodos do texto, levando em conta especialmente a regência dos termos.
I. Se a forma verbal utilizava (l. 13) fosse substituída por se utilizava, nenhuma outra alteração seria necessária no período.
II. Se o segmento ficou convencido (l. 15) fosse substituído por ficou certo, seria necessário alterar de que (l. 15) para que.
III. Se o segmento estava com dificuldade (l. 17) fosse substituído por era difícil, seria necessário alterar de se lembrar (l. 17) para lembrar-se.
Quais propostas são corretas?

Assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA sobre a morfologia da palavra.

Considere as seguintes afirmações, acerca da pontuação utilizada no texto (ignorando alterações relativas ao uso de maiúsculas e minúsculas).
I. Se já que (l. 10) fosse eliminado, a vírgula que segue imediatamente definitivo (l. 10) poderia ser substituída por dois-pontos.
II. A vírgula que segue imediatamente 1669 (l. 15) poderia ser eliminada.
III. O ponto final que segue Nordeste (l. 22) poderia ser substituído por dois-pontos.
Quais afirmações estão corretas e preservam o sentido do texto?

De acordo com o texto CB1A1AAA,

No texto CB1A2AAA, a palavra “aversão" (R.6) foi empregada no

sentido de

É correto afirmar que:

O novo acordo ortográfico nos apresentou algumas alterações de acentuação de palavras em Língua Portuguesa. Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta somente palavras acentuadas corretamente.

Texto I

Mundo interior

(Martha Medeiros)

A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a

representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li esta

frase outro dia e achei perfeito. Poucas coisas traduzem tão

bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Isso não

se aplica, logicamente, aos inquilinos da rua, que têm como

teto um viaduto, ainda que eu não duvide que até eles sejam

capazes de ter seus códigos secretos de instalação.

No entanto, estamos falando de quem pode ter um

endereço digno, seja seu ou de aluguel. Pode ser um daqueles

apartamentos amplos, com pé direito alto e preço mais alto

ainda, ou um quarto-e-sala tão compacto quanto seu salário:

na verdade, isso determina apenas seu poder aquisitivo, não

revela seu mundo interior, que se manifesta por meio de outros

valores.

Da porta da rua pra dentro, pouco importa a quantidade

de metros quadrados e, sim, a maneira como você os ocupa.

Se é uma casa colorida ou monocromática. Se tem objetos

obtidos com afeto ou se foi tudo escolhido por um decorador

profissional. Se há fotos das pessoas que amamos espalhadas

por porta-retratos ou se há paredes nuas.

Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar

na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre

fechadas, se há muitas coisas por consertar. Isso também é

estilo de vida.

Luz direta ou indireta? Tudo combinadinho ou uma

esquizofrenia saudável na junção das coisas? Tudo de grife ou

tudo de brique? É um jogo lúdico tentar descobrir o quanto há

de granito e o quanto há de madeira na nossa personalidade.

Qual o grau de importância das plantas no nosso habitat, que

nota daríamos para o quesito vista panorâmica? Quadros tortos

nos enervam? Tapetes rotos nos comovem?

Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas

reina a confusão dentro dos armários. Há casas tão limpas, tão

lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro

de comida e um som vindo lá do quarto. Há casas escuras. Há

casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas

onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira

que se mantêm frias. Há casas prontas para receber visitas e

impróprias para receber a vida. Há casas com escadas, casas

com desníveis, casas divertidamente irregulares.

Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come

e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a

nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto onde

coabitamos com nossos defeitos e virtudes.

Por se tratar de uma crônica, a autora privilegia uma modalidade mais informal de uso da língua. Assinale a opção em que se verifica um exemplo de informalidade.

Ao longo do sexto parágrafo, a autora emprega diversas vezes a forma “Há” em orações sem sujeito. Assinale a opção em que o emprego dessa forma verbal está INCORRETO.

Texto

Uma Vela para Dario

(Dalton Trevisan)

Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo

e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar,

encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando,

sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na

pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não

se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se

ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia

sofrer de ataque.

Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada,

e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos

outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abre-lhe o

paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os

sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgiram no

canto da boca.

Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não

o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à

outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo

repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do

cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se

vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo.

Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a

metade do corpo, protesta o motorista: quem pagaria a corrida?

Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e

recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de

pérola na gravata.

Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam

Dario além da esquina; a farmácia é no fim do quarteirão e,

além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria.

Enxame de moscas lhe cobre o rosto, sem que faça um gesto

para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o

incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da

noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o

relógio de pulso.

Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados -

com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa

branca. Ficam sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O

endereço na carteira é de outra cidade.

Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa

hora, ocupam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro

negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo

de Dario, pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-

lo — os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de

ouro, que ele próprio quando vivo - só destacava molhando no

sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.

A última boca repete — Ele morreu, ele morreu. A gente

começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer,

ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam

vê-lo, todo o ar de um defunto.

Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar

a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho

nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto

e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na

janela alguns moradores com almofadas para descansar os

cotovelos.

Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que

acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos,

quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá

está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra,

sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se

às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

No 11° parágrafo, tem -se “A última boca repete — Ele morreu, ele morreu”. Nessa passagem, pode-se perceber um exemplo de discurso:

Texto

Uma Vela para Dario

(Dalton Trevisan)

Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo

e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar,

encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando,

sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na

pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não

se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se

ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia

sofrer de ataque.

Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada,

e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos

outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abre-lhe o

paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os

sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgiram no

canto da boca.

Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não

o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à

outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo

repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do

cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se

vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo.

Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a

metade do corpo, protesta o motorista: quem pagaria a corrida?

Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e

recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de

pérola na gravata.

Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam

Dario além da esquina; a farmácia é no fim do quarteirão e,

além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria.

Enxame de moscas lhe cobre o rosto, sem que faça um gesto

para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o

incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da

noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o

relógio de pulso.

Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados -

com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa

branca. Ficam sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O

endereço na carteira é de outra cidade.

Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa

hora, ocupam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro

negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo

de Dario, pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-

lo — os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de

ouro, que ele próprio quando vivo - só destacava molhando no

sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.

A última boca repete — Ele morreu, ele morreu. A gente

começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer,

ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam

vê-lo, todo o ar de um defunto.

Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar

a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho

nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto

e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na

janela alguns moradores com almofadas para descansar os

cotovelos.

Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que

acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos,

quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá

está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra,

sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se

às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

No primeiro parágrafo, a oração “Dario vem apressado.

guarda-chuva no braço esquerdo." revela, por meio do

adjetivo em destaque, uma característica:

No texto, o autor propõe-se a apresentar os motivos pelos quais viveu. Sobre eles e a visão de mundo proposta, é correto afirmar que:

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