A opção que apresenta uma afirmação INCORRETA, do ponto de vista morfossintático ou semântico é
Assinale a alternativa em que a pontuação, considerando o sentido do texto, está INCORRETA, devido à ausência ou à colocação de vírgula(s ):
Assinale a alternativa em que a pontuação, considerando o sentido do texto, está INCORRETA, devido à ausência ou à colocação de vírgula(s ):
É correto afirmar que a crítica presente no texto Os netos de Lennon se endereça principalmente
No texto “Lutas corporais”, apresentado na questão 7, aparece o trecho “disputas em que os oponentes devem ser subjugados”. Nesse trecho, o uso da preposição “em” garante o respeito às regras de regência vigentes para o Português Brasileiro. Considerando tais regras, assinale a alternativa em que a construção respeite a Norma Culta em relação à regência.
Observe as frases. 1.Menino, vá chamar o técnico! 2.O jogador, disse o treinador, não vai. 3.Ele, que é generoso vai nos ajudar. 4.Saindo os jogadores e os demais, o recinto ficará vazio. 5.Treinou muito, mas não venceu a partida. Assinale a alternativa correta.
Em apenas uma das alternativas abaixo o pronome pessoal está corretamente empregado. Assinale-a.
Em “Não me falou em amor.” (v.9), o pronome destacado participa da estrutura da oração exercendo a função sintática de:
No início do texto, ao dizer que “já os olhos se colavam aos pés”, emprega-se uma linguagem simbólica para reforçar o sentido pretendido. Isso ocorre por meio da seguinte figura de estilo:
Texto
Setenta anos, por que não?
Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o
modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma
ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de
barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira
que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser
uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem
graça, quem fica animado? Quem não se amargura?
[...]
Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos,
sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com
vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em
horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas),
hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser
simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao
teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali
na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo.
Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão
com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou
aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte,
ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova
amiga.
[...]
Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto
de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só
o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família.
Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos
com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias
palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos
desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara
hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos
e intervenções para manter ou recuperar a “beleza". A alma
tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos.
Precisa acreditar em alguma coisa.
(LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)
No último parágrafo do texto, a repetição da conjunção “Se”, no início de algumas orações, representa uma ênfase ao valor semântico de:
Observe nas alternativas abaixo as reescrituras de trechos da crônica e assinale a única em que houve alteração de conteúdo.