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As escolhas linguísticas feitas pelo autor conferem ao texto

Futebol: “A rebeldia é que muda o mundo”



Conheça a historia de Afonsinho, o primeiro Jogador do futebol brasileiro a derrotar a cartolagem e a Conquista o Passe livre, há exatos 40 anos.



Pelé estava se aposentado pra valer pela primeira vez então com a camisa do Santos(porque depois voltaria a atuar pelo New York Cosmos, dos Estados Unidos), em 1972, quando foi questionado se, finalmente, sentia-se um homem livre. Orei respondeu sem titubear:
- Home livre no futebol só conheço um: O Afonsinho. Este sim pode dizer, usando as suas palavras, que deu o grito de independência ou morte. Ninguém mais. O resto é conversa.
Apesar de suas declarações serem motivo de chacota por parte da mídia futebolística e até dos torcedores brasileiros, a Atleta do Século acertou.E provavelmente acertaria novamente hoje.
Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano. Pelo reconhecimento do caráter e personalidade de um dos jogadores mais contestadores do futebol nacional. E principalmente em razão da história de luta – e vitoria – de Afonsinho sobre os cartolas.
ANDREUCCI, R. Disponível em: HTTP:// CAROSAMIGOS.TERRA.COM.BR. Acesso em: 19 ago. 2011.



O autor utiliza marcas linguísticas que dão ao texto um caráter informal. Uma dessas marcas é identificada em:

O sociólogo espanhol Manuel Castells sustenta que “a comunicação de valores e a mobilização em torno do sentido são fundamentais. Os movimentos culturais (entendidos como movimentos que tem como objetivo defender ou propor modos próprios de vida e sentido) constroem-se em torno de sistemas de comunicação – essencialmente a internet e os meios de comunicaçãoporque esta é a principal via que esses movimentos encontram para chegar àquelas pessoas que podem eventualmente partilhar os sues valores, e a partir daqui atuar na consciência da sociedade no seu conjunto”.
Disponível em:www.compolitica.org. Acesso em: 2mar 2012 (adaptado).



Em 2011, após uma forte mobilização popular via redes sociais, houve a queda do governo de Hosni Mubarak, no Egito. Esse evento ratifica o argumento de que



No processo de modernização apresentado na tirinha, Mafalda depara–se com um contraponto entre


O texto apresentado emprega uma estratégia de

argumentação baseada em recursos verbais e não

verbais, com a intenção de

Televisão x cinema

Mais uma vez, reacende–se o desgastante debate

sobre “linguagem de televisão" e “linguagem de cinema".

No mesmo país em que pagar ingresso ainda é luxo

para milhões de pessoas, alguns críticos utilizam o termo

“televisivo" para depreciar uma obra. E “cinematográfico"

para enaltecê–la.

Como se houvesse um juiz onipotente a permitir

ou não que se sinta uma história da maneira que se

pretende senti–la.

Todos os sentidos ficam de fora da análise ignorante,

tipicamente política, que divorcia a técnica da percepção

sensorial. E é exatamente aí que reside o único interesse

de um realizador: o momento do encontro do espectador

com a obra.

MONJARDIM, J. O Globo, Rio de Janeiro, 24 set. 2004 (adaptado).

Ao comentar o ressurgimento do debate sobre “linguagem

de televisão" e “linguagem de cinema", o autor mostra a


A tirinha faz referência a uma situação muito comum nas famílias brasileiras: a necessidade de estudar para o vestibular.

Buscando convencer o seu interlocutor, os personagens da tira fazem uso das seguintes estratégias argumentativas:


Os textos relativos ao mundo do trabalho, geralmente,

são elaborados no padrão normativo da língua. No

anúncio, apesar de o enunciador ter usado uma variedade

linguística não padrão, ele atinge seus propósitos

comunicativos porque


Os resultados da pesquisa realizada a respeito do consumo

de álcool por adolescentes chamam a atenção para


Assinale a alternativa com a interpretação correta a respeito dos quadrinhos.

Entrevista

Almir Suruí

Não temos o direito de ficar isolados

Soa contraditório, mas a mesma modernidade que

quase dizimou os suruís nos tempos do primeiro contato

promete salvar a cultura e preservar o território desse

povo. Em 2007, o líder Almir Suruí, de 37 anos, fechou

uma parceria inédita com o Google e levou a tecnologia

às tribos. Os índios passaram a valorizar a história dos

anciãos. E a resguardar, em vídeos e fotos on–line, as

tradições da aldeia. Ainda se valeram de smartphones

e GPS para delimitar suas terras e identificar os

desmatamentos ilegais. Em 2011, Almir Suruí foi eleito

pela revista americana Fast Company um dos 100 líderes

mais criativos do mundo dos negócios.

ÉPOCA – Quando o senhor percebeu que a internet

poderia ser uma aliada do povo suruí?

Almir Suruí – Meu povo acredita no diálogo. Para nós,

é uma ferramenta muito importante. Sem a tecnologia,

não teríamos como dialogar suficientemente para

propor e discutir os direitos e territórios de nosso povo.

Nós, povos indígenas, não temos mais o direito de ficar

isolados. Ao usar a tecnologia, valorizamos a floresta e

criamos um novo modelo de desenvolvimento. Se a gente

usasse a tecnologia de qualquer jeito, seria um risco.

Mas hoje temos a pretensão de usar a ferramenta para

valorizar nosso povo, buscar nossa autonomia e ajudar

na implementação das políticas públicas a favor do meio

ambiente e das pessoas. RIBEIRO, A. Época, 20 fev. 2012 (fragmento).

As tecnologias da comunicação e informação podem

ser consideradas como artefatos culturais. No fragmento

de entrevista, Almir Suruí argumenta com base no

pressuposto de que


Os gêneros textuais nascem emparelhados a

necessidades e atividades da vida sociocultural.

Por isso, caracterizam–se por uma função social

específica, um contexto de uso, um objetivo

comunicativo e por peculiaridades linguísticas e

estruturais que lhes conferem determinado formato.

Esse classificado procura convencer o leitor a

comprar um imóvel e, para isso, utiliza–se

Quando a propaganda é decisiva na troca de marcas

Todo supermercadista sabe que, quando um produto

está na mídia, a procura pelos consumidores aumenta.

Mas, em algumas categorias, a influência da propaganda

é maior, de acordo com pesquisa feita com 400 pessoas

pela consultoria YYY e com exclusividade para o

supermercado XXX.

O levantamento mostrou que, mesmo não sendo a

razão o fator mais apontado para trocar de marca, não

se pode ignorar a força das campanhas publicitárias. Em

algumas categorias, um terço dos respondentes atribuem

a mudança à publicidade. Para Nicanor Guerreiro, a

propaganda estabelece uma relação mais “emocional"

da marca com o público. “Todos sentimos necessidade

de consumir produtos que sejam 'aceitos' pelas outras

pessoas. Por isso, a comunicação faz o papel de endosso

das marcas", afirma. O executivo ressalta, no entanto,

que nada disso adianta se o produto não cumprir as

promessas transmitidas nas ações de comunicação.

Um dos objetivos da propaganda é tornar o produto

aspiracional, despertando o desejo de experimentá–lo.

O que o consumidor deseja é o que a loja vende. E é isso

o que o supermercadista precisa ter sempre em mente.

Veja o gráfico:


De acordo com o texto e com as informações fornecidas

pelo gráfico, para aumentar as vendas de produtos, é

necessário que

Era uma vez

Um rei leão que não era rei.

Um pato que não fazia quá–quá.

Um cão que não latia.

Um peixe que não nadava.

Um pássaro que não voava.

Um tigre que não comia.

Um gato que não miava.

Um homem que não pensava...

E, enfim, era uma natureza sem nada.

Acabada. Depredada.

Pelo homem que não pensava.

Laura Araújo Cunha

CUNHA, L. A. In: KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual.

São Paulo: Contexto, 2011.

São as relações entre os elementos e as partes do

texto que promovem o desenvolvimento das ideias. No

poema, a estratégia linguística que contribui para esse

desenvolvimento, estabelecendo a continuidade do texto, é a

Notícias do além

Aquele que morrer primeiro e for para o céu deverá

voltar à Terra para contar ao outro como é a vida lá

no paraíso. Assim ficou combinado entre Francisco e

Sebastião, amigos inseparáveis e apaixonados pelo

futebol. Francisco teve morte súbita e, passado algum

tempo, no meio da noite, sua alma apareceu ao colega:

— Nossa Senhora, Chico! Você veio mesmo!

— Estou aqui, Tião, para cumprir a minha promessa, trazendo–lhe duas notícias.

— Então me fala.

— O céu é uma maravilha, um colosso, uma beleza.

Tem futebol todo dia.

— E a outra?

— A outra é que você está escalado para jogar no meu time amanhã cedo.

DIAS, M. V. R. Humor na Marolândia. In: ILARI, R. Introdução à semântica: brincando com

a gramática. São Paulo: Contexto, 2001.

Esse texto pode ser analisado sob dois pontos de vista que

incluem situações diferentes de interlocução: a primeira,

considerando seu produtor e seus potenciais leitores; e

a segunda, considerando os interlocutores Francisco e

Sebastião. Para cada uma dessas situações o produtor

do texto tem um objetivo específico que se determina, não

só pela situação, mas também pelo gênero textual.

Os verbos que sintetizam os objetivos do produtor nas

duas situações propostas são, respectivamente,

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