Em outubro de 2023, o Brasil apresentou uma resolução ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Esse documento pedia a pausa do conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza para permitir o acesso de ajuda humanitária aos civis afetados.
Fonte: g1 https://encurtador.com.br/ejntT
O texto apresentado pela diplomacia brasileira foi vetado porque:
A ______ é uma aliança formada por 30 países, incluindo EUA, Canadá, Reino Unido e França. A organização passou para o centro das discussões da diplomacia internacional em meados de abril e ao longo de maio de 2022 devido à possibilidade de adesão da Finlândia e da Suécia, em meio à Guerra na Ucrânia. A Rússia é contrária à entrada dos dois países na Otan. A organização foi criada em 1949, no período da chamada Guerra Fria, sob a liderança dos EUA em oposição à extinta ______ (adaptado de G1, 2022). Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
O poder mudou. Se antes se impunha pela simples força das armas, exigindo e obtendo, consequentemente, o respeito do inimigo, atualmente este tem-se tornado, cada vez mais, um contestatário face ao poder. No passado, o poder era um elemento de equilíbrio da cena internacional, regulando as alianças e organizando as proteções. Atualmente, com o fim da bipolaridade, novos atores reivindicam um lugar na arena política mundial. Estes procuram agora impor os seus próprios pontos de vista, mais do que aceitar o status quo.
DUARTE, Paulo. Soft China: the changing nature of China's charm strategy. Contexto Internacional: Rio de Janeiro, 2012.
Sobre a posição das potências na nova ordem mundial, analise as afirmativas a seguir.
I. Os Estados Unidos pretendem manter uma posição hegemônica na nova ordem pós-bipolar, assumindo a defesa e difusão dos valores democráticos por meio de uma diplomacia multilateral sintetizada no slogan “América em primeiro lugar”.
II. A China mantém um modelo pragmático de desenvolvimento para fortalecer sua soberania e ampliar suas áreas de influência no sistema internacional, com iniciativas como a Belt and Road, que amplia sua presença na Ásia, na África e na Europa.
III. O potencial da China e as ambições de liderança regional da Rússia e da Índia mostram que a ordem mundial do século XXI pode ser marcada pelo retorno da disputa de poder, e que a hegemonia norte-americana estaria ameaçada nessa ordem multipolar.
Está correto o que se afirma em
Longe da sonhada paz, 2019 herdará pelo menos oito das maiores guerras e conflitos armados em curso, com seus graus de complexidade elevados pela interferência de potências regionais e mundiais. O quadro para o próximo ano será tão intrincado para a diplomacia e doloroso para as populações civis envolvidas quanto o registrado em 2018 (https://veja.abril.com.br). A guerra na Síria se tornou ainda mais violenta e complicada com o envolvimento, principalmente, de quais países?
Considerando a atual sistemática e o entendimento da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro e do Direito Internacional Privado no Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Os governos estrangeiros, bem como as organizações de qualquer natureza que eles tenham constituído, dirijam ou hajam investido de funções públicas, poderão adquirir no Brasil bens imóveis ou suscetíveis de desapropriação.
Ciro, Marta e Pedro são formados em Relações Internacionais e estão prestando concurso para atuar em diplomacia. Eles se formaram na PUC-MG, UnB e USP, não necessariamente nessa ordem. Sabe-se que um deles é fluente em francês, outro em alemão e o terceiro em coreano.
Sabe-se ainda que:
· O que é fluente em francês se formou na PUC-MG.
· Pedro se formou na USP.
· Pedro não fala alemão.
· Ciro não se formou na PUC-MG.
Com base nas informações acima, assinale a alternativa CORRETA:
No que se refere à imunidade de jurisdição dos Estados e de agentes diplomáticos e consulares, julgue os próximos itens.
Conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça, não é possível a responsabilização, em território brasileiro, de Estado estrangeiro por ato de guerra, por tratar-se de manifestação de ato de império.
Acerca das concepções clássicas das relações internacionais, julgue os itens seguintes.
A política externa dos Estados diz respeito à condução pacífica das relações internacionais, tendo a diplomacia como instrumento, ao passo que o recurso a medidas coercitivas e, em última instância, ao emprego da força é alheio ao repertório da política externa por ser medida excepcional e de caráter temporário.
Tendo o texto precedente como referência, julgue o item a seguir, a respeito das relações internacionais e de possíveis desdobramentos contemporâneos que envolvam a Coreia do Sul e a Coreia do Norte.
A diplomacia da Coreia do Norte tem posição de destaque no mundo, em razão de sua longa tradição de relações internacionais com a maioria dos países.
Acerca das concepções clássicas das relações internacionais, julgue os itens seguintes.
Para a consecução de objetivos externos dos Estados, cabe, formal e legalmente, à diplomacia obter, de forma irrestrita, informações que abranjam aspectos políticos, econômicos, sociais e acontecimentos externos e que sejam consideradas indispensáveis à adequada formulação e execução da política externa.
As duas primeiras décadas do século XXI confirmam uma característica marcante da contemporaneidade: a rapidez com que se processam as transformações em todos os níveis. Da economia à política, da cultura aos esportes, das relações internacionais aos aspectos sociais, tudo se transforma com impressionante rapidez. Na base dessas mudanças, situa‐se a extraordinária revolução científico‐tecnológica, autêntico suporte da revolução industrial em curso há mais de duzentos anos. A partir dessas informações e considerando o atual cenário mundial, julgue o item que se segue.
A maior vitória da diplomacia brasileira foi obtida há poucos meses: o Brasil foi aceito como membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), com direito à voz, a voto e a veto.
Um ex-funcionário de uma agência de inteligência israelense está de passagem pelo Brasil e toma conhecimento de que chegou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de extradição solicitado pelo governo de Israel, país com o qual o Brasil não possui tratado de extradição. Receoso de ser preso, por estar respondendo em Israel por crime de extorsão, ele pula o muro do consulado da Venezuela no Rio de Janeiro e solicita proteção diplomática a esse país. Nesse caso,
Observe o período: “ A diplomacia brasileira poderia perfeitamente dispensar o “ presente de grego" que acaba de ser entregue ao país, com a aceitação do visto dos refugiados."
A expressão “ presente de grego" pode ser entendida como:
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca da relação do Brasil com o continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013). ( ) O vínculo do Brasil com o continente africano tem um passado forte em função do tráfico de escravos. Portanto, mesmo com o fim do tráfico escravagista, as políticas econômicas entre os dois países tiveram grandes avanços nas relações de cooperações entres os dois países. ( ) Historicamente o passado revela um vínculo entre o Brasil e o continente Africano, proporcionado pelo tráfico de escravos, porém o fim das relações escravistas e a implantação do sistema colonial criaram uma indiferença de cooperação entre ambos. ( ) Com o governo Lula, o Brasil proporcionou uma relação de cooperação com o continente Africano, uma política externa ativa e afirmativa. O ápice de cooperação entre Brasil e África se sistematizou durante o seu governo. ( ) A relação entre Brasil e a África, com o governo Lula, transcende o nível bilateral, a mesma configura um enorme significado de globalidade. É uma região com que a diplomacia brasileira estabeleceu grandes avanços. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Considere o texto seguinte sobre a reviravolta ocorrida no sistema monetário e financeiro internacional a partir do final da década de 1970:
A análise de Maria da Conceição Tavares sugere que a principal consequência imediata da “diplomacia do dólar forte" para os países em desenvolvimento na América Latina foi a