No que se refere à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue:
Informamos que a assinatura do requerente deve constar ao final do documento e, se houverem mais folhas, cada uma delas deve ser registrada a rúbrica do interessado.
Texto para o item.

Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A forma verbal “propicie” (linha 10) está flexionada no tempo futuro do modo subjuntivo.
Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue:
A supressão do acento gráfico empregado na forma verbal “ficará” (linha 10) comprometeria a coerência das ideias do texto.
As mensagens não verbais contribuem para melhorar o relacionamento interpessoal. Ao buscar transmitir mensagens positivas, o emissor pode causar melhor impressão. Por outro lado, a emissão de uma mensagem não verbal negativa pode comprometer o relacionamento interpessoal. Diante de um conjunto de expressões não verbais, considera-se expressão negativa:
Sem direito e Poesia
Eis me aqui, iniludível. Incipiente na arte da escrita, desfraldo sentimentos vestindo-os com as palavras que lhes atribuem significado. Às vezes dá vontade ser assim, hermético. Talvez, porque eu sinta
que o mundo não me entende ou porque, talvez, eu não me encaixe harmonicamente no mundo, é que sinto esta liberdade em não me fazer entender. É que, talvez, a vida seja mesmo um mal entendido.
Portanto, despiciendo as opiniões e me faço prolixo. Suasório para o intento de escrever em uma língua indecifrável ao homem comum. Meu vocabulário, quando quero, é um quarto cerrado e, nele me tranco e jogo fora a chave do entendimento. Dizem-me que as palavras devem ser um instrumento para comunicar-se e que isto é fazer-se entender. Mas eu, que do mundo nada entendo, por que razão deveria me fazer entender?
Sinto o decesso aproximar-se, pelo esvair-se do fluido vital, e, sem tempo para o recreio desejado, com os ombros arcados pelos compromissos assumidos, tenho no plenilúnio um desejo imarcescível de que haja vida no satélite natural. Talvez, após o decesso, eu possa lá estabelecer morada e, vivendo em uma sociedade singular, haja o recreio em espírito. Na realidade. Na iniludível realidade, meu recreio é uma sala ampla. Teto alto. Prateleiras rústicas com farta literatura e filosofia. Nenhuma porta ou janela aberta a permitir à passagem do tempo. Uma poltrona aveludada. Frio. Lareira acesa. Vinho tinto seco, Malbec.
O amor? O entregar-se? Não!
Tratar-se-ia apenas de amor próprio. Sem entrega. Apenas eu. Apenas eu e o tempo. Cerrado na sala cerrada. Divagando sobre o nada e refletindo sobre tudo. Imarcescível seria tal momento. Mas a vida. A vida é singular ao tempo, pois que o tempo é eterno, e a criatura humana é botão de rosa, matéria orgânica falível na passagem do eterno. Sigo... Soerguendome...Sobrevivo...
(Fonte: Nelson Olivo Capeleti Junior/ Artigos13/04/2018 - JUS Brasil)
Observe a construção verbal do enunciado a seguir: "Tratar-se-ia apenas de amor próprio." Quanto à norma de colocação pronominal utilizada, assinale a alternativa correta.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Há pleno atendimento às normas de concordância verbal na frase:
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

No emprego das formas verbais, são regulares a flexão e a concordância na frase:
Atenção: Para responder à questã, baseie-se no texto abaixo.

Há forma verbal na voz passiva e adequada articulação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
Quais estão corretas?
Assinale a frase em que há erro de regência verbal:
O texto abaixo é um fragmento de uma crônica de Martha Medeiros e servirá de subsídio para a questão:

No fragmento “Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem”, temos um exemplo de flexão verbal para haver a concordância do verbo com o sujeito.
Observe as seguintes alternativas e assinale aquela que possui a CORRETA concordância verbal, seguindo as normas em vigência:
No atendimento presencial é muito importante atentar-se para a comunicação não verbal que está presente nas expressões faciais e corporais. Um gesto que pode ser
entendido como posição de defesa para o outro é
No primeiro período do texto: “Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais.” A forma verbal destacada introduz uma oração com valor semântico de:
HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi caprichoso, muito moderno, que se recusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...” com a maior irreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho – ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão progressistas, que rompem com o canto da família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos fortes que agora saem do mato de repente e disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!” Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir: “Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa igual. Mas as crianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Marque o parágrafo que inicia com: elemento coesivo coordenativo adversativo seguido de advérbio e ação verbal no pretérito perfeito do modo indicativo.