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Leia o texto abaixo e responda à questão.


“Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.” (§ 2) Das alterações feitas na oração subordinada adjetiva do período acima, está em DESACORDO com as normas de regência a seguinte:

Con relación a las ideas y estructuras lingüísticas del texto, juzgue los ítems subsiguientes.

Las formas verbales “dije" (l 18) y “resigné" (l 19) están ambas en el tiempo verbal del presente de indicativo.

Provas: CESPE - 2014 - DPF - Psicólogo
Disciplina:

Psicologia

- Assuntos: Sociometria

Com relação à ética profissional do psicólogo, julgue os itens que se seguem.

A transgressão dos preceitos contidos no código de ética profissional do psicólogo, considerada infração disciplinar, inclui as seguintes penalidades: advertência verbal, advertência por escrito, censura ética, suspensão do exercício profissional por até vinte dias e cassação do exercício profissional.

"FLANAR, v. int. Passear ociosamente; vagabundear". Charles Baudelaire desenvolveu um significado para flâneur de "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". Portanto, flanar peia cidade significava transitar prestando atenção em detalhes, minúcias, que só um verdadeiro flâneur consegue perceber.
Uma passagem do texto que contraria esse conceito é:

Sobre o problema da perda de sentido da duração real das coisas ou ética da imagem, numere corretamente a

coluna da direita de acordo com a da esquerda:

(1) O debate, o discurso verbal do palanque, a entrevista, o ensaio e o tratado são formas tradicionais de discursos persuasivos empregados também no campo político.

(2) A publicidade não “vende" seus objetos em seu valor de uso, mas na sua validade como qualificador daquele que o compra, o seu valor de signo.

(3) Tipo de racionalidade que ordena os comportamentos com vista aos fins, procurando sempre uma equação entre energia despendida e resultados obtidos.

(4) A ética da dimensão pública prescreve a mediação argumentativa dos conflitos e ensina a buscar o consenso.

( ) A propaganda política tem como modelo de “linguagem" a publicidade

( ) Ao se aproximar da publicidade comercial a propaganda política submete-se à lógica social do consumo

( ) Estratégia retórica e estratégia conotativa tornam-se a característica da propaganda midiática.

( ) A retórica é ineliminável em ambiente de competição discursiva.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Mães

Triste, mas verdadeira, a constatação de Jairo Marques — colunista que tem um talento raro — em seu texto "E a mãe ficou velhinha" ("Cotidiano", ontem). Aqueles que percebem que a mãe envelheceu sempre têm atitudes diversas. Ou não a procuram mais, porque essa é uma forma de negar que um dia perderão o amparo materno, ou resolvem estar ao lado dela o maior tempo possível, pois têm medo de perdê-la sem ter retribuído plenamente o amor que receberam.

Leonor Souza (São Paulo, SP) — Painel do Leitor. Folha de S. Paulo, 29 fev. 2012

Os gêneros textuais desempenham uma função social específica, em determinadas situações de uso da língua, em que os envolvidos na interação verbal têm um objetivo comunicativo. Considerando as características do gênero, a análise do texto Mães revela que sua função é

A concordância verbal NÃO está em consonância com a norma-padrão em:

A concordância empregada, na primeira oração do texto “Já faz seis meses”, ocorre em função de uma característica linguística do verbo. Essa mesma característica pode ser observada na seguinte opção:

Considere as técnicas de redação para correspondências oficiais para responder à questão.

Estão indicadas, corretamente, como partes do documento no Padrão Ofício, sendo exemplos o aviso, o ofício e o memorando, todas as características citadas abaixo EXCETO:

O sufixo flexional do passado na forma verbal sublinhada no trecho da linha 46 – When enough information has been collected – é pronunciado em inglês seguindo o mesmo padrão fonológico que o sufixo encontrado em

Ao autuar um condutor de automóvel por estacionar em local proibido, o agente público competente realiza ato administrativo que gera uma obrigação ao particular de pagar multa. A esse poder que possuem os atos administrativos de gerar obrigações unilaterais aos administrados, independentemente de sua concordância, dá-se o nome de:

Prazeres mútuos
                            (Danuza Leão)

         É normal, quando você vê uma criança bonita, dizer “mas que linda”, “que olhos lindos”, ou coisas no gênero. Mas esses elogios, que fazemos tão naturalmente quando se trata de uma criança ou até de um cachorrinho, dificilmente fazemos a um adulto. Isso me ocorreu quando outro dia conheci, no meio de várias pessoas, uma moça que tinha cabelos lindos. Apesar da minha admiração, fiquei calada, mas percebi minha dificuldade, que aliás não é só minha, acho que é geral. Por que eu não conseguia elogiar seus cabelos?
         Fiquei remoendo meus pensamentos (e minha dificuldade), fiz um esforço (que não foi pequeno) e consegui dizer: “que cabelos lindos você tem”. Ela, que estava séria, abriu um grande sorriso, toda feliz, e sem dúvida passou a gostar um pouquinho de mim naquele minuto, mesmo que nunca mais nos vejamos.
         Fiquei pensando: é preciso se exercitar e dizer coisas boas às pessoas, homens e mulheres, quando elas existem. Não sei a quem faz mais bem, se a quem ouve ou a quem diz; mas por que, por que, essa dificuldade? Será falta de generosidade? Inveja? Inibição? Há quanto tempo ninguém diz que você está linda ou que tem olhos lindos, como ouvia quando criança? Nem mesmo quando um homem está paquerando uma mulher ele costuma fazer um elogio, só alguns, mais tarde, num momento de intimidade e quando é uma bobagem, como “você tem um pezinho lindo”. Mas sentar numa mesa para jantar pela primeira vez, só os dois, e dizer, com naturalidade, “que olhos lindos você tem”, é difícil de acontecer.
         Notar alguma coisa de errado é fácil; não se diz a ninguém que ele tem o nariz torto, mas, se for alguém que estiver em outra mesa, o comentário é espontâneo e inevitável. Podemos ouvir que a alça do sutiã está aparecendo ou que o rímel escorreu, mas há quanto tempo você não ouve de um homem que tem braços lindos? A não ser que você seja modelo ou miss - e aí é uma obrigação elogiar todas as partes do seu corpo-, os homens não elogiam mais as mulheres, aliás, ninguém elogia ninguém.
         E é tão bom receber um elogio; o da amiga que diz que você está um arraso já é ótimo, mas, de uma pessoa que você acabou de conhecer e que talvez não veja nunca mais, aquele elogio espontâneo e sincero, é das melhores coisas da vida.
         Fique atenta; quando chegar a um lugar e conhecer pessoas novas, alguma coisa de alguma delas vai chamar a sua atenção e sua tendência será, como sempre, ficar calada. Pois não fique. Faça um pequeno esforço e diga alguma coisa que você notou e gostou; o quanto a achou simpática, como parece tranquila, como seu anel é lindo, qualquer coisa. Todas as pessoas do mundo têm alguma coisa de bom e bonito, nem que seja a expressão do olhar, e ouvir isso, sobretudo de alguém que nunca se viu, é sempre muito bom.
         Existe gente que faz disso uma profissão, e passa a vida elogiando os outros, mas não é delas que estamos falando. Só vale se for de verdade, e se você começar a se exercitar nesse jogo e, com sinceridade, elogiar o que merece ser elogiado, irá espalhando alegrias e prazeres por onde passar, que fatalmente reverterão para você mesma, porque a vida costuma ser assim.
         Apesar de a vida ter me mostrado que nem sempre é assim, continuo acreditando no que aprendi na infância, e isso me faz muito bem.

                                        (disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0611200502.htm)

O modo subjuntivo pode transportar o leitor para uma realidade hipotética. Assinale a opção que apresenta um trecho em que a autora faça uso desse modo verbal.

“Sua vantagem é tanta que a prefeitura da Cidade do México lançou um programa de conservação hídrica que substituiu 350 mil vasos por modelos mais econômicos. As substituições reduziram de tal forma o consumo que seria possível abastecer 250 mil pessoas a mais. No entanto, muitas casas no Brasil têm descargas embutidas na parede, que costuma ter um altíssimo nível de consumo. O ideal é substituí-las por outros modelos.”
Nesse segmento do texto 2, a forma verbal sublinhada que apresenta erro em relação à concordância é:

Uma das regras de emprego da vírgula é para marcar a omissão de uma forma verbal; o segmento abaixo em que isso ocorre no texto 3 é:

Leia o texto abaixo e responda à questão.


“O cronista que ora se PRANTEIA era um nostálgico das calçadas...” (§ 4) Considerando-se o modelo de flexão do verbo em destaque no trecho acima – verbos terminados em –EAR e –IAR, pode-se afirmar que está INCORRETA a flexão do verbo na frase:

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