Lusofonia
rapariga: s.f., fem. De rapaz: mulher nova: moça: menina;(Brasil), meretriz.
Escrevo um poema sobre a rapariga que esta sentada no café, em frente da chávena de café, enquanto alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra rapariga não quer dizer o que ela diz em Portugal.Então, terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café, a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga que alisa os cabelos com a mão, num café de Lisboa, não fique estragada para sempre quando este poema atravessar o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo sem pensar em áfrica, porque aí lá terei de escrever sobre a moça do café, para evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é uma palavra que já me esta a pôr com dores de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria era escrever um poema sobre a rapariga do café.A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão.
JUDICE, N , Matéria do Poema, Lisboa D. Quixote, 2008
O texto traz em relevo as funções metalinguística e poética. Seu caráter metalinguístico justifica-se pela

Duerme negrito é uma cantiga de ninar da cultura popular hispânica, cuja letra problematiza uma questão social, ao
Em um certo teatro, as poltronas são divididas em setores. A figura apresenta a vista do setor em 3 desse teatro, no qual as cadeiras escuras estão reservadas e as claras não foram vendidas.

A razão que apresenta a quantidade de cadeiras reservadas no setor 3 em relação ao total de cadeiras desse mesmo setor é:
Para se construir um contrapiso, é comum, na constituição do concreto, se utilizar cimento, areia e brita, na seguinte proporção: 1 parte de cimento, 4 partes de areia e 2 partes de brita. Para construir o contrapiso de uma garagem, uma construtora encomendou um caminhão betoneira com 14 m3 de concreto.
Qual é o volume de cimento, em m3, na carga de concreto trazido pela betoneira?
As projeções para a produção de arroz no período de 2012-2021, em uma determinada região produtora, apontam para uma perspectiva de crescimento constante da produção anual. O quadro apresenta a quantidade de arroz, em toneladas, que será produzida nos primeiros anos desse período, de acordo com essa projeção.

A quantidade total de arroz, em toneladas, que deverá ser produzida no período de 2012 a 2021 será de:
Uma torneira não foi fechada corretamente e ficou pingando, da meia-noite às seis horas da manhã, coma frequência de uma gota a cada três segundos. Sabe-se que cada gota d’água tem o volume de 0,2 mL.
Qual foi o valor mais aproximado do total de água desperdiçada nesse período, em litros?
Um artesão de joias tem à sua disposição pedras brasileiras de três cores: vermelhas, azuis e verdes.
Ele pretende produzir joias constituídas por uma liga metálica, a partir de um molde no formato de um losango não quadrado com pedras nos seus vértices, de modo que dois vértices consecutivos tenham sempre pedras de cores diferentes.
A figura ilustra uma joia, produzida por esse artesão, cujos vértices A, B e C e D correspondem às posições ocupadas pelas pedras.

Com base nas informações fornecidas, quantas joias diferentes, neste formato, o artesão poderá obter?
O ciclo de atividade magnética do Sol tem um período de 11 anos. O início do primeiro ciclo registrado se deu no começo de 1755 e se estendeu até o final de 1765. Desde então, todos os ciclos de atividade magnética do Sol têm sido registrados.
Disponível em http://g1.globo.com. Acesso em: 27 fev. 2013.
No ano de 2101, o Sol estará no ciclo de atividade magnética de número:
Gangorra é um brinquedo que consiste de uma tábua longa e estreita equilibrada e fixada no seu ponto central (pivô). Neste brinquedo, duas pessoas sentam-se nas extremidades e, alternadamente, impulsionam-se para cima, fazendo descer a extremidade oposta, realizando, assim, o movimento da gangorra. Considere a gangorra representada na figura A. Em que os pontos A e B são equidistantes do pivô.

A projeção ortogonal da trajetória dos pontos A e B, sobre o plano do chão da gangorra, quando esta se encontra em movimento é:
Em um sistema de dutos, três canos iguais, de raio externo de 30 cm, são soldados entre si e colocados dentro de um cano de raio maior, de medida R. Para posteriormente ter fácil manutenção, é necessário haver uma distância de 10 cm entre os canos soldados e o cano de raio maior. Essa distância é garantida por um espaçador de metal, conforma a figura:

Utilize 1,7 como aproximação para √3;
O valor de R, em centímetros, é igual a:
A Inglaterra deve governar o mundo porque é a melhor;
o poder deve ser usado; seus concorrentes imperiais não
são dignos; suas colônias devem crescer, prosperar e
continuar ligadas a ela. Somos dominantes, porque temos
o poder (industrial, tecnológico, militar, moral), e elas não;
elas são inferiores; nós, superiores, e assim por diante.
SAID, E. Cultura e imperialismo. São Paulo: Cia das Letras, 1995 (adaptado).
O texto reproduz argumentos utilizados pelas potências
europeias para dominação de regiões na África e na Ásia,
a partir de 1870. Tais argumentos justificavam suas ações
imperialistas, concebendo–as como parte de uma
Ninguém vive sem ocupar espaço, sem respirar,
sem alimentar–se, sem ter um teto para abrigar–se e, na
Modernidade, sem o que se incorporou na vida cotidiana:
luz, telefone, televisão, rádio, refrigeração dos alimentos
etc. A humanidade não vive sem ocupar espaço, sem
utilizar–se cada vez mais intensamente das riquezas
naturais que são apropriadas privadamente.
RODRIGUES, A. M. Desenvolvimento sustentável: dos conflitos de classes para os conflitos
de gerações. In: SILVA. J. B. et al. (Orgs.). Panorama da geografia brasileira.
São Paulo: Annablume, 2006 (fragmento).
O texto defende que duas mudanças provocadas pela
ação humana na Modernidade são o(a)
TEXTO I
O Heliocentrismo não é o “meu sistema", mas a
Ordem de Deus.
COPÉRNICO, N. As revoluções dos orbes celestes [1543].
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984.
TEXTO II
Não vejo nenhum motivo para que as ideias expostas
neste livro (A origem das espécies) se choquem com as
ideias religiosas.
DARWIN, C. A origem das espécies [1859]. São Paulo: Escala, 2009.
Os textos expressam a visão de dois pensadores —
Copérnico e Darwin — sobre a questão religiosa e suas
relações com a ciência, no contexto histórico de construção
e consolidação da Modernidade. A comparação entre
essas visões expressa, respectivamente:
A cessação do tráfico lançou sobre a escravidão
uma sentença definitiva. Mais cedo ou mais tarde estaria
extinta, tanto mais quanto os índices de natalidade entre os
escravos eram extremamente baixos e os de mortalidade,
elevados. Era necessário melhorar as condições de vida
da escravaria existente e, ao mesmo tempo, pensar numa
outra solução para o problema da mão de obra.
COSTA, E. V. Da Monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Unesp, 2010.
Em 1850, a Lei Eusébio de Queirós determinou a extinção
do tráfico transatlântico de cativos e colocou em evidência
o problema da falta de mão de obra para a lavoura. Para
os cafeicultores paulistas, a medida que representou uma
solução efetiva desse problema foi o (a)

Nos mapas, está representada a região dos Bálcãs, em
dois momentos do século XX. Uma causa para a mudança
geopolítica representada foi a