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Leia o texto abaixo.
Tapera de arraial. Ali, na beira do rio Pará, deixaram largado um povoado inteiro: casas, sobradinho, capela; três vendinhas, o chalé e o cemitério; e a rua, sozinha e comprida, que agora nem é mais uma estrada, de tanto que o mato a entupiu.
Ao redor, bons pastos, boa gente, terra boa para o arroz. E o lugar já esteve nos mapas, muito antes de a malária chegar.
Ela veio de longe, do São Francisco. Um dia, tomou caminho, entrou na boca aberta do Pará, e pegou a subir. Cada ano avançava um punhado de léguas, mais perto, mais perto, pertinho, fazendo medo no povo, porque era sezão da brava — da “tremedeira que não desmontava” — matando muita gente.
— Talvez que até aqui ela não chegue... Deus há de ...
Mas chegou; nem dilatou para vir. E foi um ano de tristezas.
(João Guimarães Rosa. Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 151)
O uso do texto literário de Guimarães Rosa em sala de aula permite

Observe o mapa.


O mapa e o conhecimento histórico permitem afirmar que a Revolução Pernambucana de 1817 reveste–se de grande

importância, pois, entre outras razões,

O texto refere–se a uma problemática relacionada à Crise de 1929, nos Estados Unidos. Sobre essa crise é correto afirmar que a

As repercussões políticas da crise a que o texto se refere foram negativas, sobretudo nos países de fraca tradição democrática, pois, neles, essa crise

A semelhança na sequência de bases do DNA de espécies diferentes tem sido usada para se estimar o grau de parentesco

entre elas.

O cladograma abaixo foi construído considerando-se o percentual de diferença entre os DNA de diferentes primatas em relação

ao DNA do chimpanzé.

A partir da leitura e interpretação do cladograma, está correto afirmar:

Attention: Read the text and answer questions 21 to 29.

A Writer's Beginnings in Kenya By ALEXANDRA FULLER

ONE DAY I WILL WRITE ABOUT THIS PLACE

A Memoir By Binyavanga Wainaina 256 pp. Graywolf Press. $24.

Dear reader, I'll save you precious time: skip this review and head directly to the bookstore for Binyavanga Wainaina's stand-upand-cheer coming-of-age memoir, "One Day I Will Write About This Place." [CONNECTIVE] written by an East African and set in East and Southern Africa, Wainaina's book is not just for Afrophiles or lovers of post-colonial literature. This is a book for anyone who still finds the nourishment of a well-written tale preferable to the empty-calorie jolt of a celebrity confessional or Swedish mystery. Not that Wainaina is likely to judge [PRONOUN] taste in books. In fact, at its heart, this is a story about how Wainaina was almost [TO EAT] alive by his addiction to reading anything available. "I am starting to read storybooks," he says of his 11-year-old self, growing up in Nakuru, Kenya. "If words, in English, arranged on the page have the power to control my body in this world, this sound and language can close its folds, like a fan, and I will slide into its world, where things are arranged differently." As he leaves childhood [ADVERB 1] − "My nose sweats a lot these days, and my armpits smell, and I wake [ADVERB 2] a lot at night all wriggly and hot, like Congo rumba music" − Wainaina retreats further from the confusing realities of politics and adolescence and his big multinational family (his father a Kenyan businessman and farm owner, his mother a Ugandan salon owner) and deeper into a world of words. At school he is told, and believes, that he is supposed to become a doctor or a lawyer, an engineer or a scientist. But Wainaina seems constitutionally incapable of absorbing anything that would further a career in these fields. By the time Wainaina leaves Kenya to attend university in South Africa, a country smoldering with the last poisonous fumes of apartheid, his addiction to books is complete. He drops out of school to pursue more completely a life of reading.

Adapted from http://www.nytimes.com/2011/08/14/books/review/one-day-i-will-write-about-this-place-by-binyavanga-wainaina-book-review.html?pagewanted=all)

The missing [ADVERB 2] is

Attention: Read the three job announcements below and answer questions 49-52.

The position of a relationship manager at Formula Won Media requires

Attention: For questions 53-60, read the text below and decide which answer (A, B, C or D) best fits each gap. Saving energy: it starts at home We already know the fastest, 53 expensive way to slow climate change: use less energy. With a little effort, and not 54 money, most of us could reduce our energy diets by 25 percent or more − 55 the Earth a favor while also helping our pocketbooks. So what’s holding us back? Scientists have reported recently that the world is heating up even faster KK 56 predicted only a few years KK 57 , and that the consequences could be severe if we don’t KK 58 reducing emission of carbon dioxide and other greenhouse gases that are trapping heat in our atmosphere. But what can we KK 59 about it as individuals? Will our efforts really KK 60 any difference? (Extracted from the National Geographic Magazine, March 2009)

Uma solução contém íons zinco, Zn2+ (aq), em concentração 0,01 mol/L. Para que a solução fique saturada a 25 °C, sem

precipitado de ZnS (s), a concentração do ânion sulfeto, S2- (aq), deve ser igual a

Ester colocou um terreno à venda por R$ 100.000,00, obtendo três propostas: − Antonio pagaria o terreno com um desconto de 10% sobre o valor pedido. − Bento pagaria o terreno com dois descontos sucessivos de 5% e 5%, respectivamente. − Carlos pagaria o terreno com dois descontos sucessivos de 8% e 2%, respectivamente. Sabendo-se que Ester aceitou a proposta que mais se aproximou do valor pedido por ela, está correto afirmar que ela aceitou a proposta de

O triângulo é uma figura rígida: não se deforma como aconteceria com um quadrado. Esta rigidez o torna de grande utilidade na vida prática. Uma aplicação, por exemplo, é na maneira de “travar" uma estante para que ela não se deforme. Na parte posterior de uma estante de 1,30 m de altura, com a base apoiada no chão, foi colocada uma trava na diagonal, formando um ângulo de 30° com a horizontal, constituindo assim um triângulo.

O comprimento dessa trava será

Um pesquisador observou durante um mês o crescimento do caule de uma semente germinada. Considerando que o crescimento diário foi constante, e que, no início do 1o dia, o caule media 15 mm e, no final do 30o dia, media 160 mm, está correto afirmar que esta planta cresceu

Observe a charge a seguir.

A partir da leitura da charge o professor de Geografia pode destacar que

Atenção: As questões de 21 a 28 referem-se ao seguinte fragmento:

(…) Cuando se hace referencia a material didáctico nos encontramos con profesores que lo asocian exclusivamente a libro de texto ("livro didático") sin considerar que los materiales didácticos abarcan mucho más que el libro de texto, como pueden ser los diccionarios, gramáticas, manuales de conjugación verbal, cuadernos de ejercicios, libros y textos literarios, artículos y reportajes procedentes de fuentes variadas (periódicos, revistas, sitios de Internet), libros de lecturas graduadas, de actividades lúdicas o de apoyo lingüístico, grabaciones en audio y/o vídeo, canciones, mapas, carteles, folletos publicitarios, etc. Además, también se da el caso de que profesores, futuros profesores, autores y editoriales en ocasiones establecen una relación de sinonimia entre los términos método y libro de texto, de tal modo que se le atribuye al primero un significado que originariamente no lo tiene y se le otorgan al segundo características que no le corresponden. Como ha quedado señalado, según el Diccionario de Términos Clave de ELE* , Un método es un conjunto de procedimientos, establecidos a partir de un enfoque, para determinar el programa de enseñanza, sus objetivos, sus contenidos, las técnicas de trabajo, los tipos de actividades, y los respectivos papeles y funciones de profesores, alumnos y materiales didácticos. mientras que materiales didácticos son recursos de distinto tipo − impresos como los libros de texto, audiovisuales como un vídeo, multimedia como un DVD, etc. − que se emplean para facilitar el proceso de aprendizaje. Constituyen un componente más del currículo, por lo que se requiere que mantengan una coherencia con el resto de elementos curriculares, esto es, con los objetivos, contenidos, metodología y evaluación de la enseñanza-aprendizaje. Ya el libro de texto lo define de la siguiente forma el mismo diccionario: El libro de texto es una de las posibles formas que pueden adoptar los materiales curriculares para facilitar el proceso de enseñanza-aprendizaje. Se trata de un documento impreso concebido para que el docente desarrolle su programa: habitualmente, diseña y organiza de manera precisa la práctica didáctica, esto es, la selección, la secuencia y organización temporal de los contenidos, la elección de los textos de apoyo, el diseño de las actividades y de los ejercicios de evaluación. El uso indebido de un término por el otro (material didáctico = libro de texto; libro de texto = método) sobrepasa el ámbito de los docentes en formación a tal punto que es posible observar esa mezcla incluso en textos de profesores e investigadores consagrados como, por ejemplo, Fernández López (1993; 2005) o Sánchez Pérez (1986; 1997a), lo cual contribuye al incremento de la confusión e imprecisión terminológica.

* Diccionario de Términos Clave de ELE. Disponible en: htp://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/diccio_ele/default.htm, accedido el 20 feb. 2010. (Fragmento extraído de ERES FERNÁNDEZ, G. Entre enfoques y métodos: algunas relaciones (in)coherentes en la enseñanza de español lengua extranjera. In: BARROS, C. S. de; COSTA, E. G. de M. (coord.) Espanhol: ensino médio. Coleção Explorando o Ensino, vol. 16. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010, pp. 73-74.)

O sujeito gramatical do verbo define, sublinhado no segundo parágrafo do texto é

Atenção: As questões de 29 a 36 referem-se ao seguinte fragmento:

Conceptualizaciones de "lenguas próximas" y "vecinas"

(…)[Algunos] trabajos sobre proximidad, como los de Billiez (1996) y Dabène (1996), más centrados en los escenarios de enseñanza/aprendizaje, llaman la atención, de diferentes maneras, sobre la proximidad/distancia como percepción del aprendiz, propuesta que en nuestro medio fue también tenida en cuenta por Kulikowski y González (1999). En prácticamente toda esa producción reciente que estamos refiriendo, la intercomprensión aparece como criterio central para definir la proximidad/distancia e intentar medir sus grados. En el texto (…) de Éloy (2004: 397-398), podemos ver una propuesta de escala de seis niveles de mayor a menor proximidad, en la que el primero es la indistinción (por ejemplo, entre variedades de la misma lengua) y el último, la distancia indeterminada. Para la localización de cada par de lenguas en un grado de la escala se tienen en cuenta la intercompresión y el parentesco histórico. Sabido es que una formulación como "intercomprensión" no despierta unanimidades en las ciencias del lenguaje. (…) [Hay] Interrogantes que aparecen planteados en los trabajos que venimos mencionando, sobre todo en los más preocupados por la didáctica de lenguas. Y en alguno de ellos se intenta incluso diferenciación entre la comprensión "lingüística" y la de "referentes socioculturales" como dos variables a relacionar en la observación de cada caso de proximidad. En Robert (2004: 5), esa última distinción sirve para distinguir dos categorías, "proches" y "voisines" ("próximas" y "vecinas"): Las lenguas "vecinas" serían colaterales, variedades próximas en planos lingüístico, histórico, sociolingüístico y sociocultural, mientras las lenguas "próximas" mostrarían sólo un parentesco lingüístico. De un lado, mayor intercomprensión y semejanzas culturales, del otro, intercomprensión menos pronunciada y diferencias culturales más acentuadas*. La referencia a similitudes y diferencias "culturales", en otras partes del texto particularizadas como "referentes culturales" compartidos, muestra como surge de las reformulaciones en la secuencia explicativa transcrita arriba la necesidad de una dimensión histórico-social en la que la proximidad/distancia lingüística sea puesta en análisis. Ahora bien, saliendo del contexto europeo, en el cual los casos de vecindad o superposición geográfica son sólo uno para cada par de lenguas, ¿esa dimensión histórico-social a ser considerada en la proximidad puede ser la misma para el mismo par de lenguas en regiones del mundo cualitativamente diferentes precisamente en lo sociohistórico? ¿Podemos pensar la proximidad portuguésespañol en Europa y en América Latina como la misma proximidad? ¿sería eso viable, cuando se trata de regiones del mundo que se diferencian entre sí por el desarrollo de formaciones sociales reconocidamente distintas, y en cada una de las cuales las propias lenguas en cuestión han tenido una vida (de implantación, de contactos, de diglosias) muy diferente, merced, precisamente, a las particularidades de ese desarrollo? Nos parece que, por lo menos en el caso latinoamericano, la proximidad/distancia debe especificarse: la de estas lenguas en este espacio. ¿Significa eso que serán homogéneamente diferentes las proximidades entre portugués y español en Latinoamérica y en Europa? No, porque compartirán en buena medida los constructos político-lingüísticos de referencia y porque la variación lexical, morfosintáctica y fonética que se observa en lo que se reconoce como cada una de las lenguas atraviesa desigualmente los dos espacios, habiendo así fenómenos cuya observación puede valer tanto para un caso como para el otro. Lo que creemos es que al proponernos observar la proximidad/distancia lingüística dando atención a factores sociohistóricos que se revelan en la interacción o en la comparación de enunciados, no estamos haciendo sólo un agregado, sino proponiendo un recorte diferente, porque también en el orden lingüístico la historicidad está alojada.

* Original en francés, traducción del autor. (Fragmento adaptado de FANJUL, A. Proximidad lingüística y memoria discursiva. Reflexiones alrededor de un caso. In: Signo&Seña. Revista del Instituto de Lingüística. Facultad de Filosofía y Letras. Universidad de Buenos Aires. No 20, enero de 2009, pp. 183-205.)

O vocábulo sólo, sublinhado no quinto parágrafo do texto, está acentuado porque se trata de uma palavra