O movimento de 31 de março de 1964 tinha sido lançado, aparentemente, para livrar o país da corrupção e do comunismo e para restaurar a democracia.
O novo regime começou a mudar as instituições do país através dos chamados Atos Institucionais (AI), justificados como decorrência do exercício do Poder Constituinte, inerente a todas as revoluções.
A partir de 1966, passado o primeiro impacto da repressão, a oposição vinha se articulando. Muitos membros da Igreja defrontaram-se com o governo, os estudantes começaram a se mobilizar em torno da UNE e os grupos de luta armada começaram suas primeiras ações em 1968. Nesse contexto, Costa e Silva, em 13 de dezembro de 1968, baixou o AI-5. Ao contrário dos Atos anteriores, o AI-5 não tinha prazo de vigência.
Sobre a ação autoritária do AI-5, afirma-se que o(a)

A lei parava na porteira das fazendas. O governo renunciava a seu caráter público. Um elementar senso de autodefesa dizia à população rural que era vantajoso submeter-se ao poder e a proteção do coronel.
Victor Nunes Leal, na obra clássica Coronelismo, Enxada e Voto, publicada em 1949, dizia que o coronelismo era o compromisso entre o poder privado e o poder público. O compromisso, continuava ele, derivava de um longo processo histórico e se enraizava na estrutura social. A urbanização, a industrialização, a libertação do eleitorado rural e o aperfeiçoamento da justiça eleitoral, acreditava o autor, iriam enterrar Coronéis e Coronelismo.
Destacam-se como espaços sociopolíticos determinantes na ação dos coronéis

Considerada como marco divisório na História do Mundo Ocidental, a Revolução de 1789, na França, foi um fenômeno complexo que produziu transformações e um
conjunto de princípios presentes até a atualidade. Logo nos seus primórdios, foi proclamada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (26/08/1789), que constituiu a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948.
Observe os princípios abaixo.
I - Os homens nascem livres e iguais em direitos.
II - A liberdade consiste em poder fazer tudo, sendo que o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão a sua vontade.
III - Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, sendo preso, o tratamento cruel só será permitido em caso de grande risco à segurança do país.
IV - A lei é a expressão da vontade geral, tendo todos os cidadãos o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação, devendo, pois, ser a mesma para todos, seja para proteger ou punir.
V - A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem, podendo, portanto, todo cidadão, falar, escrever e imprimir livremente suas ideias, respondendo, todavia, pelos abusos dessa liberdade nos termos previstos na lei.
São princípios que expressam ainda hoje os ideais da Revolução Francesa APENAS os apresentados em
Em consequência do processo de centralização do poder real e de unificação territorial, a maior parte destes Estados evoluiu no sentido da monarquia absoluta. Este é o regime em que o rei, encarnando o ideal nacional, possui, além disso, de direito e de fato, os atributos da soberania: poder de decretar leis, de prestar justiça, de arrecadar impostos, de manter um exército permanente, de nomear funcionários (...).
MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII, 1o vol., In: História Geral das Civilizações, tomo IV. DIFEL, p. 105 e 108.
Nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas que justificam o Estado autoritário e o absolutismo dos monarcas. Essas teorias, fundamentando-se ou não na religião, tiveram como um dos representantes das concepções leigas
Espera-se que, ao longo do Ensino Fundamental, os alunos gradativamente possam ampliar a compreensão de sua realidade, especialmente confrontando-a e relacionando-a com outras realidades históricas e, assim, consigam fazer suas escolhas e estabelecer critérios para orientar suas ações. Nesse sentido, observe alguns dos objetivos gerais do ensino de História.
I - Dominar procedimentos de pesquisa escolar e de produção de texto, aprendendo a observar e colher informações de diferentes paisagens e registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais.
II - Compreender que as histórias individuais são partes integrantes de histórias coletivas.
III - Reconhecer que o conhecimento histórico é parte do conhecimento apenas de uma disciplina.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), é(são) objetivo(s) geral(ais) da História
A autora considera que, no caso da Amazônia, é fora de dúvida que as organizações da sociedade civil e as experiências alternativas têm influído decisivamente na mudança de rumo da política governamental para a região. Nessa perspectiva, a reestruturação contemporânea não decorre apenas das estratégias globais do capital, mas, de forma mais efetiva, da ação de
O poema, de Vinícius de Moraes, apresentado ao lado, servirá como instrumento incentivador para uma aula cujo tema abordará
Analise a caracterização geral das principais correntes do pensamento geográfico.
I - Representando uma renovação, efetua uma crítica apenas à insuficiência da análise tradicional, não indo aos fundamentos e à sua base social, propondo uma ótica prospectiva com a finalidade de atuar no planejamento estatal.
II - Fundamentada no positivismo, privilegia a descrição, a enumeração e a classificação dos fatos, em que o homem seria um elemento a mais na paisagem.
III - Com enfoque predominante na relação formada entre espaço e cultura, está assentada na subjetividade, na experiência, na intuição e nos sentimentos, colocando o homem no centro do debate científico.
IV - Desenvolvendo uma prática de contestação radical ao que existia até então, seus autores postulam um posicionamento de transformação da realidade e assumem um conteúdo político na análise científica.
Dentre as caracterizações acima, aquelas que correspondem às correntes de pensamento da Geografia Humanística e da Geografia Crítica, respectivamente, são as descritas APENAS em
Quais os procedimentos mais típicos da maiêutica socrática?

Para que um jovem desenvolva a admiração filosófica, deve-se estimular a sua capacidade
O projeto sartriano de substituir a noção de natureza humana pela de condição humana funda-se na
A elaboração de um discurso acerca da origem das coisas e sua explicação através dos processos de união e de separação são características

Como característica da palavra dos guerreiros, contrapondo-a à dos demais grupos citados, tem-se o fato de ela ser
Huizinga, ao definir o homem como homo ludens, mostra que o jogo acompanha os humanos desde o surgimento da cultura. Quando o autor se refere às características formais do jogo, ele não apresenta somente uma possibilidade de conceituar-se o jogo, mas também tenta demarcar e diferenciar a noção de ludicidade do exercício forçado e do trabalho. Nesse contexto, o jogo, do ponto de vista formal, se define como um(a)
A avaliação que se caracteriza por fornecer, durante o processo de ensino e aprendizagem, dados para os ajustes das ações educativas, possibilitando tomadas de decisões por parte do professor, face à continuação do programa, é a