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O acrônimo BRICS refere-se à iniciativa de cooperação internacional entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Do ponto de vista de sua estrutura produtiva, esses países apresentam, em comum, a seguinte característica:

Em Valença (RJ), um Professor de Geografia planeja realizar o reconhecimento e o levantamento dos principais objetos geográficos do entorno imediato da Catedral, com sua turma do 6º ano. Nesse intuito, foi selecionado material cartográfico de apoio para que os alunos o usassem em campo. Visando à realização da tarefa planejada, a escala cartográfica mais adequada ao material selecionado é:

“Na Amazônia, as iniciativas produtivas do extrativismo são as pioneiras, associadas à luta pela criação de reservas extrativistas. Organizadas em cooperativas, até o momento, essas reservas não alcançaram o nível de sustentabilidade almejado, não considerando devidamente as condições de produtividade do sistema florestal. A mais famosa é a reserva extrativista de Xapuri, localizada no município de mesmo nome, no Acre." BECKER, B. Redefinindo a Amazônia: o vetor tecno-ecológico, In: Castro, I. et al. Questões atuais da reorganização do território . Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1996, pp. 232-233. (Adaptado)

No texto, a autora faz uma avaliação crítica acerca da seguinte iniciativa produtiva:

No Brasil, a disponibilidade de água é bastante razoável pelo fato de o país dispor de uma das mais extensas e ricas redes fluviais do mundo. Em relação aos recursos hídricos, qual é a região brasileira com a mais elevada disponibilidade?

Considerando que as ideias mercantilistas partilhavam a crença de que a riqueza de uma nação residia na acumulação de metais preciosos (ouro e prata), quais características abaixo representam as práticas econômicas do mercantilismo?

O modelo político adotado durante o Segundo Reinado (1840-1889) foi, por muitos historiadores, denominado de “parlamentarismo às avessas”. Ao usar o termo, os historiadores estão enfatizando que:

Em1930, a República brasileira passou por uma crise política e econômica que levou a uma ruptura nas instituições vigentes. Existe um grande debate historiográfico acerca do processo que levou à eclosão do movimento de 1930. São fatores importantes para entender a crise política de 1930:

O Brasil passou, no século XX, por dois momentos que se podem caracterizar como ditaduras: o Estado Novo varguista, entre 1937 e 1945, e o golpe civil militar, entre 1964 e 1985. Qual das alternativas abaixo indica corretamente duas semelhanças entre os dois regimes políticos?

Para realizar um planejamento atual, preocupado com a experiência e crescimento cultural/artístico do estudante, o Professor de Arte deve ter como ponto de partida:

Algumas nomenclaturas foram dadas ao ensino da arte, entre as quais A Educação através da arte, que foi difundida no Brasil com as ideias do filósofo Herbert Read. A base desse pensamento é ver a artecomo:

Associe a coluna superior à inferior e depois marque a alternativa correta. I. Teatro da espontaneidade. II. Jogos teatrais. III. Teatro épico. IV. Teatro arena. ( ) Brecht. ( ) Viola Spolin. ( ) Jacob Levy Moreno. ( ) Renato José Pécora.

As crianças fazem as leis

1    A MENINA me havia advertido: para entender a sua escola eu teria de me esquecer de tudo o que eu sabia sobre as outras escolas... Lembrei-me da pedagogia de Ricardo Reis: "... tendo as crianças por nossas mestras...". E ali estava eu, um velho, aprendendo de uma criança!

2   Quis aprender um pouco mais. Perguntei: "Vocês não têm problemas de disciplina? Não há, entre vocês, os valentões que há em todas as escolas, que agridem, ofendem, ameaçam e amedrontam?" "Ah", ela me respondeu. "Temos sim. Mas para esses casos temos o tribunal..." "Tribunal?", perguntei curioso. Mais uma coisa que eu nunca vira em escolas! Ela então me
explicou: "As leis de nossa escola foram estabelecidas por nós mesmos, alunos. Temos então de zelar para que essas leis sejam cumpridas. A responsabilidade com o cumprimento das leis é nossa e não dos professores e do diretor. Somos nós, e não eles, que temos de tomar as providências para que a vida da escola não seja perturbada. Quando um aluno se torna um problema ele é levado a um tribunal - tribunal mesmo, com juiz, advogado de defesa, advogado de acusação - e é julgado. E a comunidade de alunos toma a decisão cabível".

3   Voltei à Escola da Ponte um ano depois e fui informado de que o tribunal deixara de existir. A razão? Um aluno terrível fora levado a julgamento. O juiz - não me lembro se menina ou menino - nomeou o advogado de acusação, e o réu nomeou seu
próprio advogado. No dia marcado, reunidos os alunos, o advogado de acusação proferiu a sua peça, tudo de mau que aquele menino havia feito. O diretor, que apenas assistia à sessão, relatou-me sua impressão: "O réu estava perdido. A peça acusatória era arrasadora..."

4   Chegou a vez do advogado da defesa que ficou mudo e não conseguiu falar. A presidência do tribunal nomeou então um
advogado "ad hoc", uma menina que teve de improvisar. E essa foi sua linha de argumentação:

5   "Vocês são todos religiosos, vão ao catecismo e aprendem as coisas da igreja. Vocês aprenderam que quando alguém está
em dificuldades é preciso ajudá-lo. Todos vocês sabiam que o nosso colega estava em dificuldades. Precisava ser ajudado. Eu
gostaria de saber o que foi que vocês, que aqui estão assentados como júri para proferir a sentença, fizeram para ajudar nosso colega..."

6   Seguiu-se um silêncio profundo. Ninguém disse nada.

7   A menina continuou: "Então vocês, que nada fizeram para ajudar esse colega, agora comparecem a esse julgamento com
pedras na mão, prontos a apedrejá-lo?"

8   Com essa pergunta, o tribunal se dissolveu porque perceberam que todos, inclusive o juiz e o advogado de acusação,
eram culpados. Como é que estão resolvendo agora o problema da indisciplina e da violência?

9   Criaram um novo sistema, inspirado numa história da escritora Sophia Mello de Breyner Andressen que conta de uma fada - acho que o seu nome era Oriana - que vivia para ajudar crianças em dificuldades. Como funciona? É simples. Quando um aluno começa a apresentar comportamento agressivo forma-se um pequeno grupo de "fadas Orianas" para impedir que a agressão e a violência aconteçam. Pelo que me foi relatado, as fadas Orianas têm tido resultados muito bons. Quem sabe coisa parecida poderia funcionar com os "bullies" que infernizam a vida dos mais fracos nas escolas...

RUBENS ALVES
Extraído de:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2009201106.htm

Na passagem: “Com essa pergunta, o tribunal se dissolveu porque perceberam que todos, inclusive o juiz e o advogado de
acusação, eram culpados... (8º parágrafo).

A correta função sintática do termo destacado está na opção:

As crianças fazem as leis

1    A MENINA me havia advertido: para entender a sua escola eu teria de me esquecer de tudo o que eu sabia sobre as outras escolas... Lembrei-me da pedagogia de Ricardo Reis: "... tendo as crianças por nossas mestras...". E ali estava eu, um velho, aprendendo de uma criança!

2   Quis aprender um pouco mais. Perguntei: "Vocês não têm problemas de disciplina? Não há, entre vocês, os valentões que há em todas as escolas, que agridem, ofendem, ameaçam e amedrontam?" "Ah", ela me respondeu. "Temos sim. Mas para esses casos temos o tribunal..." "Tribunal?", perguntei curioso. Mais uma coisa que eu nunca vira em escolas! Ela então me
explicou: "As leis de nossa escola foram estabelecidas por nós mesmos, alunos. Temos então de zelar para que essas leis sejam cumpridas. A responsabilidade com o cumprimento das leis é nossa e não dos professores e do diretor. Somos nós, e não eles, que temos de tomar as providências para que a vida da escola não seja perturbada. Quando um aluno se torna um problema ele é levado a um tribunal - tribunal mesmo, com juiz, advogado de defesa, advogado de acusação - e é julgado. E a comunidade de alunos toma a decisão cabível".

3   Voltei à Escola da Ponte um ano depois e fui informado de que o tribunal deixara de existir. A razão? Um aluno terrível fora levado a julgamento. O juiz - não me lembro se menina ou menino - nomeou o advogado de acusação, e o réu nomeou seu
próprio advogado. No dia marcado, reunidos os alunos, o advogado de acusação proferiu a sua peça, tudo de mau que aquele menino havia feito. O diretor, que apenas assistia à sessão, relatou-me sua impressão: "O réu estava perdido. A peça acusatória era arrasadora..."

4   Chegou a vez do advogado da defesa que ficou mudo e não conseguiu falar. A presidência do tribunal nomeou então um
advogado "ad hoc", uma menina que teve de improvisar. E essa foi sua linha de argumentação:

5   "Vocês são todos religiosos, vão ao catecismo e aprendem as coisas da igreja. Vocês aprenderam que quando alguém está
em dificuldades é preciso ajudá-lo. Todos vocês sabiam que o nosso colega estava em dificuldades. Precisava ser ajudado. Eu
gostaria de saber o que foi que vocês, que aqui estão assentados como júri para proferir a sentença, fizeram para ajudar nosso colega..."

6   Seguiu-se um silêncio profundo. Ninguém disse nada.

7   A menina continuou: "Então vocês, que nada fizeram para ajudar esse colega, agora comparecem a esse julgamento com
pedras na mão, prontos a apedrejá-lo?"

8   Com essa pergunta, o tribunal se dissolveu porque perceberam que todos, inclusive o juiz e o advogado de acusação,
eram culpados. Como é que estão resolvendo agora o problema da indisciplina e da violência?

9   Criaram um novo sistema, inspirado numa história da escritora Sophia Mello de Breyner Andressen que conta de uma fada - acho que o seu nome era Oriana - que vivia para ajudar crianças em dificuldades. Como funciona? É simples. Quando um aluno começa a apresentar comportamento agressivo forma-se um pequeno grupo de "fadas Orianas" para impedir que a agressão e a violência aconteçam. Pelo que me foi relatado, as fadas Orianas têm tido resultados muito bons. Quem sabe coisa parecida poderia funcionar com os "bullies" que infernizam a vida dos mais fracos nas escolas...

RUBENS ALVES
Extraído de:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2009201106.htm

Na passagem: “(...) O diretor, que apenas assistia à sessão, relatou-me sua impressão...” (3º parágrafo)

A opção em que observamos a mesma regência verbal da forma destacada acima é:

Segundo Frigotto apud Gentili, no livro A pedagogia da exclusão (1998), as propostas educacionais atuais enfatizam quase que exclusivamente o ensino por competências, concepção vinculada à ótica produtivista, cujo papel é desenvolver habilidades de conhecimento, de valores e atitudes e de gestão de qualidade, definidas pelas necessidades do mercado. De acordo com o ponto de vista do autor, é CORRETO afirmar que a política neoliberal na Educação:

Para Sacristán & Goméz (2000), a escola deve prover os indivíduos "não só, nem principalmente, de conhecimentos, idéias,
habilidades e capacidades formais, mas também, de disposições, atitudes, interesses e pautas de comportamento". Com base na lista das funções sociais da escola elaborada por esses autores afirmação, faça a correspondência da primeira coluna com a segunda:

  1. Função reprodutora
  2. Função educativa
  3. Função compensatória
  4. Função transformadora

(   ) Visa a utilizar o conhecimento para compreender as origens das influências, seus mecanismos, intenções e consequências, bem como oferecer para debate público e aberto as características e efeitos para o indivíduo e a sociedade desse tipo de processo de reprodução.
(   ) Visa a garantir a imitação social e cultural como requisito para sobrevivência mesma da sociedade.
(   ) Visa a provocar e facilitar a reconstrução de conhecimentos, atitudes e formas de conduta que os(as) alunos(as) assimilam
direta e acriticamente nas práticas sociais de sua vida anterior e paralela à escola. Visa a atenuar, em parte, os efeitos da desigualdade e preparar cada indivíduo para lutar e se defender nas melhores condições possíveis, no cenário social.

A sequência correta dos itens é:

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