No prefácio do livro “Trecos, troços e coisas”, o antropólogo Daniel Miller propõe o seguinte:
“O leitmotiv deste livro é um questionamento da oposição, vigente no senso comum, entre pessoa e coisa, animado e inanimado, sujeito e objeto. Em alguma medida, a ciência tem conseguido evitar isso. […] Aqui, em contraste, estou interessado em desenvolvimentos na ciência social, e não na ciência natural, e no encontro qualitativo da antropologia com a diversidade dos povos e a crescente diversidade das coisas.”
O objeto de estudo proposto por Daniel Miller é(são):
Um analista do TJMS está atualmente engajado na elaboração de um sistema de criptografia. Esse sistema é notável por sua utilização de representações de dados em binário, hexadecimal e decimal, juntamente com a implementação de operações de aritmética computacional. Ao conduzir um teste, o analista identificou um padrão específico para a codificação de mensagens, descrito da seguinte forma:
1. inicialmente, um número na forma decimal é convertido para
sua equivalência binária;
2. posteriormente, esse número binário é transformado para o
formato hexadecimal;
3. como etapa final, adiciona-se 17 (em decimal) ao resultado
hexadecimal obtido.
Considerando o número decimal de partida como 254, e levando em conta as transformações para binário e depois para hexadecimal, seguidas pela adição antes da última etapa, o resultado final encontrado pelo analista é:
João está encarregado de projetar um banco de dados PostgreSQL para gerenciar informações de cursos universitários, segundo o modelo lógico simplificado:

Para assegurar a unicidade dos dados, João deverá garantir que cada "Aluno" possa realizar a "Matricula" em uma "Disciplina" apenas uma vez. Para tanto, ele deverá evitar a duplicidade de matrículas e criar a restrição de integridade:
O TJMS está implementando um sistema de gestão de segurança da informação aderente aos requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, por meio do qual aplica um processo de tratamento dos riscos de segurança da informação para:
Em 1962, o antropólogo Darcy Ribeiro escreveu:
Um balanço crítico dos cinquenta anos de atividades que o SPI [Serviço de Proteção aos Índios] vem desenvolvendo desde sua criação deve levar em conta as duas ordens de problemas que ele foi chamado a resolver.
1. Os problemas da sociedade brasileira em expansão, que encontra seu último obstáculo para a ocupação do território nacional nos bolsões habitados por índios hostis.
2. Os problemas da população indígena envolvida nesta [sic] expansão, a qual se esforça por sobreviver e acomodar-se às novas condições de vida em que vai sendo compulsoriamente integrada.
Nas suas pesquisas, o antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima faz uma crítica ao modelo de relação entre intelectuais, Estado e indígenas no Brasil, expresso no trecho acima.
O modelo que Souza Lima critica é o do(a):