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Text I

Understanding bias in facial recognition technologies

Over the past couple of years, the growing debate around automated facial recognition has reached a boiling point. As developers have continued to swiftly expand the scope of these kinds of technologies into an almost unbounded range of applications, an increasingly strident chorus of critical voices has sounded concerns about the injurious effects of the proliferation of such systems on impacted individuals and communities. Critics argue that the irresponsible design and use of facial detection and recognition technologies (FDRTs) threaten to violate civil liberties, infringe on basic human rights and further entrench structural racism and systemic marginalisation. In addition, they argue that the gradual creep of face surveillance infrastructures into every domain of lived experience may eventually eradicate the modern democratic forms of life that have long provided cherished means to individual flourishing, social solidarity and human self-creation. 

Defenders, by contrast, emphasise the gains in public safety, security and efficiency that digitally streamlined capacities for facial identification, identity verification and trait characterisation may bring. These proponents point to potential real-world benefits like the added security of facial recognition enhanced border control, the increased efficacy of missing children or criminal suspect searches that are driven by the application of brute force facial analysis to largescale databases and the many added conveniences of facial verification in the business of everyday life. 

Whatever side of the debate on which one lands, it would appear that FDRTs are here to stay. 

Adapted from: understanding_bias_in_facial_recognition_technology.pdf

In the first sentence, when the author says that the debate “has reached a boiling point”, he means that the debate is

Ao passar por determinada localidade, João, policial militar, constatou que se encontrava no interior de uma residência, debruçado sobre o peitoril da janela frontal, a mesma pessoa do sexo masculino que ele tinha perseguido uma semana antes, em razão da prática de crime de furto contra pedestre.
Na situação descrita, é correto afirmar que João

A Rússia na contramão da História

No atual século, praticamente não há países que não sejam – com ou sem competência – governados por suas próprias gentes. E, após as guerras, é esperado que se retirem os exércitos invasores. Foi o caso do Japão e da Alemanha. Encerrou-se o ciclo, com cerca de 200 nações independentes. O que restou foram as travessuras imperialistas, mas sem ocupação territorial permanente.

Porém há um país que anda na contramão da História. Como o resto da Europa, a Rússia expandiu as suas fronteiras. Iam do Alasca até o Báltico e o Mar Negro. Após a Segunda Guerra, foram anexados os países do Leste Europeu. Depois que os europeus voltaram para casa, a Rússia continuou tomando a casa dos outros, ignorando o espírito dos novos tempos.

Diante desse quadro, podemos ver a invasão da Ucrânia como uma manifestação tardia de um estilo de colonialismo que, por completo, o Ocidente já abandonou. Quando pensamos em tribos isoladas que ainda praticariam a escravidão, caberia um relativismo nos nossos julgamentos? Podemos condená-las? Não deveríamos também aceitar a Rússia, com seus valores, apesar de desalinhados com o presente?

Não! Vivemos sob princípios disseminados em todas as sociedades modernas. Somos herdeiros do iluminismo, incluindo a concepção de formas de governança, de direitos e de valores cívicos. Queremos acreditar que essa foi uma conquista irreversível.

Sendo assim, não há espaço para quaisquer transigências. A Rússia é um país que brilhou na literatura, na música, nas artes visuais, nas ciências e nas tecnologias militares. Teve ampla exposição às tradições da civilização ocidental. Não há por que perdoá-la pelo atraso na sua cultura política. É inaceitável que as suas lideranças ignorem essa herança e proclamem uma visão obsoleta de dominação colonial.

(Cláudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2025. Adaptado)

Identifica-se expressão empregada em sentido figurado em:

O Sobrado

Que pessoa estranha, dona Rosalina. Ela o deixava desconcertado não apenas pela ambivalência de sua conduta, mas pelo mistério mesmo do seu ser. Como é que uma pessoa era assim? Ele não entendia, por mais que verrumasse¹ a cabeça não conseguia entender. Ela lhe dava a impressão de duas numa só: quando ele pensava conhecer uma, via que se enganara, era outra que estava falando. Às vezes mais de uma, tão imprevista nos modos, nos jeitos de parecer. Um ajuntamento confuso de Rosalinas numa só Rosalina.

Ele passava horas ouvindo dona Rosalina, vendo-lhe os mínimos gestos, o mais leve movimento dos lábios e dos olhos. Via-a de todas as posições, seguia-lhe os passos, e ela nunca parecia ser uma, a mesma pessoa. E depois, no quarto, procurava botar em ordem as ideias, compor com os fiapos que pegava no ar uma só figura de dona Rosalina: uma dona Rosalina impossível de ser.

Na rua não pensava em dona Rosalina, se esquecia inteiramente dela. Aprendeu que, por mais que perguntassem, não podia falar nunca naquela mulher tão sozinha. Sua boca devia ser por vontade calada, como era por desígnio de Deus a boca de Quiquina. Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina, afastava-a ligeiro, porque, distante, a sua figura ganhava em estranheza e cores sombrias.

E ele queria o ar puro da rua, a claridade do dia, onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério e sobressalto senão o mistério mesmo de existir. O sobrado era o túmulo, as voçorocas², as veredas sombrias.

(Autran Dourado, Ópera dos Mortos)

¹ refletisse
² escavações no solo ou em rocha decomposta causadas por erosão do lençol de escoamento de águas pluviais

Considere as passagens do texto:

Ela o deixava desconcertado... (1º parágrafo)
Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina... (2º parágrafo)
...onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério... (2º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

As frases listadas nas opções a seguir foram reescritas de forma a eliminar-se o “que”, com substituição do verbo por um substantivo semanticamente correlato.

Assinale a frase em que a substituição foi feita de forma adequada

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