Ir para o conteúdo principal

Questões de Concurso – Aprova Concursos

Milhares de questões com o conteúdo atualizado para você praticar e chegar ao dia da prova preparado!


Exibir questões com:
Não exibir questões:
Minhas questões:
Filtros aplicados:

Dica: Caso encontre poucas questões de uma prova específica, filtre pela banca organizadora do concurso que você deseja prestar.

Exibindo questões de 311928 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros
Folha de respostas:

  • 1
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 2
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 3
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 4
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 5
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e

Sobre a História da música no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.

Dentre os gêneros explorados pelos compositores do Romantismo, os prelúdios para piano solo apresentam grande riqueza de efeitos e são intimamente relacionados ao idiomático do instrumento. Reunidos sob o Opus 28, 24 deles são apresentados cada qual em uma diferente tonalidade. A coleção vem inspirada na tradição que remonta aos prelúdios e às fugas de Bach etambém serve de inspiração, depois, para compositores como Debussy, Scriábine, Rachmaninoff, Shostakovich, entre outros. Assinale a alternativa que apresenta o compositor do Período Romântico que responde pela coleção Opus 28, de Prelúdios para piano.

Leonin e Perotin são dois importantes nomes da música antiga no período em que se erguia, em Paris, a catedral de Notre-Dame.

Assinale a alternativa que apresenta qual o gênero bastante utilizado por eles.

Compositor, regente e maestro de banda americana, seu nome ficou fortemente associado com a chamada marching band. Famoso como bandleader, esteve a serviço da Banda dos Fuzileiros Navais dos EUA e compôs, dentre muitas outras, as famosíssimas marchas The Liberty Bell, The Star and Stripes Forever, The Washington Post e Hands Across the Sea.

Assinale a alternativa que apresenta o nome desse compositor.

Atenção: Para responder às questões de números 8 a 11, leia a crônica “Braga e Machado” de Carlos Drummond de Andrade.

             “Acontece em toda parte, mas no Rio tem um jeito especial de acontecer que me emociona mais.” Assim começa Rubem
Braga uma de suas admiráveis crônicas, reunidas no Um pé de milho e o Um pé de milho é para mim a melhor coisa desta semana de
que me compete dar contas ao leitor. Portanto, e sem vacilação, lede o Um pé de milho; e lede-o à boa e santa maneira, não
solicitando ao autor um exemplar, que o famoso Braga é, como qualquer um de nós, um proletário das letras.
              Mas por que disse “cronista”? Grande poeta é o que ele é, e grande contista que, por uma imposição do temperamento, se
furta à maçada de escrever contos. Não sei de muitos poemas, em nossa lira de hoje, que se comparem a “Passeio à infância”, “Da
praia”, “Choro”, coisas que o Braga displicente foi largando pelos jornais. Por sua vez, “Aula de inglês” e “Eu e Bebu na hora neutra da
madrugada” são contos com preguiça de se tornarem contos. Já em “História do caminhão”, a identificação do gênero será mais
complexa, pois a composição é atravessada por uma corrente de surrealismo que conduz o Braga pelos rumos mais extraordinários,
sem que este aparentemente a controle. Controla, apesar de tudo. Em suma, cronista, contista, poeta, está-se vendo que o que ele é
verdadeiramente é um dos nossos mais altos escritores. Um Machado de Assis tendo a mais a poesia, a dolência e a pura comoção
humana que são dons peculiares ao Braga.
                                                                                                                 (ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. Hélio de Seixas Guimarães (org.). São Paulo: Três
                                                                                                                 Estrelas, 2019)

O autor questiona a si mesmo no seguinte trecho:

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282