No Brasil, a inserção da educação sexual na escola operou-se a partir de um deslocamento no campo discursivo sobre a sexualidade de crianças e adolescentes. A escola passa a ser tida como um espaço de intervenção preventiva da medicina higiênica, devendo cuidar da sexualidade de crianças e adolescentes, a fim de produzir comportamentos considerados “normais”.
A didática compõe as atividades dos professores para motivar os alunos e ajudá-los a se engajarem no currículo e torná-lo significativo.
O compromisso social do professor estabelece-se como um conjunto de princípios teóricos e abstratos, que são postos às pessoas que aprendem a partir das suas propostas de ensino desvinculadas do contexto social.
Para que a educação do campo ocorra com qualidade, deve-se prestar especial atenção às raízes da mulher e do homem do campo, que se expressam em culturas distintas, e perceber os processos de interação e transformação aos quais as comunidades rurais estão sujeitas.
Como prática formalmente organizada e sistematizada, a avaliação no contexto escolar realiza-se segundo
objetivos escolares implícitos ou explícitos que, por sua vez, refletem valores e normas sociais.