A Vigilância Sanitária é definida como um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir, ou prevenir riscos à
saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse à saúde.
Estimar a magnitude da morbidade e mortalidade da malária, identificar tendências temporais, grupos e
fatores de risco e detectar surtos e epidemias são objetivos da vigilância epidemiológica da Malária.
Os riscos institucionais que devem ser controlados pela Vigilância Sanitária podem estar relacionados a instituições como creches, escolas, clubes, hotéis, motéis, portos, e aeroportos, por exemplo.
Na área urbana, a leptospirose humana torna-se epidêmica em períodos chuvosos quando ocorrem enchentes e cheias de rios e córregos, principalmente nas cidades com más condições de saneamento básico, com
esgoto a céu aberto e lixões, os quais propiciam a contaminação da água com urina de roedores.
A infecção pelo SARS-CoV-2 pode variar de casos assintomáticos e manifestações clínicas leves, até quadros moderados, graves e críticos, sendo necessária atenção especial aos sinais e sintomas que indicam piora
do quadro clínico que exijam a hospitalização do paciente.