No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as diversidades. Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a (BNCC, 2017):
Analise as afirmações a seguir sobre avaliação escolar:
I.De acordo com a BNCC (2017), é fundamental que as redes de ensino e os professores adotem a avaliação formativa de processos ou de resultados, que levem em conta os contextos e as condições de aprendizagem, tomando tais registros como referência para melhorar o desempenho da escola, dos professores e dos alunos.
II.A avaliação formativa se baseia em três pilares: ela é contínua, cumulativa e sistemática.
III.Em relação à avaliação diagnóstica, podemos considerá-la como um tipo de avaliação em que se busca compreender os conhecimentos que os estudantes já possuem, de forma a se traçar o seu histórico de construção de saberes. Por meio de avaliações diagnósticas, é possível observar: o que o estudante já sabe; o que deveria saber, mas ainda não sabe e,
inclusive, as suas expectativas em relação ao seu processo de aprendizagem.
É correto o que se afirma em:
(...) Definiu o objeto da Geografia como a relação homem-natureza, na perspectiva da paisagem. Concebia ser humano como hóspede antigo de vários pontos da superfície terrestre, que em cada lugar se adaptou ao meio que o envolvia, criando, no
relacionamento constante e cumulativo com a natureza, um acervo de técnicas, hábitos, usos e costumes que lhe permitiram
utilizar os recursos naturais disponíveis. Denominou este conjunto de técnicas e costumes, construído e passado socialmente, "gênero de vida", o qual exprimiria uma relação entre a população e os recursos, uma situação de equilíbrio, construída historicamente pelas sociedades.
Moraes, Robert. GEOGRFIA Pequena História Crítica. São Paulo: Annablume, 2007, p.81. (Adaptado)
Com base na concepção de conhecimento geográfico, as ideias apresentadas no texto referem-se ao seguinte pensador:
No sentido da existência de uma geolegalidade fundadora da condição de refugiado, o refúgio se apresenta como uma temática intrinsecamente vinculada à escala do Estado-Nação, pois é nessa escala que os refugiados são inscritos enquanto categoria de análise, uma vez que sua existência tem origem na relação entre cidadania, soberania e território.
Magdaleno, Fabiano. Territorialidades Refugiadas: entre o legal e a ética da hospitalidade Territorial.
A partir do pressuposto da geolegalidade considerada pelo autor, avalie as afirmações a seguir.
I. A condição de refugiado pressupõe que as pessoas só vivem desse modo porque há um Estado que não é capaz de garantir direitos ao sujeito, mesmo possuindo vínculo jurídico-político, por sua vez, em relação ao Estado que o acolhe, o sujeito
migrante procura restaurar esses direitos ameaçados.
II. A figura do refugiado nasce em função da existência de territórios jurídicos, pois, somente após o primeiro contato com as autoridades do futuro Estado de acolhimento passam a ter algumas garantias, oriundas de geolegalidades correspondente aos acordos e regramentos políticos estabelecidos na escala internacional.
III. A situação de refugiado ou solicitante de refúgio elimina a submissão do sujeito às condições legais específicas do território jurídico em que se está inserindo, devido ao fato delas serem bem distintas daquelas às quais ele se submetia antes de migrar.
Está correto o que se afirma em
Numa aula sobre demografia na Europa, a professora apresentou um gráfico denominado pirâmide etária, uma forma de apresentar dados quantitativos e qualitativos de idade e gênero da população de um país local. O gráfico é dividido em duas colunas verticais, uma representando o gênero masculino, e outra, o feminino, com várias escalas horizontais, caracterizando diferentes faixas etárias, desde o nascimento até as idades mais avançadas. Esses dados servem para avaliar a dinâmica vegetativa de uma população, sendo importantes para a promoção de políticas públicas na área socioeconômica. Enquanto os países subdesenvolvidos apresentam, no geral, pirâmides “jovens”, os países mais desenvolvidos possuem pirâmides “envelhecidas”.
Adap. https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-obrasil/populacao/18318-piramide-etaria.html
A professora mostrou como exemplo dois gráficos (pirâmides etárias) comparando a evolução da população de um país nos
últimos dez anos. O segundo gráfico apresentou base e vértice praticamente do mesmo tamanho. A professora concluiu,
juntamente com os alunos, que neste país