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Folha de respostas:

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    • e

Diarreia é o aumento no número de 
evacuações por dia e as fezes são amolecidas 
ou líquidas. A diarreia é um sintoma que, por 
sua vez, pode ser causado por várias doenças 
diferentes. Diante do exposto, analise as 
afirmativas abaixo. 

I. A diarreia aguda geralmente é causada por 
vírus, bactérias e parasitas intestinais, 
apresentando maior risco de desidratação, que 
é a principal complicação


II. As consequências mais temidas por diarreia 
crônica são desnutrição, parada de 
crescimento, anemia e outras deficiências


III.As diarreias podem ser classificadas em 
diarreia aguda, persistente e crônica


IV.O aleitamento materno diminui a frequência de 
episódios de diarreia na vida da criança e 
também está associado com evoluções menos 
graves e menor necessidade de 
hospitalização.

Assinale a alternativa correta

A escravidão no Brasil:

A Sabinada foi uma revolta que eclodiu em Salvador e:

Na ferramenta Impress do LibreOffice 7.4.2, em português, para definir o plano de fundo e outras características de todos os slides na apresentação é necessário criar um slide com um conjunto específico de características que atuam como um modelo que é utilizado como o ponto inicial para criar outros slides. Este slide é chamado de:

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, baseie-se no texto abaixo.

[Rubem Braga, cronista maior)

Desde que surgiu para a literatura na década de 30, Rubem Braga nos encanta com suas histórias. Ao longo dos anos. em meio às atribulações do dia a dia, o leitor brasileiro se habituou a esperar, em certos jornais e revistas, os dois dedos de prosa com que o “velho Braga” o prendia inapelavelmente. O assunto podia ser escasso ou faltar mas o encantamento se fazia assim mesmo. De repente, naquela linguagem volátil, o leitor se encontrava terra a terra com a poesia do cotidiano.
 Sem dúvida, tratava-se de um cronista, de um narrador e comentarista dos falos corriqueiros de lodo dia, mas algo ali transfigurava a crônica, dando-lhe uma consistência literária que ela jamais tivera. Era um escritor diferente, pois havia escolhido um espaço diverso de criação: o espaço dominado pela informação jornalística. E, novo paradoxo, parecia discrepar naquele meio moderno da informação, como se o que trazia para expressar fosse inteiramente incompatível com o jornal.
 É que aquele cronista trazia algo escasso nos tempos atuais: a sua própria experiência. Uma experiência particular, densa e complexa, inusitada para o tempo e o lugar, mas capaz de se transmitir a muitos que nela se reconheciam, permeáveis ao que havia ali de comum e solidário. Uma experiência que se transmitia por histórias, pela arte do narrador, que parecia vir de outros tempos e retomar o fio da tradição oral, tão importante no Brasil.
 Desde o principio, deve ter sido difícil definir com precisão o que eram aquelas crônicas. Pareciam esconder muita complexidade sob a capa límpida da naturalidade. Disfarçavam a arte da escrita numa prosa divagadora de quem conversa sem rumo certo, distraído com o balanço da rede, passando o tempo, como que para se livrar do ócio ou do tédio. E, no entanto, era uma prosa cheia de achados de linguagem, um vocabulário escolhido a dedo para o lugar certo. Eram frases em geral curtas, com preferência pelas orações coordenadas, sem temer, porém curvas e enlaces dos períodos mais longos e complicados. Uma sintaxe, enfim, leve e flexível, próxima da linguagem coloquial.
 Num mundo como o nosso, já bastante automatizado, onde tudo pode virar mercadoria e em si nada valer, o velho Braga, em meio às coisas mais efêmeras, não apenas nos dá a impressão súbita do momento fugitivo de uma alta beleza presente no cotidiano, mas também a dignidade e a poesia do perecível, quando tocada por um dedo humano.

(Adaptado de: ARRIGUCCI JR., Davi, “Braga de novo por aqui". in: BRAGA, Rubem, Os melhores contos. São Paulo: Global, 1977)

O fato de Rubem Braga trazer para suas crônicas suas próprias experiências cotidianas:

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