A educação corporativa tem um escopo mais amplo e abrangente do que o treinamento. Ela se concentra no desenvolvimento contínuo dos colaboradores, indo além das habilidades técnicas para promover o crescimento pessoal e profissional. Com o incremento das universidades corporativas, surge um novo “profissional”, fundamental para o êxito e os resultados dessas organizações: o diretor de aprendizagem, que traz consigo a função de líder educador.
Considere os quatro diferentes papéis que esse líder educador desempenha, apresentados a seguir.
I - Ser estudante dos negócios e conhecer a direção estratégica da empresa e como ela está posicionada no mercado global.
II - Esboçar uma visão de como adequar as operações de aprendizagem e de desenvolvimento para que elas formem um sistema unido por ações inter-relacionadas.
III - Ser o especialista em educação, moldando a visão de aprendizagem contínua, fixando metas grandiosas e até mesmo audaciosas para a organização.
IV - Criar parcerias com os gerentes internos, os clientes externos, os líderes sindicais e os reitores de instituições de educação superior e operar estrategicamente, formulando um plano empresarial e recomendando como implementá-lo.
Esse líder educador, quando desempenha os papéis descritos em I, II, III e IV, está atuando, respectivamente, como
Blau e Scott são importantes autores da abordagem estruturalista no campo da administração. Entre suas relevantes contribuições, eles apontam que as organizações convivem com dilemas, ou seja, “escolhas entre alternativas nas quais algum objetivo terá de ser sacrificado no interesse de um outro” (Chiavenato, 2014, p.305). Os dilemas estão na raiz dos processos de mudança gerados na organização, pois a mudança ocorre sempre que novas situações e problemas emergem e novas soluções precisam ser criadas.
Um dos dilemas básicos na organização é o existente entre disciplina burocrática e especialização profissional. Sobre esse dilema, é correto afirmar que:
No planejamento estratégico em organizações, a formulação de estratégias em nível de negócio refere-se à definição de como a unidade de negócio “deve competir para conseguir alcançar uma posição de superioridade em relação a seus concorrentes” (Sobral e Peci, 2013, p.224). Nesse sentido, o modelo das cinco forças de Porter propõe três estratégias competitivas: liderança em custos, diferenciação e foco.
Sobre a estratégia de liderança em custos, é correto afirmar que:
O controle estatístico da qualidade na indústria, visando eficiência, produtividade e vendas, ganhou destaque durante a Segunda Guerra Mundial graças ao trabalho de W. E. Deming. Após o conflito, Deming foi convidado pelo general Douglas MacArthur para ajudar na reconstrução da indústria japonesa, promovendo a disseminação de técnicas que beneficiaram tanto os Estados Unidos quanto o Japão.
Um seguidor de Deming, o engenheiro japonês Kaoru Ishikawa, desenvolveu um método para resolver até 95% dos problemas de qualidade em qualquer organização. O método, baseado na cultura japonesa, está associado às sete armas utilizadas pelos samurais, destacando a importância da competitividade e da sobrevivência empresarial.
Assinale a opção que apresenta o método desenvolvido por Ishikawa.
Uma determinada organização pública promoveu na última década a digitalização de seus processos de prestação de serviço. Para garantir seu sucesso, há que se mensurar o desempenho no uso dos sistemas de informação, sendo importante diferenciar as métricas de eficiência das métricas de eficácia da Tecnologia da Informação (TI) na prestação de serviços, devido a novos formatos e requisitos de acessibilidade. Uma métrica de eficácia da plataforma de TI, considerando-se oacesso à informação, deve pautar-se em indicador de