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Leia a frase abaixo com atenção:


“Quantas lindas árvores deram sua vida para que o escândalo do dia pudesse chegar sem atraso a um milhão de leitores”.


É inadequado afirmar sobre seu significado ou estruturação que (A) as árvores são humanizadas na frase por meio do emprego da expressão “deram sua vida”. (B) a expressão “dar a vida” é uma forma mais branda para o verbo “morrer”. (C) a frase alude implicitamente ao método de fabricação de papel por meio da madeira. (D) a atividade da imprensa é vista como extremamente importante para o autor da frase. (E) a qualidade do jornalismo indicada na frase é a rapidez na divulgação de notícias.

A preposição DE mostra inúmeros valores semânticos, ou seja, muitos sentidos. Assinale a frase em que essa preposição tem seu valor corretamente indicado.

A Lei no 12.846/2013 dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a Administração Pública, nacional ou estrangeira. De acordo com essa lei, constituem atos lesivos à Administração Pública, nacional ou estrangeira, todos aqueles praticados pelas pessoas jurídicas que atentem contra o patrimônio público nacional ou estrangeiro, contra princípios da Administração Pública ou contra os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, assim definidos:

Text

In 2017, Microsoft founder Bill Gates proposed introducing a “robot tax” that would temporarily slow  the pace of automation and whose revenue could be used to “finance jobs taking care of elderly people or working with kids in schools, for which needs are unmet and to which humans are particularly well suited”. Since then, many researchers all over the world have weighed in on the idea, publishing proposals and findings on how such a tax might work in reality.What gave rise to this novel proposal? The first factor was a growing sense of alarm that the development of robots and artificial intelligence could 
seriously alter our economy and society in the years to come. Indeed, some such changes are already unfolding. As technology develops, robots and AI may even be able to perform jobs that require specialized skills and knowledge, providing services like medical consultations and diagnosis, legal advice, and translation and interpreting. There is a growing sense 
of anxiety about what the future portends. A second worry is the prospect of further social polarization. Wealth could become concentrated in the hands of those providing the ideas and capital for the development and use of AI, along with a small elite 
of managers with the skills to harness the technology, while the situation for the majority of other workers displaced by technology becomes increasingly bleak. The social divide could be exacerbated as disparities grow between the haves and the have-nots. To prevent technological progress from tearing our societies apart, we must, in the short term, strengthen social safety nets to support workers who lose their jobs, and in the longer term, we will need to enhance educational and vocational training opportunities for work that only humans can perform. Needless to say, expanding safety nets and offering retraining will both require considerable fiscal resources. There are already concerns about safety-net inadequacies for workers in the expanding gig economy, prompting some to call for a basic income that would guarantee a minimum standard of living to everyone. This was the context that gave rise to the idea of a robot tax, which could slow down the pace of automation, at least temporarily, and give policymakers time to secure the resources for needed countermeasures. It is thus much more than just a tax proposal; it entails rethinking the role of public policy in an age when AI and robots are having an increasingly large impact on our lives. The issue goes to the heart of what we want public policy to address in the digital society of the future.

Available at: https://www.tokyofoundation.org/research/
detail.php?id=899. Retrieved on: Feb 29, 2024. Adapted.

From the fifth paragraph of the text, it can be concluded that the expanding gig economy will

Uma escola precisa identificar candidatos para sua área de Pedagogia, buscando identificar se o candidato possui ou não 
o que se chama de Pensamento Computacional, tendo em vista a necessidade de adequar o currículo da escola à cultura 
digital. Cinco candidatos (P1, P2, P3, P4 e P5) foram entrevistados, e a pergunta base foi:

O que você descreveria como uma atividade mais próxima do Pensamento Computacional? 

As respostas dos candidatos foram:

P1: Ir à academia de ginástica.
P2: Citar os pintores do século XX por ordem alfabética.
P3: Sair pelo mundo sem nenhum destino certo.
P4: Fazer uma receita de um bolo de nata.
P5: Montar um armário, usando o seu manual.


As respostas que representam o Pensamento Computacional, de forma mais adequada e aderente, foram dadas APENAS
pelos candidatos

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