A oferta de Educação Bilíngue no Brasil, conforme a Lei nº 13.146/15, capítulo IV, reconhece o desenvolvimento da língua brasileira de sinais (Libras) como a primeira língua (L1) e a Língua Portuguesa, em sua modalidade escrita, como segunda língua (L2). Configura-se educação bilíngue aquela que, utilizando-se de duas (ou mais) línguas, ensina por meio das línguas e não apenas as línguas. Sendo assim, o documento que garante o bilinguismo (Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa) é a Lei nº 10.436/02, em seu 1º e 4º artigos. Sabe-se que a Libras tornou-se disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores, entretanto, existe também no Decreto nº 5.626/05, artigo 13, o apontamento da disciplina de Ensino da Modalidade Escrita da Língua Portuguesa como Segunda Língua (L2) para Pessoas Surdas e, apesar dela não ser usual, está prevista. Sendo assim, os professores que irão trabalhar com as crianças, jovens e adultos Surdos precisam entender as singularidades linguísticas desses indivíduos enquanto L1 e L2. Considerando o artigo 13 do Decreto supracitado essa matéria deve ser incluída como disciplina curricular em quais cursos?
De acordo com Lacerda (2009):
“Quando um intérprete de língua de sinais é inserido em sala de aula, fica aberta a possibilidade de o aluno surdo receber a informação escolar na língua de sinais, através de uma pessoa com uma competência nessa língua. Desse modo, o professor ouvinte pode ministrar aulas sem a preocupação em como passar a informação em sinais, atuando em sua língua de domínio. Na medida em que a condição linguística especial do surdo é respeitada, aumentam as chances de ele se desenvolver e construir novos conhecimentos de maneira satisfatória, em contra ponto a uma inclusão escolar sem qualquer cuidado especial". (p. 34)
Nessa perspectiva, leia as alternativas que se referem ao intérprete educacional de língua de sinais e sua presença em sala de aula:
I. É fundamental que o intérprete educacional esteja inserido na equipe educacional, ficando claro qual é o papel de cada profissional frente à integração e aprendizagem da criança surda.
II. É importante que o professor regente conheça a Língua de Sinais já que seu papel é de ensinar e o papel do intérprete é interpretar. Assim, a responsabilidade pela educação do aluno surdo não pode e não deve recair somente no intérprete.
III. O intérprete deve fazer escolhas ativas sobre o que deve traduzir corroborando para deixar os conteúdos acessíveis para o aluno surdo e não tumultuar as aulas. Deve recorrer a seu próprio arcabouço intelectual, social e psicológico para ilustrar as aulas com exemplos pertinentes, a fim de complementar as explicações do professor e construir com os alunos surdos os conceitos que estejam defasados.
IV. O intérprete de Libras deve ser humilde, sem rancor, convencimento ou orgulho próprio. Deverá manter seu profissionalismo em qualquer situação, sem preconceito, ser a voz do surdo e do ouvinte.
Assinale as alternativas CORRETAS:
Julgue o item a seguir a respeito de topologias de redes de computadores.
A topologia anel tem a fragilidade de tornar a rede inoperável ao tráfego unidirecional. Para transpor essa fragilidade, faz-se necessária a utilização de uma topologia híbrida.
Julgue o item seguinte, que trata de arquiteturas de redes, protocolos de redes, tipos de serviços de redes e QoS.
O uso da política de janela go-back-N para evitar o congestionamento na camada de transporte aumenta o risco de o congestionamento tornar-se ainda maior.
Julgue o item seguinte, a respeito de Maven, desenvolvimento web, servidor web, servidor de aplicação e criptografia.
No Wildfly, a principal responsabilidade do
é a manutenção da política de gerenciamento central do domínio.